Matadouro - Centro Cultural do Porto

Matadouro - Centro Cultural do Porto Projeto que resulta da requalificação do Antigo Matadouro Industrial do Porto.

Será um projeto desenvolvido com e para as pessoas, que promoverá a criação e a apresentação de programas artísticos e culturais de importante valor comunitário e cívico.

O programa de julho de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 já está cá fora. 🏃Nos próximos meses, e a pedido dos caminhantes, 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐜𝐢𝐩𝐚́𝐦𝐨𝐬...
25/06/2026

O programa de julho de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 já está cá fora. 🏃

Nos próximos meses, e a pedido dos caminhantes, 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐜𝐢𝐩𝐚́𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐡𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝟏𝟎:𝟎𝟎. Este novo horário surge para evitar o período de maior exposição solar durante os meses quentes, e também permite uma melhor articulação do fim da atividade com o que seria o período habitual de almoço.

Vejam no nosso website que territórios cruzaremos em julho e quem são os orientadores. 𝐀𝐬 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐣𝐚́ 𝐞𝐬𝐭𝐚̃𝐨 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬.

Este domingo aconteceu a 13ª caminhada do projeto Caminhos a Oriente. Foi orientada pelo incontornável Chalana (José Ant...
22/06/2026

Este domingo aconteceu a 13ª caminhada do projeto Caminhos a Oriente. Foi orientada pelo incontornável Chalana (José António Pinto), uma figura de referência no contexto da ação social na freguesia de Campanhã. A vertente política da habitação social foi o tema central, ancorado também no tema perpendicular da toxicodependência — mas ambos foram contados pela ótica humanizada de pessoas e casos concretos. Por trás de nomes como Jorginho, Ulisses, Carolininha ou Isabel Mota Gil encontramos os casos de quem se vê encurralado em ilhas e em casas degradadas, à mercê de senhorios e projetos de infraestruturas, ou obrigados à ocupação espaços improvisados. Esta caminhada participada terminou com uma receção de luxo no Bairro do Pardal, uma ilha onde as suas habitantes nos presentearam com um fausto almoço num abrigo junto à linha férrea, com vista para a galopante chegada da linha de alta velocidade. Resta-nos agradecer o carinho e a abertura de quem nos recebeu dentro das suas casas, e das suas histórias.

📷 Inês Aleixo

É já na próxima quinta-feira que revelamos o programa de julho de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, e abrimos as inscrições para cada ...
19/06/2026

É já na próxima quinta-feira que revelamos o programa de julho de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, e abrimos as inscrições para cada caminho. Estarão disponíveis 𝟒𝟎 𝐯𝐚𝐠𝐚𝐬 para cada caminhada participada — apenas poderão inscrever-se na lista de espera após estas esgotarem.

Não haverá caminhadas participadas durante o mês de agosto, pelo que esta será a última leva de caminhadas participadas antes do regresso em Setembro. Mantenham-se atentos, e no dia 25 de junho façam-se aos caminhos! 🏃

📷 Fotos de caminhadas participadas de junho, © Inês Aleixo e © Sofia Hugens

No próximo domingo, a caminhada participada de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 mergulha num território com diversas formas de apropri...
18/06/2026

No próximo domingo, a caminhada participada de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 mergulha num território com diversas formas de apropriação por quem o habita. frequentemente em condições de perda social.

Esta atividade será orientada pelo assistente social 𝐉𝐨𝐬𝐞́ 𝐀𝐧𝐭𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐭𝐨, mais conhecido como 𝐂𝐡𝐚𝐥𝐚𝐧𝐚, alguém com um longo percurso de acompanhamento e entendimento das múltiplas comunidades desta geografia assim como as várias formas de identificação e de transformação do espaço. Este percurso insere-se no eixo programático 𝐏𝐨𝐯𝐨𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 - 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐝𝐨𝐬, com curadoria de 𝐌𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐌𝐞𝐬𝐪𝐮𝐢𝐭𝐚.

As vagas para esta caminhada participada já se encontram esgotadas, mas será possível integrarem a lista de espera enviando um email para [email protected].

📷 1: Paragem na margem da Estrada da Circunvalação junto à Rua de Tirares, 2026
© Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

📷 2: Planta topográfica da cidade do Porto, 1892
Augusto Gerardo Teles Ferreira
[Quadrícula 426: relação da Estrada da Circunvalação com o Logar de Tirares]
©Arquivo Municipal do Porto

📷 3:Traçando o antigo corredor ferroviário da Alfândega, 2026
© Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

Aconteceu este domingo a caminhada participada 𝐂𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐫 𝐚𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐠𝐞𝐧𝐬 — 𝐒𝐨𝐧𝐡𝐨𝐬, 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐠𝐞𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚𝐬 𝐣𝐮𝐯𝐞𝐧𝐢𝐬 𝐞𝐦 𝐂𝐚...
16/06/2026

Aconteceu este domingo a caminhada participada 𝐂𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐫 𝐚𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐠𝐞𝐧𝐬 — 𝐒𝐨𝐧𝐡𝐨𝐬, 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐠𝐞𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚𝐬 𝐣𝐮𝐯𝐞𝐧𝐢𝐬 𝐞𝐦 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚̃, com orientação de Beatriz Lacerda, Daniela Ramos e Ricardinho Lopes. Com início na vibrante Praça da Corujeira, o caminho fez-se entre os bairros do Falcão (“novo” e “velho”), nas imediações do Cerco, e no Bairro de “Contumil de Baixo” (ou “São Roque de Cima”, consoante a perspetiva). As experiências dos jovens de Campanhã foram veiculadas pela experiência do trabalho dos orientadores com essas camadas, mas também pela voz em diferido dos próprios jovens — a cada paragem no caminho, foram lidas citações de entrevistas a jovens sobre os problemas e especificidades da vida na periferia topográfica e social.

A visita terminou junto às instalações do Sinergias, um projeto da ARRIMO que trabalha diretamente com os jovens da zona — e que foram também autores da bandeira sinalizadora deste caminho, um mosaico daquelas que são as referências maiores na geografia que os circunda.

Tal como as árvores centenárias na 𝐏𝐫𝐚𝐜̧𝐚 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐫𝐮𝐣𝐞𝐢𝐫𝐚, onde se situa, o 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐃𝐢𝐚 𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐫𝐮𝐣𝐞𝐢𝐫𝐚 é um abr...
12/06/2026

Tal como as árvores centenárias na 𝐏𝐫𝐚𝐜̧𝐚 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐫𝐮𝐣𝐞𝐢𝐫𝐚, onde se situa, o 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐃𝐢𝐚 𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐫𝐮𝐣𝐞𝐢𝐫𝐚 é um abrigo valioso para a população mais idosa daquela zona.

Ainda que a missão da IPSS seja o combate à solidão e outros problemas frequentes que surgem nas camadas mais séniores, ali não imperam nem o poder da memória nem o do passado – servem apenas de bússola para um quotidiano energético, repleto de encontros intergeracionais importantes e atividades artísticas. A título de exemplo, num esforço a várias mãos, o Centro de Dia desenhou a bandeira que marcou a primeira caminhada participada do projeto 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞.

Esta reportagem fotográfica das 𝐂𝐫𝐨́𝐧𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐙𝐨𝐧𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 captada por Rui Pinheiro pode ser vista na íntegra no link da bio.

📷 Fotografia: Rui Pinheiro

Com vivências em primeira mão e desenhada por três pessoas com relações distintas com o território, a caminhada 𝐂𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐫 ...
11/06/2026

Com vivências em primeira mão e desenhada por três pessoas com relações distintas com o território, a caminhada 𝐂𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐫 𝐚𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐠𝐞𝐧𝐬 — 𝐒𝐨𝐧𝐡𝐨𝐬, 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐠𝐞𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚𝐬 𝐣𝐮𝐯𝐞𝐧𝐢𝐬 𝐞𝐦 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚̃ acontece já este domingo.
A socióloga 𝐁𝐞𝐚𝐭𝐫𝐢𝐳 𝐋𝐚𝐜𝐞𝐫𝐝𝐚, a dinamizadora social 𝐃𝐚𝐧𝐢𝐞𝐥𝐚 𝐑𝐚𝐦𝐨𝐬 e o mediador comunitário 𝐑𝐢𝐜𝐚𝐫𝐝𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬 propõem uma leitura de Campanhã a partir das experiências e identidades juvenis enraizadas, das políticas para a juventude e das formas como os jovens reinventam o espaço em exercícios de coletividade.
Os caminhantes estão convidados para um duplo exercício: percorrer criticamente as geografias juvenis da zona de Campanhã – desafiando os retratos homogeneizantes que tantas vezes as penalizam – e questionar o lugar do próprio corpo num espaço habitualmente observado de fora.
Este percurso 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 insere-se no eixo 𝐈𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 - 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐯𝐢𝐝𝐨𝐬, que tem a curadoria de 𝐕𝐢𝐫𝐠𝐢́𝐥𝐢𝐨 𝐁𝐨𝐫𝐠𝐞𝐬 𝐏𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐚.

📷
1 – Praça da Corujeira, 1966
Vista geral do Jardim da Praça da Corujeira, antes das obras de beneficiação [CMP -Relatório e Contas de Gerência referentes a 1966, p. 213] © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto
2 – Construção de um edifício na Praça da Corujeira, c. 1980
[Atual Centro de Dia e Convívio] © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto
3 e 4 – Percurso entre Falcão e Machado Vaz, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
5 – Deambulação no Bairro Eng. Machado Vaz, 2026
[Mural junto à entrada da Casa do Vale - Centro de Acolhimento Temporário] © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
6 – Grupo de Moradias Populares Engenheiro Machado Vaz, 1967
[Aspeto do Bairro destacando-se o parque infantil] © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto
7 – Jovem a chegar ao ringue por entrada alternativa, 2025
[Bairro Engenheiro Machado Vaz] © Ana Clara Roberti

Na última caminhada participada de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, Dori Nigro assumiu a função de vigilante. Em 𝐕𝐢𝐠𝐢𝐚 (𝐕𝐢·𝐠𝐢·𝐚) — 𝐧𝐨...
09/06/2026

Na última caminhada participada de 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, Dori Nigro assumiu a função de vigilante. Em 𝐕𝐢𝐠𝐢𝐚 (𝐕𝐢·𝐠𝐢·𝐚) — 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐟𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐨, 𝐟𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫𝐢𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐬𝐜𝐮𝐥𝐢𝐧𝐚, tornámo-nos simultaneamente agentes observadores e objetos observados, num trajeto pelo Terminal Intermodal de Campanhã e pelas redondezas constantemente narrado por Dori.

Por entre descrições do que observava e canções de rádio que acompanhámos pelo dispositivo, esta figura do vigilante falou-nos de várias realidades sobrepostas: a do trabalhador precário que luta por mais direitos; a do ser humano que busca uma casa digna e inteiramente sua e ainda a de Luiz Araújo, um dos fundadores da SOS Habitat que lutou, durante anos, pelo direito à terra e à habitação em Angola.

Foi com um registo original de Luiz Araújo, gravado em Barcelos, e com uma frase que dizia de forma recorrente – "O 25 de Abril nasceu em África" – que a caminhada terminou onde começou.

A Bandeira realizada para sinalizar este caminho parte de um desenho simples e com poucas cores, mas com muito significado, tendo sido realizada pelo grupo de jovens da Casa de Acolhimento do Centro Juvenil de Campanhã, a quem agradecemos a colaboração.

Queremos agradecer ainda ao Sr. Jorge, morador na Rua do Arco de Noeda, pelo encontro espontâneo e pela amável conversa, que nos proporcionou uma valiosa contextualização histórica sobre a zona.

📷 Inês Aleixo

No clássico Vigiar e Punir (1975), Michel Foucault problematiza o poder de vigiar e a forma como este molda os nossos co...
03/06/2026

No clássico Vigiar e Punir (1975), Michel Foucault problematiza o poder de vigiar e a forma como este molda os nossos comportamentos e movimentos a partir da experiência do mundo ocidental. Passamos a agir como se estivéssemos sempre a ser observados, mesmo quando não temos a certeza disso. Vivemos num eterno Big Brother onde o outro passa a testemunhar e coreografar a nossa existência.

No próximo percurso-performance 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, o performer, criador e educador 𝐃𝐨𝐫𝐢 𝐍𝐢𝐠𝐫𝐨 será o nosso guia/vigia. Propõe em 𝐕𝐢𝐠𝐢𝐚 (𝐕𝐢·𝐠𝐢·𝐚) — 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐟𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐨, 𝐟𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫𝐢𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐬𝐜𝐮𝐥𝐢𝐧𝐚 o simples gesto de observar, reconhecendo que, ao mesmo tempo que observamos, somos também observados.

O eixo programático Criação – Territórios Imaginados tem a curadoria de Ana Rocha.

As vagas para esta caminhada participada já se encontram esgotadas, mas poderão enviar-nos um email para [email protected] indicando o vosso interesse em serem adicionados à lista de espera.

📷1 – Ronda pelo Terminal Intermodal de Campanhã, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

📷 2 – Vista aérea da estação de Campanhã e zona envolvente, 1963 © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto

📷 3 – Panorâmica do Terminal Intermodal de Campanhã, com o Centro Juvenil de Campanhã e nova construção urbana em curso, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

📷 4 – Portão e fachada principal do antigo Seminário dos Meninos DeꙄamparados, c. 1980 [Exposição: o Porto, uma cidade onde as crianças gostam de viver: centro juvenil de Campanhã] © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto

📷5 – Incursão nas ruínas da antiga Fábrica do Esteiro, 2026 [Lavandaria hidráulica para lavagem de lãs construída parcialmente sobre o Rio Tinto] © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

📷 6 – Projecto da Reconstrucção da Fábrica do Esteiro, 1932 [Alçado principal e corte longitudinal] © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto

O protagonista natural da caminhada deste domingo foi o 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨, por onde nos guiou a arquiteta paisagi...
01/06/2026

O protagonista natural da caminhada deste domingo foi o 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨, por onde nos guiou a arquiteta paisagista 𝐓𝐞𝐫𝐞𝐬𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐞𝐥𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞𝐬. Entre a dicotomia natural e urbano, esta sessão 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 levou-nos por um ecossistema bastante diversificado e rico – o do Vale de Campanhã – feito de matas e campos, cursos de água como o Rio Tinto e ainda ao que podemos chamar de verde urbano que ocupa os arruamentos e caminhos nos seus muros, paredes e bermas.

O guarda-rios 𝐉𝐨𝐬𝐞́ 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬 juntou-se ao percurso para falar sobre a sua missão de manutenção do Rio Tinto, assim como os desafios ambientais que o Parque enfrenta.

O trajeto levou-nos ao 𝐏𝐞𝐠𝐨 𝐍𝐞𝐠𝐫𝐨, uma aldeia de Campanhã que ainda mantém algumas características rurais e que tem sido alvo de reabilitação urbana nos últimos anos.

Gostaríamos de expressar o nosso agradecimento à Águas e Energia do Porto pela disponibilidade demonstrada ao possibilitar a participação do guarda-rios José Lopes.

📷 Inês Aleixo

A primeira caminhada participada de junho acontece no próximo domingo e é orientada pelo artista, investigador e educador 𝐃𝐨𝐫𝐢 𝐍𝐢𝐠𝐫𝐨. 𝐕𝐢𝐠𝐢𝐚 (𝐕𝐢·𝐠𝐢·𝐚) — 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐟𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐨, 𝐟𝐮𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫𝐢𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐬𝐜𝐮𝐥𝐢𝐧𝐚 é um caminho entre observar e ser observado. A proposta é o simples gesto de observar, reconhecendo que, nesse ato, ao mesmo tempo que observamos, somos observados.

Endereço

Rua São Roque Da Lameira 1564
Porto
4350-315

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