Matadouro - Centro Cultural do Porto

Matadouro - Centro Cultural do Porto Projeto que resulta da requalificação do Antigo Matadouro Industrial do Porto.

Será um projeto desenvolvido com e para as pessoas, que promoverá a criação e a apresentação de programas artísticos e culturais de importante valor comunitário e cívico.

Foi em fevereiro de 2015 que o 𝐖𝐨𝐨𝐝𝐬𝐭𝐨𝐜𝐤 𝟔𝟗 abriu portas no número 1212 da Rua de São Roque da Lameira. Esse número de p...
11/08/2026

Foi em fevereiro de 2015 que o 𝐖𝐨𝐨𝐝𝐬𝐭𝐨𝐜𝐤 𝟔𝟗 abriu portas no número 1212 da Rua de São Roque da Lameira. Esse número de porta é, no entanto, partilhado com um mosaico de pequenos negócios — afinal, o Woodstock encontra-se dentro das Galerias São Roque, uma tipologia de centro comercial dos anos 80, com os clássicos corredores serpenteantes no piso térreo de um edifício habitacional.

O espaço nasce como casa para música ao vivo de todos os subgéneros do rock mais pesado: todas as variações de punk e metal encontram aqui uma das poucas casas no Porto para os seus rituais.
A equipa das 𝐂𝐫𝐨́𝐧𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐙𝐎𝐏 visitou o espaço numa noite de punk clássico — com o concerto duplo dos Mata Ratos e dos Cobrafuma. Para ver todas as fotografias em 𝐦𝐚𝐭𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐨.𝐩𝐭 🤘

📷 Rui Pinheiro

O projeto Caminhos a Oriente faz uma pausa nas caminhadas participadas durante o mês de agosto, regressando em setembro ...
03/08/2026

O projeto Caminhos a Oriente faz uma pausa nas caminhadas participadas durante o mês de agosto, regressando em setembro com um programa que prossegue até ao final de novembro.

Ao longo de mais de quatro meses, fizemo-nos ao caminho para observar e escutar o Vale de Campanhã. Para questionar este território, contamos com habitantes, investigadores, artistas e visitantes que veem e vivem o território de formas distintas. A marcha contou, a cada passo, com a curiosidade e abertura dos 282 caminhantes que subiram ruas de elevada inclinação, atravessaram terreno selvagem, e ouviram histórias que apenas poderiam ter acontecido na Zona Oriental do Porto. A todos estes caminhantes — quer tenham feito várias das caminhadas ou apenas uma — o nosso sincero agradecimento, e um “até já”!

O programa de caminhadas participadas para setembro/novembro, que revelaremos muito em breve, permitir-nos-á continuar a cruzar caminhos e a criar diálogos com vista às iterações futuras deste projeto. E, como sempre, norteado pelos eixos programáticos Povoamento, Criação e Identidade –– cada um abraçado pelos curadores convidados Mário Mesquita, Ana Rocha e Virgílio Ferreira Borges.

1–3 — © Inês Aleixo
4 — Incursão em redor da Fábrica “A Invencível”, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
5–7 — © Inês Aleixo
8 — Aspeto das margens do Rio Tinto, 1890 © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto
9–10 — © Inês Aleixo
11 — © Renato Cruz Santos
12 — Aspeto da construção do Bairro de habitações populares de Rebordões, 1941 (Bairro Operário da Triana/ Ranha) © CMP/ Arquivo Histórico Municipal do Porto
13–15 — © Inês Aleixo
16 — © Renato Cruz Santos

A caminhada participada de domingo, orientada pela arquiteta e investigadora 𝐋𝐮𝐜𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚, levou-nos a 𝐑𝐨𝐦𝐩𝐞𝐫 𝐨 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐨 c...
28/07/2026

A caminhada participada de domingo, orientada pela arquiteta e investigadora 𝐋𝐮𝐜𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚, levou-nos a 𝐑𝐨𝐦𝐩𝐞𝐫 𝐨 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐨 com o objetivo de "não só entrar pelo bairro, mas ultrapassar os limites e compreender todas as relações".
Este Caminho, inserido no eixo programático 𝑰𝒅𝒆𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 - 𝑻𝒆𝒓𝒓𝒊𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒐𝒔 𝑽𝒊𝒗𝒊𝒅𝒐𝒔, permitiu-nos fazer uma leitura do projeto inicial do bairro do Cerco (construído em 1963), dos espaços de acesso e transição, dos modos de habitar e, por consequência, das intervenções de melhoramento realizadas nas últimas décadas.
Durante o percurso, foram várias as paragens em estruturas estratégicas para compreender as múltiplas formas de habitar o bairro — desde a Capela de Nossa Senhora do Calvário à Escola Básica e ao ringue desportivo —, bem como os diferentes modos de apropriação dos espaços comuns pelos moradores, tanto no passado como no presente. Entre outros exemplos, foi possível comparar os parques infantis previstos no projeto original do bairro com os baloiços e outras estruturas construídas pelos próprios habitantes, testemunhando formas distintas de viver e transformar o espaço coletivo ao longo do tempo.
Foi indispensável, para esta incursão, o contributo de 𝐂𝐥𝐚𝐫𝐚 𝐒𝐞𝐟𝐚𝐢𝐫, artista e educadora que concebeu, em 2025, o projeto Território Cerco: cartografia é movimento!, uma coprodução do Cultura em Expansão desenvolvida em parceria com o 𝐏𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐚𝐫-𝐭𝐞 e o 𝐄𝐬𝐩𝐚𝐜̧𝐨 𝐓. A bandeira que assinalou o início deste Caminho foi realizada pelos(as) Cartógrafos(as) — crianças e adolescentes da comunidade Cercar-te e do Bairro do Cerco do Porto — no âmbito deste projeto.

Igualmente indispensável foi o testemunho de 𝐑𝐢𝐜𝐚𝐫𝐝𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬, morador do bairro, dinamizador cultural, músico e ativista comunitário, que partilhou, na primeira pessoa, a experiência de quem conhece por dentro as múltiplas vivências deste lugar.

📷 Inês Aleixo

No próximo domingo, propomo-nos a 𝐑𝐨𝐦𝐩𝐞𝐫 𝐨 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐨 naquele que é o fecho da primeira temporada 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆.  A incu...
23/07/2026

No próximo domingo, propomo-nos a 𝐑𝐨𝐦𝐩𝐞𝐫 𝐨 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐨 naquele que é o fecho da primeira temporada 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆.
A incursão liderada pela arquiteta 𝐋𝐮𝐜𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚 pelo Cerco do Porto propõe, assim, uma leitura das suas transformações ao longo do tempo, cruzando o projeto inicial, os espaços de acesso e transição, os modos de habitar e as intervenções realizadas nos edifícios e no espaço público. Romper o Cerco do Porto significa, neste contexto, atravessar o bairro para além dos seus limites físicos, numa revisita a um lugar marcado por memórias, adaptações e modos de pertença.
Este percurso propõe uma aproximação ao Bairro do Cerco do Porto através de três escalas: o projeto urbano e arquitetónico, a casa enquanto espaço doméstico e o bairro enquanto espaço de vida coletiva.
Esta caminhada participada está inserida no eixo 𝐈𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 - 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐕𝐢𝐯𝐢𝐝𝐨𝐬 que tem a curadoria de Virgílio Borges Pereira.

📷
1 – Projeto de Grupo de Moradias Populares do Cerco do Porto, 1960
Planta topográfica | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto
2 – Bairro do Cerco do Porto, 1961 - Aspetos da 1ª. fase de construção dos blocos habitacionais do Cerco | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto
3 – Nova construção a Oriente 2026 | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
4 e 5 – Bairro do Cerco do Porto,1963-1964 - Vários aspetos dos blocos habitacionais e do parque infantil do Cerco do Porto | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto
6 – Campo de basquetebol no interior do recinto de futebol, 2026 | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
7 – Caminho de pé posto entre blocos, 2026 | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
8 – Vista aérea do Bairro do Cerco do Porto, 1962 | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto

No domingo, abrimos as portas do 𝐌𝐚𝐭𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 –– 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 para fazer um 𝐂𝐡𝐢𝐧𝐟𝐫𝐢𝐦🎶Neste gesto coletivo e env...
22/07/2026

No domingo, abrimos as portas do 𝐌𝐚𝐭𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 –– 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 para fazer um 𝐂𝐡𝐢𝐧𝐟𝐫𝐢𝐦🎶

Neste gesto coletivo e envolvente onde a barreira entre coro e espetadores foi desaparecendo aos poucos, as mais de 60 pessoas que compõem o coro do Frenesim percorreram canções clássicas e repertório original que inclui textos escritos a várias mãos.

Em 𝐂𝐡𝐢𝐧𝐟𝐫𝐢𝐦, o público, o som e o espaço tornaram-se dispositivos cénicos potentes naquele que foi um exercício emocionante de coexistência e de resistência –– habitámos, coletivamente, um espaço plural onde cabem todas as vozes.

📷 David Madeira

No domingo, o cineasta 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐢𝐭𝐨 traçou o percurso de Aurélio da Paz dos Reis quando sai de sua casa, na Rua Barão d...
21/07/2026

No domingo, o cineasta 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐢𝐭𝐨 traçou o percurso de Aurélio da Paz dos Reis quando sai de sua casa, na Rua Barão de Nova Sintra, até instalar um tripé na Praça da Corujeira para filmar cenas da feira de gado que ali se realizava. Pelo caminho, os locais por onde passámos sugeriram a natureza construída do cinema — mas também o enquadramento cinematográfico e cinemático que uma caminhada tem. Pelo meio, tivemos uma pequena passagem pela Ilha do Pardal, onde a residente Maria do Céu nos brindou com algumas estrofes da “Chulinha” de José Mário Branco. Esta caminhada participada terminou com a busca do que não estava visível no filme de Aurélio Paz dos Reis: o local onde este assentou a sua câmara.

A prova de contacto que sinalizou em azul da Prússia o início da nossa caminhada foi uma cianotipia produzida pelo grupo de trabalho Caminhos a Oriente, evocando os fantasmas dessa Casa do pioneiro do cinema português e floricultor, agora “invadida pelo seu Viveiro”.

Esta foi a última caminhada participada do eixo 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 — 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐈𝐦𝐚𝐠𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨𝐬, com curadoria de Ana Rocha, antes da interrupção dos Caminhos a Oriente durante o mês de agosto. Mais novidades sobre o programa de setembro-novembro em breve.

📷 Inês Aleixo

A caminhada participada do próximo domingo tem como ponto de partida a casa-viveiro de Aurélio da Paz dos Reis — que, pa...
16/07/2026

A caminhada participada do próximo domingo tem como ponto de partida a casa-viveiro de Aurélio da Paz dos Reis — que, para além de figura política, notável comerciante, e dedicado horticultor, foi também dos primeiros cineastas de Portugal. Em 𝐅𝐚𝐧𝐭𝐚𝐬𝐦𝐚𝐬 𝐚 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞, iremos procurar os espectros do cinema que ainda se encontram na Zona Oriental, e terá a orientação do realizador 𝐄𝐝𝐮𝐚𝐫𝐝𝐨 𝐁𝐫𝐢𝐭𝐨. Esta será já a quinta caminhada participada do eixo “Criação — Territórios Imaginados”, com curadoria de 𝐀𝐧𝐚 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚.

As vagas para esta caminhada participada já se encontram esgotadas, mas será possível integrarem a lista de espera enviando um email para [email protected].

📷 Vista da Casa de Aurélio Paz dos Reis invadida pelo Viveiro, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
📷 Nova Cintra, 1899 — Filhos de Aurélio da Paz dos Reis brincando no jardim, Aurélio da Paz dos Reis, © Centro Português de Fotografia + Nova paragem em Nova Sintra, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
📷 Nova Cintra, 1908 — Fachada da casa de Aurélio da Paz dos Reis, no nr. 185, com os filhos na janela e na rua, Aurélio da Paz dos Reis © Centro Português de Fotografia
📷 Paragem no 185 de Nova Sintra, 2026 © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente
📷 Fotograma — Feira do Gado na Corujeira, 1896, Aurélio da Paz dos Reis

O percurso  #𝟏𝟔 de 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆, no passado domingo, começou no 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐅𝐨𝐧𝐭𝐚𝐢́𝐧𝐡𝐚𝐬. A partir do Lavadouro d...
14/07/2026

O percurso #𝟏𝟔 de 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆, no passado domingo, começou no 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐅𝐨𝐧𝐭𝐚𝐢́𝐧𝐡𝐚𝐬. A partir do Lavadouro das Fontaínhas, o urbanista 𝐅𝐫𝐞𝐝𝐞𝐫𝐢𝐜𝐨 𝐌𝐨𝐮𝐫𝐚 𝐞 𝐒𝐚́ convidou-nos a refletir sobre os conceitos e ideias da urbanidade na relação com o histórico Ramal da Alfândega: a conectividade e acessibilidade, os usos e a diversidade funcional, a sociabilidade e qualidade do espaço público. Antes de lá chegarmos e percorrermos a pé (e com uma bicicleta) os vários caminhos e viadutos abandonados, conhecemos também o projeto que aqui se desenvolveu da 𝐇𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐁𝐚𝐧𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐚.

Pedro Martins relatou-nos como nasceram estas hortas em plena pandemia, quando um grupo de amigos viu "tanto espaço vazio" e decidiu "plantar uns tomates, umas couves". O que começou como um gesto espontâneo mobilizou muitos habitantes da cidade em torno da agricultura urbana e da gestão coletiva deste espaço, transformando um terreno abandonado das Fontainhas numa horta comunitária autogerida, assente na ajuda mútua e na eco-sustentabilidade.

Sempre acompanhados pelo rio Douro, percorremos a antiga linha ferroviária, desativada desde 1989, até à Rua da China, uma área que deverá ser profundamente transformada pela futura linha de alta velocidade. Pelo caminho, experimentámos trajetos de mobilidade suave até Pinheiro de Campanhã, passando pelo Terminal Intermodal de Campanhã e terminando no viaduto sob a VCI, na Rua de Bonjóia, junto à Fonte de Nossa Senhora de Campanhã.

No final da caminhada, houve ainda espaço para ouvir os testemunhos dos participantes e recolher propostas para a reabilitação da antiga linha ferroviária.

📷 Inês Aleixo

A próxima caminhada participada 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆 é uma travessia pedonal entre bermas férreas e viadutos rodoviários. ...
09/07/2026

A próxima caminhada participada 𝑪𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐𝒔 𝒂 𝑶𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆 é uma travessia pedonal entre bermas férreas e viadutos rodoviários.
A partir do 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐅𝐨𝐧𝐭𝐚𝐢́𝐧𝐡𝐚𝐬, o urbanista 𝐅𝐫𝐞𝐝𝐞𝐫𝐢𝐜𝐨 𝐌𝐨𝐮𝐫𝐚 𝐞 𝐒𝐚́ orienta-nos pelas partes da Zona Oriental repleta de vias que a cruzam, viadutos que deixam por ocupar, desenvolver e integrar os múltiplos espaços por onde apenas passam e não criam cidade.

Inserido no eixo 𝐏𝐨𝐯𝐨𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 - 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐝𝐨𝐬 (curadoria de 𝐌𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐌𝐞𝐬𝐪𝐮𝐢𝐭𝐚), o caminho deste domingo convida, através de percursos no tempo e no espaço, a uma experiência imersiva nos meandros das várias estruturas de acessibilidade, à perceção direta pela observação sensorial dos sítios, nos sítios e com os sítios.

Lembramos que em julho, para evitar os horários de maior exposição solar, as caminhadas participadas começam às 𝟏𝟎:𝟎𝟎.

📷
1 - Monte do Seminário, 1915
Levantamento da área com registo das várias infraestruturas ferroviárias | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto

2 - Entroncamento da Rua do Freixo com Rua Pinheiro de Campanhã, 2026
[Aspetos da mobilidade suave] | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

3 - Bairro de lata no Monte do Seminário, 1947-49
Aspeto do bairro e seus moradores, desde a Ponte Maria Pia até ao Colégio dos Orfãos | © CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto

4 - Traçando o antigo corredor ferroviário da Alfândega, 2026
[Túnel – abrigo] | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

5 - Comboio a entrar nos túneis da Quinta da China, do Monte do Seminário para a Estação de São Bento, c. 1900
Aurélio da Paz dos Reis | © Centro Português de Fotografia

6 – Despedida do comboio a v***r: via larga, 1977
[À cota superior, o Ramal de São Bento; à cota inferior, o Ramal da Alfândega]
Bilhete postal | Fotografia e edição: Ricardo da Fonseca | Comissão de Estudo do Museu Ferroviário
© CMP / Arquivo Histórico Municipal do Porto

7 - Traçando o antigo corredor ferroviário da Alfândega, 2026
[Aglomerado de graffiti bombing entre cotas férreas] | © Grupo de Trabalho Caminhos a Oriente

No passado domingo teve lugar 𝐀 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐨𝐥𝐡𝐚𝐫 — 𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐯𝐢𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 — mais uma caminhada participada do projeto Camin...
07/07/2026

No passado domingo teve lugar 𝐀 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐨𝐥𝐡𝐚𝐫 — 𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐯𝐢𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 — mais uma caminhada participada do projeto Caminhos a Oriente. A tal cidade invisível revelou-se pela recuperação de memória conduzida por Jorge Ricardo Pinto que, orientando o caminho pela cúpula da colina da antiga Quinta da China, foi evocando as histórias de Aurélio da Paz dos Reis, do Barão de Nova Sintra ou de Aurélia de Sousa, e a forma como estas figuras se cruzaram com o território. Mas nem só de vultos inscritos na história se fez este caminho, que após o longo percurso solarengo encontrou um refúgio refrescante na Associação de Moradores da Lomba. Aqui, Ricardo Martins, que acompanhou todo o percurso, falou-nos deste exemplo de organização coletiva em torno da habitação e do convívio.

📷 Inês Aleixo

Endereço

Rua São Roque Da Lameira 1564
Porto
4350-315

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