Tiago Guardião - Serapilheira das Histórias

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Sejam bem-vindos à página de 𝐹𝑎𝑐𝑒𝑏𝑜𝑜𝑘 do contador de histórias que guarda um mundo de fantasia e imaginação no seu saco de serapilheira! 😁


Ao vosso dispor,



Tiago Guardião

Passadas umas semanas, resolvi ouvir outro podcast. Trata-se de um podcast cuja existência tenho registada na memória de...
25/08/2026

Passadas umas semanas, resolvi ouvir outro podcast. Trata-se de um podcast cuja existência tenho registada na memória desde Abril de 2026. Mas confesso que não ouvi-o naquela altura. Como também já disse há semanas, a vontade de ouvir podcasts é-me muito menor do que a de ler textos e a de ver (e ouvir) vídeos. Porém, confesso igualmente que já devia tê-lo ouvido porque contém a conversa que a Georgina Angélica e a Paula Cardoso tiveram com uma Mulher - sim, com «M» sem qualquer sombra de dúvida! -: a Profa. Ana Josefa Cardoso (artigo do Expresso em baixo). ^_^

Tenho a certeza de que muitos de vocês desconhecem a Profa. Ana Josefa, mas ela não é uma pessoa qualquer para mim: as nossas vidas cruzaram-se na Escola Básica 2/3 do Vale da Amoreira vulgo «Escola do Mato» - eh, pá, salvo erro, deram o apelido porque a escola situa-se numa zona de mato (aconselhando a lá ir ver quem não acredita)! - no ano letivo 2004/2005 - eu como aluno de sexto ano, ela como professora de Língua Portuguesa. Aliás, foi como professora dessa disciplina de Ensino Básico que foi entrevistada neste podcast d'O Tal Podcast (o nome não vos faz lembrar a historicamente famosa série de 𝑙𝑖𝑣𝑒-𝑎𝑐𝑡𝑖𝑜𝑛 𝑂 𝑇𝑎𝑙 𝐶𝑎𝑛𝑎𝑙? A mim faz curiosamente!). A Georgina e a Paula conversam com indivíduos de etnia africana para esta série de entrevistas áudio online. Só que não são indivíduos quaisquer: são personalidades que se destacam em diversas áreas. E a Profa. Ana Josefa é uma das professoras portuguesas, de qualquer etnia, que mais e melhor destaque mediático merece! É o que me levou a ouvir o podcast. Não deixo esta opinião por simples simpatia que nutro por ela misturada com o carinho das boas recordações pregadas na alma. Deixo-a porque, como disse, fui testemunha do que fez e como trabalha - e ainda sou prova! É que, vendo bem as coisas, influenciou-me um pouco na contação de histórias! Continuo a desenrolar esta minha a opinião como um tapete para saberem no que se traduz essa influência e o que esperar do podcast. ;)

𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑛𝑎𝑠 𝐼𝑙ℎ𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝐶𝑎𝑏𝑜 𝑉𝑒𝑟𝑑𝑒 é um livro da coleção literária 𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎 originalmente publicado em 1990. Como o seu título indica, este livro é sobre Cabo Verde, tanto a nível de fiçcão como a nível de não-ficção. Isso denota-se no facto de, como em muitos outros livros da coleção, para além da história em si, haver a secção «O que é real nesta aventura?» nele. Foi a publicação em papel sobre a qual a minha turma do sexto ano se debruçou pedagogicamente. Isso até teve lógica: a Profa. Ana Josefa é natural de Cabo Verde afinal. Ora eu já era fã desta coleção literária naquela altura; sou atualmente fã de toda a franquia que leva o nome d'𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎. Com 𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑛𝑎𝑠 𝐼𝑙ℎ𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝐶𝑎𝑏𝑜 𝑉𝑒𝑟𝑑𝑒, o meu gosto por esta franquia de ficção só aumentou. Não é dos melhores livros 𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎 (referindo-me à franquia), mas tem um enorme atrativo: a representatividade cultural. Foi através da escrita da Ana Maria Magalhães e da Isabel Alçada que fui apresentado a uma cultura completamente diferente da minha. É claro que foi a cultura de Cabo Verde que me despertou a atenção neste caso. Adoro a maneira com que essa cultura é retratada no livro: de forma respeitosamente realista após pesquisas bem feitas. Aliás, é assim que culturas para além da cristã e portuguesa étnica da Área Metropolitana de Lisboa (a cultura predominante de Portugal, o território onde o conteúdo d'𝑈𝑚𝑎 𝐴𝑣𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑎 é originalmente apresentado) são geralmente retratadas na franquia. Foi essa excelente maneira de fazer representatividade cultural de que tomei noção, anos mais tade, já como criador de conteúdo artístico. Essa é umas das razões para adorar esta franquia. E é igualmente a razão pela qual estas duas escritoras sejam dois dos meus modelos na criação de conteúdo artístico - https://www.facebook.com/photo/?fbid=122129771684624301&set=a.122129155460624301. Pretendo, no fundo, dar a conhecer diferentes culturas ao meu público através da contação de histórias da mesma maneira que elas têm feito! :)

Ora a semente da noção da maneira de fazer representatividade cultural da Ana Maria Magalhães e da Isabel Alçada foi implantada com a escolha de livro para leitura de ensino que a Profa. Ana Josefa fez, mostrando assim um pouco de Cabo Verde, da sua cultura e das suas gentes, quando deu aulas de Língua Portuguesa à nossa turma de sexto ano. Portanto, pode dizer-se seguramente que foi assim que ela influenciou-me como o contador de histórias que sou atualmente! 😁

Até adoro este podcast. Nele se ouve uma conversa feita com um genuíno à-vontade da Georgina Angélica, da Paula Cardoso e da Profa. Ana Josefa Cardoso. As suas intervenções são incisivamente ditas com ponderação, mas também sem papas na língua. Isso faz os seus recetores pensarem sobre os assuntos então abordados. Ainda aprendi bué sobre a história de Cabo Verde, o crioulo cabo-verdiano e como é e deve ser feito o ensino, especialmente em contexto de multiculturalidade e interculturalidade, através dessa conversa. Ri-me a valer com algumas coisas que elas os três disseram! A única coisa do podcast a que torço o nariz é a sua duração, perguntando se não poderia demorar bem menos do que 59min31s. Mas pelo menos estive bem entretido durante cerca de 1 h por cortesia idealizada por estas duas apresentadoras. Agradeço-lhes o entretenimento fornecido, dou-lhes os parabéns por esse motivo e desejo que continuem sempre assim!

Profa. Ana Josefa, volto a dar-lhe os parabéns pelos serviços excelentemente prestados à sociedade e ao ensino, a agradecer o que ensinou a mim e a tantos outros e a influência que teve na minha carreira artística e a desejar que continue sempre assim! ;)

Por fim, uma curiosidade: a Profa. Ana Josefa começou a dar aulas em 1993 - ela disse no podcast -, o ano em que eu nasci! 😄

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião













Aos cinco anos, na pré-primária, em Cabo Verde, Ana Josefa Cardoso tinha dores de barriga só de pensar em falar português. Hoje faz do ensino da “língua de Camões” profissão, enquanto mantém vivo o idioma materno. “A língua que une efetivamente todos os cabo-verdianos é o crioulo”,...

Hoje, dia 12 de Agosto, é o Dia Internacional do Disco de Vinil. Com vista a assinalar este dia e as músicas originalmen...
12/08/2026

Hoje, dia 12 de Agosto, é o Dia Internacional do Disco de Vinil. Com vista a assinalar este dia e as músicas originalmente lançadas quando os discos de vinil eram amplamente usados e comercializados que dão término a algumas narrativas que já apresentei, segue em anexo um vídeo de 𝑌𝑜𝑢𝑇𝑢𝑏𝑒 que contém 𝑊ℎ𝑒𝑛 𝐼 𝐹𝑎𝑙𝑙 𝑖𝑛 𝐿𝑜𝑣𝑒, uma canção do Nathaniel Adams Coles vulgo Nat King Cole (1919-1965) mundialmente estreada numa época em que esse tipo de discos dominava o mercado fonográfico que foi uma das duas músicas escolhidas pelo meu público para terminar 𝑂 𝑉𝑒𝑙ℎ𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝐿𝑖𝑎 𝑅𝑜𝑚𝑎𝑛𝑐𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝐴𝑚𝑜𝑟 na primeira (e única até agora) apresentação deste reconto do 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑒𝑚 𝐶𝑜𝑚𝑖𝑔𝑜 no dia 22 de Novembro de 2024, no Centro de Dia do CRIVA (Centro de Reformados e Idosos do Vale da Amoreira), a primeira apresentação de história que fiz após criar a minha página de 𝐹𝑎𝑐𝑒𝑏𝑜𝑜𝑘 - https://www.facebook.com/media/set/?set=a.122106446660624301&type=3 (a outra música de término d'𝑂 𝑉𝑒𝑙ℎ𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝐿𝑖𝑎 𝑅𝑜𝑚𝑎𝑛𝑐𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝐴𝑚𝑜𝑟 escolhida na apresentação original do reconto foi 𝐶𝑎𝑟𝑡𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝐴𝑚𝑜𝑟. É uma canção do António Maria de Matos vulgo Tony de Matos [1924-1989]. Até gosto das duas canções, achando-as excelentes!). 🎵

Desejo um feliz Dia Internacional do Disco de Vinil àqueles que estão ligados aos discos de vinil de uma forma ou doutra e que cuidem muito bem dos que têm em mãos, pois são certamente peças de valor único de uma história que nunca para de ser contada e recontada - a história da arte, da cultura, do espetáculo e do entretenimento e de como nos relacionamos com isso! ;)

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião




Nat King Cole sings "When I Fall in Love"

03/08/2026

𝐇𝐈𝐍𝐎 𝐃𝐄 𝐄𝐒𝐂𝐀𝐋𝐇𝐀̃𝐎

𝐓𝐢𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐧𝐚𝐫𝐫𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥: canção tradicional.

𝐋𝐨𝐜𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐥𝐡𝐚 𝐝𝐚 𝐧𝐚𝐫𝐫𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 (𝐞 𝐬𝐞𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐭𝐞𝐧𝐜𝐞): Vale da Amoreira (Moita).

𝐃𝐚𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐥𝐡𝐚 𝐝𝐚 𝐧𝐚𝐫𝐫𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥: 31 de Julho de 2026.

𝐍𝐨𝐦𝐞 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞: Orminda Henriques.

𝐈𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞: noventa e dois anos.

𝐍𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞 (𝐬𝐞𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨): Figueira de Castelo Rodrigo.

𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞: portuguesa.

𝐆𝐫𝐮𝐩𝐨 𝐞́𝐭𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞: português.

A letra do 𝐻𝑖𝑛𝑜 𝑑𝑒 𝐸𝑠𝑐𝑎𝑙ℎ𝑎̃𝑜 pode ser lida neste vídeo editado por mim a partir de uma foto que tirei a uma folha que contém a referida letra e um áudio 𝑀𝑃3 com a interpretação que a Orminda Henriques fez desta canção tradicional.

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião

As imagens deste vídeo para além da foto que tirei foram tiradas das seguintes fontes:

- A primeira imagem do vídeo foi tirada do site 𝐺𝑢𝑖𝑎 𝑑𝑎 𝐶𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒;

- A última imagem do vídeo foi tirada do site da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo.

Volto a agradecer à Orminda Henriques por colaborar para a minha recolha oral de narrativas tradicionais.

Aproveito ainda para dar os parabéns à Orminda e aos outros que já colaboraram para a minha recolha oral de narrativas tradicionais por transmitirem-nas impecavelmente e com alma de diversas maneiras na minha opinião e desejar que continuem sempre assim na medida do possível!



02/08/2026

Segue em anexo um vídeo que gravei e editei com a apresentação d'𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜, um conto tradicional da Escusa, uma aldeia da freguesia de São Salvador da Aramenha, do concelho de Marvão, que a Ângela da Conceição transmitiu à Fátima Salgueiro, neta dela, e esta transcreveu de modo a que chegasse ao público que folheie 𝐴𝑣𝑜́, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎!!! 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑒 𝐸𝑠𝑡𝑜́𝑟𝑖𝑎𝑠 𝑃𝑜𝑝𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠, um livro ilustrado pela Salomé Mendes e pela Inês Pina e publicado pela 𝐸𝑑𝑖𝑐̧𝑜̃𝑒𝑠 𝐶𝑜𝑙𝑖𝑏𝑟𝑖 em 2016, que fiz pela segunda vez vez. 🙂

Espero que gostem deste vídeo! 😁

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião










01/08/2026

𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜 termina com uma canção criada por mim para mostrar que as duas personagens deste conto tradicional da Escusa, uma aldeia da freguesia de São Salvador da Aramenha, do concelho de Marvão, que a Ângela da Conceição transmitiu à Fátima Salgueiro, neta dela, e esta transcreveu de modo a que chegasse ao público que folheie 𝐴𝑣𝑜́, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎!!! 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑒 𝐸𝑠𝑡𝑜́𝑟𝑖𝑎𝑠 𝑃𝑜𝑝𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠, um livro ilustrado pela Salomé Mendes e pela Inês Pina e publicado pela 𝐸𝑑𝑖𝑐̧𝑜̃𝑒𝑠 𝐶𝑜𝑙𝑖𝑏𝑟𝑖 em 2016, estavam na mesma posição da vida humana pela maneira de beber água e pela necessidade de saciar a sede: 𝑇𝑎𝑙 𝑒 𝑄𝑢𝑎𝑙 𝐸𝑢.

Segue abaixo 𝑇𝑎𝑙 𝑒 𝑄𝑢𝑎𝑙 𝐸𝑢. Esta canção constituída por apenas uma frase é cantada duas vezes seguidas.

«O rei a proceder
É tal e qual eu:
Bebe pelo mesmo lado
A água que o destino deu.» 🎵

É da boca da dona de uma casa que sai esta canção, pelo que quem a canta dá voz a esta personagem d'𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜. 😉

Segue em anexo um vídeo com uma pequena parte da apresentação d'𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜 no Centro de Dia do CRIVA (Centro de Reformados e Idosos do Vale da Amoreira) ontem, dia 21 de Julho de 2026, gravado pela Gina Costa que, a meu ver, retrata bem eu a cantar 𝑇𝑎𝑙 𝑒 𝑄𝑢𝑎𝑙 𝐸𝑢 - peço desculpa porque reconheço que poderia ter cantado melhor -, a dizer o meu rito final e a ser felicitado após apresentar este conto tradicional. 😁

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião

Volto a agradecer à Gina Costa por ter gravado este vídeo.















01/08/2026












Segue em anexo a imagem que editei com o ecomapa narrativo que fiz para 𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜, um conto tradicional...
30/07/2026

Segue em anexo a imagem que editei com o ecomapa narrativo que fiz para 𝐴 𝐵𝑖𝑙ℎ𝑎 𝑑𝑒 𝐺𝑎𝑟𝑔𝑎𝑙𝑜 𝑃𝑎𝑟𝑡𝑖𝑑𝑜, um conto tradicional da Escusa, uma aldeia da freguesia de São Salvador da Aramenha, do concelho de Marvão, que a Ângela da Conceição transmitiu à Fátima Salgueiro, neta dela, e esta transcreveu de modo a que chegasse ao público que folheie 𝐴𝑣𝑜́, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎, 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑎!!! 𝐶𝑜𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑒 𝐸𝑠𝑡𝑜́𝑟𝑖𝑎𝑠 𝑃𝑜𝑝𝑢𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠, um livro ilustrado pela Salomé Mendes e pela Inês Pina e publicado pela 𝐸𝑑𝑖𝑐̧𝑜̃𝑒𝑠 𝐶𝑜𝑙𝑖𝑏𝑟𝑖 em 2016, que eu apresentarei no Centro do Dia do CRIVA (Centro de Reformados e Idosos do Vale da Amoreira) amanhã, dia 31 de Julho de 2026, e numa gravação de um vídeo que editarei e colocarei nesta página de 𝐹𝑎𝑐𝑒𝑏𝑜𝑜𝑘 no próximo fim-de-semana. 🙂

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião













Eis uma coisa interessantemente caricata para mim que descobri há dois anos que podem ver nesta imagem que tirei da minh...
28/07/2026

Eis uma coisa interessantemente caricata para mim que descobri há dois anos que podem ver nesta imagem que tirei da minha conta de 𝐹𝑎𝑐𝑒𝑏𝑜𝑜𝑘. 😆

Sim, este Tiago sou eu! ;P

Sim, houve essa conversa que o 𝑟𝑒𝑑𝑑𝑖𝑡𝑜𝑟 Effective-Diver5534 refere: foi na caixa de comentários do artigo do ShukerNature (blogue dedicado à criptozoologia do Dr. Karl Shuker), sobre o Homem-Galho do Pessegueiro - https://karlshuker.blogspot.com/2016/12/introducing-homen-galho-portugals.html. E fui eu que chamei à atenção do Dr. Karl Shuker para este tipo de criptido beirão por e-mail! 😎

Até é-me engraçado eu ser mencionado numa troca de comentários num tópico do 𝑅/𝐶𝑟𝑖𝑝𝑡𝑜𝑧𝑜𝑜𝑙𝑜𝑔𝑦 - https://www.reddit.com/r/Cryptozoology/comments/145mzj5/comment/jno4pbd! O tipo de criptido discutido neste tópico de 𝑅𝑒𝑑𝑑𝑖𝑡 é a Cobra-Capelo Fantasma de Barcelos. Ainda tenho prazer em lê-lo. Volto a dar os parabéns ao Effective-Diver5534 por o ter escrito de forma a que seja, a meu ver, esclarecedor e interessante, a agradecer-lhe o entretenimento e as informações sobre um tipo de criptido minhoto e a desejar que continue sempre assim! ;)

Os seres fantásticos de diversos tipos, incluindo criptidos, são personagens que procuro que residam no meu universo de fantasia e imaginação - daí me interessar por criptozologia como extensão do meu interesse em folclore e mitologia, principalmente narrativas tradicionais, o meu género de narrativos favorito para trabalhar na contação de histórias. 😁

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião






O meu interesse em criptozoologia é, no fundo, uma extensão do meu interesse em folclore e mitologia, principalmente nar...
28/07/2026

O meu interesse em criptozoologia é, no fundo, uma extensão do meu interesse em folclore e mitologia, principalmente narrativas tradicionais, porque os criptidos de diversos tipos figuram nesse género de narrativas. :)

Ora imaginem a minha surpresa agradável quando descobri há dois anos que uma das fontes do artigo do site 𝐸𝑛𝑐𝑦𝑐𝑙𝑜𝑝𝑎𝑒𝑑𝑖𝑎 𝑜𝑓 𝐶𝑟𝑦𝑝𝑡𝑜𝑧𝑜𝑜𝑙𝑜𝑔𝑦 que segue em anexo é o artigo relativo a um tipo de criptido português chamado Cabicanca que escrevi para o Portugal Num Mapa (site de divulgação de Portugal e da sua cultura, dos seus locais e da sua Natureza) - https://www.portugalnummapa.com/cabicanca! 😁

Não concordo com tudo o que pode ser lido neste artigo do 𝐸𝑛𝑐𝑦𝑐𝑙𝑜𝑝𝑎𝑒𝑑𝑖𝑎 𝑜𝑓 𝐶𝑟𝑦𝑝𝑡𝑜𝑧𝑜𝑜𝑙𝑜𝑔𝑦 - por ex., pergunto o quanto os habitantes (humanos) de Aguiar da Beira na altura conheciam realmente a cegonha-branca (𝐶𝑖𝑐𝑜𝑛𝑖𝑎 𝑐𝑖𝑐𝑜𝑛𝑖𝑎) e a ainda mais esquiva cegonha-preta (𝐶𝑖𝑐𝑜𝑛𝑖𝑎 𝑛𝑖𝑔𝑟𝑎) e torço o nariz para as hipóteses pré-históricas do que tenha sido a Cabicanca -, mas acho-o bem escrito no geral. Dou os parabéns a quem esteve por detrás do artigo por esse motivo, agradeço-lhe isso que foi feito e desejo que continue sempre assim!

Também volto a agradecer essa oportunidade para mostrar um trabalho escrito por mim ao público que o responsável pelo 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑢𝑔𝑎𝑙 𝑁𝑢𝑚 𝑀𝑎𝑝𝑎 me deu, a dar os parabéns a ele e aos outros que têm colaborado para este site por achar que têm-no desenvolvido bem no geral e a desejar que continuem sempre assim! ;)

Ao vosso dispor,

Tiago Guardião





The Cabicanca (informal Portuguese for "What a big beak!") was a cryptid bird witnessed by the population of Aguiar da Beira, Portugal. The Cabicanca settled in Aguiar da Beira, building its nest on top of a local church. Apparently, the stork shocked and terrified all who saw it in the community, h...

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2835-224

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