CRIVO - Festival Mulheres Compositoras

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CRIVO - Festival Mulheres Compositoras Festival totalmente dedicado às obras de mulheres compositoras - da Idade Média ao Presente.
18 SETEMBRO a 2 OUTUBRO 2025 · LISBOA

Para muitos, 2026 começa hoje, e o CRIVO não queria deixar de agradecer 2025. Agradecer o ano em que o CRIVO começou e a...
05/01/2026

Para muitos, 2026 começa hoje, e o CRIVO não queria deixar de agradecer 2025. Agradecer o ano em que o CRIVO começou e a todas as pessoas que o tornaram possível e arrebatador.

Aos nossos parceiros e patrocinadores: Caixa Geral de Depósitos, República Portuguesa / DGArtes, FLAD, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Goethe-Institut, Museu de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, INET-md / NOVA FCSH, Antena2 e Coffeepaste.

À maravilhosa equipa: Luísa Correia da Silva (direcção), Inês Thomas Almeida (curadoria musical), Mané Peixoto (identidade visual e design), Benedita Pinto Gonçalves (design), Helena Marteleira (comunicação e assessoria de imprensa), Teresa Cunha Pinto / CULTA (redes sociais), Beatriz Anjos (produção executiva), Diana Tinoco (fotografia) e Adriana Romero (vídeo).

Aos artistas extraordinários: Grupo Vocal Olisipo, Camila Mandillo, Raúl da Costa, Camerata Atlântica, Raquel Mendes, F.M. Jalôto, Huw Daniel, Real Câmara Orquestra Barroca, Orquestra Gulbenkian, Jay Campbell e a maestra Tianyi Lu.

Aos professores Rui Vieira Nery (conferência); Ana Serrano, Armando Possante, Bárbara Villalobos, Helena Bivar, Isabel Albergaria, Marija Mihajlovic Pereira, Sérgio Azevedo (Fórum Ensino) e à realizadora Sheila Hayman (cinema).

E às 1400 pessoas que vieram ao CRIVO!

Desejamos a todos um óptimo ano e que nos possamos encontrar em breve, celebrando as mulheres compositoras - da Idade Média a 2026!

Fotografia: Diana Tinoco .ph

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Não podíamos ter terminado a 1ª edição do CRIVO de melhor forma! No Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian com...
07/10/2025

Não podíamos ter terminado a 1ª edição do CRIVO de melhor forma! No Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian com a Orquestra Gulbenkian, o violoncelista Jay Campbell e a maestra Tianyi Lu. Ouvimos ‘Reverdecer’ (2023), da compositora portuguesa Andreia Pinto Correia, uma peça escrita especialmente para o violoncelista norte-americano Jay Campbell, que veio a Lisboa de propósito para a tocar no CRIVO, e ainda a estreia em Portugal da Sinfonia op. 41 (1920) da compositora croata Dora Pejačević. Um concerto memorável!!

Ao longo de duas semanas, o CRIVO trouxe a Lisboa vários concertos comentados, um fórum ensino, uma conferência e ainda uma sessão de cinema. Obrigada a todos os que participaram nesta homenagem às mulheres compositoras!

©️ .ph / CRIVO

Jay Campbell é representado pela Schmidt Artists International.

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, FLAD, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, INET-md / NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Vamos ter saudades dos nossos mupis e cartazes! Fotografias 1, 3 e 5 -©️.ph / CRIVOApoios: República Portuguesa / Direçã...
07/10/2025

Vamos ter saudades dos nossos mupis e cartazes!

Fotografias 1, 3 e 5 -©️.ph / CRIVO

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu Nacional de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Tivemos a sorte de contar com a compositora Andreia Pinto Correia nos ensaios da sua peça ‘Reverdecer’, ao lado da maest...
05/10/2025

Tivemos a sorte de contar com a compositora Andreia Pinto Correia nos ensaios da sua peça ‘Reverdecer’, ao lado da maestra Tianyi Lu, da Orquestra Gulbenkian e do solista Jay Campbell, preparando o concerto do CRIVO no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, na passada quinta-feira.

A música de Andreia Pinto Correia tem uma forte componente contemplativa, com grande atenção dada aos detalhes, ao timbre e ao elemento do tempo. É nessa intersecção entre o tempo, o percurso e a memória que encontramos ‘Reverdecer’, uma encomenda da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde foi estreada em 2023. Escrita para o violoncelista Jay Campbell, que regressou a Lisboa para a tocar, esta peça, que a compositora descreve como uma viagem de emoções, recordações, saudade e esperança, é dedicada em primeiro lugar à memória dos seus pais.

©️ .ph / CRIVO

Jay Campbell é representado pela Schmidt Artists International.

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu Nacional de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Fotografias do Concerto Barroco do CRIVO nas Carpintarias de S. Lázaro! Ouvimos obras magníficas de Camila de Rossi (c. ...
03/10/2025

Fotografias do Concerto Barroco do CRIVO nas Carpintarias de S. Lázaro! Ouvimos obras magníficas de Camila de Rossi (c. 1670–1710), Maria Teresa Agnesi (1720–1795), Leonora Duarte (1610–1678), Élisabeth Jacquet de la Guerre (1665–1729), Guilhermina da Prússia (1709–1758), Maria Antonia da Baviera (1724–1780) e Maria Margherita Grimani (1680-c.1720) interpretadas pela Real Câmara Orquestra Barroca, Raquel Mendes (soprano), Fernando Miguel Jalôto (cravo) e Huw Daniel (violino e direcção). No início, a musicóloga Inês Thomas Almeida apresentou um breve contexto sobre a vida e obra das compositoras do programa desta noite.

©️ .ph / CRIVO

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu Nacional de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Andreia Pinto Correia (n. 1971) é uma compositora portuguesa de renome internacional, nascida em Lisboa e radicada em No...
02/10/2025

Andreia Pinto Correia (n. 1971) é uma compositora portuguesa de renome internacional, nascida em Lisboa e radicada em Nova Iorque. Recebeu encomendas de orquestras como a Boston Symphony Orchestra e a New York Philharmonic – para a qual escreveu Os pássaros da noite, estreada em 2022 sob direção de Gustavo Dudamel – ou a Los Angeles Philharmonic, da qual resultou Cortejo, estreada em 2024 pelo mesmo maestro.

Recebeu o Prémio de Artes e Letras da Academia Americana de Artes e Letras, o Prémio Guggenheim, e recentemente o Sorel Award da American Composers Orchestra, American Composers Forum e Sorel Foundation, entre muitos outros. Leccionou na Universidade de Princeton, no New England Conservatory of Boston e na Universidade do Indiana como Prof. Associada Convidada.

Foi curadora no Institute for Advanced Study (Princeton) e Fellow pela Australian National University (Canberra). A sua extensa produção, com peças para orquestra, grande ensemble, música de câmara, instrumento solista, vocais e corais, é marcada pela contemplação e reflexão intelectual, com a qual conviveu desde tenra idade: a mãe foi Professora na Faculdade de Letras, especialista em literatura de exílio e tradutora de grandes obras alemãs para o português, e o pai foi Professor Catedrático na Universidade de Lisboa, especialista em romanceiro oral e um dos fundadores da Universidade da Madeira. A sua música dialoga frequentemente com a literatura, pintura ou filosofia, e dá atenção especial aos detalhes, à riqueza tímbrica e ao elemento do tempo.

“Reverdecer” explora a intersecção entre a memória do que foi e a projecção do que virá. Combina linguagem moderna com uma escrita extraordinariamente expressiva e momentos de rara intensidade, que nos levam à nossa própria reflexão sobre o tempo que passou e o que dele nos resta, nesta obra belíssima dedicada à memória de seus pais.

Apoios: República Portuguesa / DGArtes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, FLAD, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, INET-md / NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Élisabeth Jacquet de La Guerre (1665-1729) foi uma das compositoras mais destacadas do barroco francês, com um sucesso e...
30/09/2025

Élisabeth Jacquet de La Guerre (1665-1729) foi uma das compositoras mais destacadas do barroco francês, com um sucesso extraordinário deixando uma marca indelével na música do seu tempo.

Considerada uma menina-prodígio, descendente de uma família de compositores por parte da mãe e de uma dinastia de construtores de cravos por parte do pai, captou a atenção de Luís XIV, o Rei-Sol, que a levou para a corte. Sob supervisão da então favorita, Madame de Montespan, Jacquet de la Guerre pôde receber uma educação musical de elite e teve acesso directo aos melhores músicos, às melhores orquestras e às peças mais aclamadas de toda a Europa. Aos 19 anos deixa Versailles e estabelece-se em Paris como compositora.

Com um gosto particular pela modernidade e inovação, teve um papel muito importante e pioneiro para o desenvolvimento de géneros e técnicas musicais, sendo dela o primeiro exemplo conhecido de escrita de cordas duplas para o violino.

Publicou uma das primeiras coleções para cravo do século XVII francês, teve um papel particularmente relevante no desenvolvimento da sonata e da cantata, géneros até então com pouca expressão em França e que por sua acção, junto a compositores tão conhecidos como François Couperin e Marc-Antoine Charpentier, se puderam estabelecer com importância. Recebeu dos seus contemporâneos os mais rasgados elogios e viveu inteiramente da sua profissão como compositora, assegurando uma existência material abastada e o reconhecimento dos seus pares.

Após a sua morte, aos 64 anos, Luís XV mandou cunhar em sua honra uma medalha com o seu retrato e a inscrição “Aux grands musicien j’ay disputé le prix”(Ombreei com os grandes músicos).

▪️É já amanhã que vamos poder ouvir o trabalho de Élizabeth Jacquet de la Guerre, no Concerto Barroco. 1 de Outubro, nas Carpintarias de S. Lázaro, às 21h00. Bilhetes à venda online ou nos pontos de venda BOL.

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No dia 1 de Outubro, quarta-feira, encontramo-nos para o muito aguardado Concerto Barroco do CRIVO. Em palco estarão a R...
29/09/2025

No dia 1 de Outubro, quarta-feira, encontramo-nos para o muito aguardado Concerto Barroco do CRIVO. Em palco estarão a Real Câmara - Orquestra Barroca, a soprano Raquel Mendes, Fernando Miguel Jalôto no cravo e Huw Daniel no violino e na direcção. O programa traz-nos obras de Camilla de Rossi, Maria Teresa Agnesi, Leonora Duarte, Élisabeth Jacquet de La Guerre, Guilhermina da Prússia, Maria Antonia da Baviera e Maria Margherita Grimani. Bilhetes à venda online ou nos pontos de venda da BOL.

A Real Câmara é uma orquestra portuguesa de referência, dedicada à interpretação historicamente informada. Formada por músicos portugueses e estrangeiros especializados em Música Antiga, tem direcção artística de Marta Vicente e Diana Vinagre, e Enrico Onofri como maestro principal.

Raquel Mendes é uma soprano cuja versatilidade acolhe uma ampla variedade de repertórios e géneros musicais, dedicando-se tanto à carreira a solo como de ensemble e música de câmara.

Fernando Miguel Jalôto é especializado em instrumentos históricos de teclado e na interpretação historicamente informada do repertório musical dos séculos XVI, XVII e XVIII. É fundador e director artístico do Ludovice Ensemble, um dos mais prestigiados grupos de Música Antiga nacionais.

Huw estudou na Ysgol Gyfun Ystalyfera, no sul do País de Gales, antes de se tornar bolsista de órgão no Robinson College, em Cambridge, onde se formou com honras de primeira classe em música, em 2001. Em seguida, estudou violino barroco na Royal Academy of Music. É também um entusiasta intérprete de viola d’amore.

▪ 1 de Outubro, às 21h00, nas Carpintarias de S. Lázaro. Bilhetes à venda no site ou nos pontos de venda BOL.

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

Hoje! Estreia em Portugal do filme ‘F***y: The Other Mendelssohn’ (2023), um documentário sobre a compositora alemã F***...
29/09/2025

Hoje! Estreia em Portugal do filme ‘F***y: The Other Mendelssohn’ (2023), um documentário sobre a compositora alemã F***y Mendelssohn (1805-1847), e uma conversa com a realizadora do filme, Sheila Hayman, no Goethe-Institut, às 19h. Bilhetes disponíveis apenas on-line, em www.crivofestival.com. O filme contará com legendas em Português.

Crianças prodígio, F***y e Felix Mendelssohn receberam a mesma formação musical. No entanto, de acordo com as convenções sociais da época, apenas a Felix foi permitido seguir uma carreira musical profissional. Ainda assim, F***y continuou a compor - embora após a sua morte tenha sido esquecida e ofuscada pelos sucessos do irmão, quatro anos mais novo. A aclamada realizadora Sheila Hayman - também trineta de F***y Mendelssohn - resgata a história de uma mulher surpreendentemente moderna, que por acaso viveu há 200 anos. Ao longo do documentário, ouvimos a aclamada pianista Isata Kanneh-Mason interpretar a Sonata da Páscoa e o enigma em torno da sua autoria é finalmente desvendado. Quando a sonata foi redescoberta, em 1971, foi atribuída a Felix Mendelssohn - “porque algo com tanto talento não poderia ter sido composto por uma mulher”. No entanto, após vários anos de investigação, é finalmente provado “ao vivo” neste documentário que a obra foi inequivocamente composta por F***y Mendelssohn!

Uma história e uma sessão únicas, a não perder.

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

©️ dartmouth films | Mercury Studios

Última semana do CRIVO!Começa amanhã a última semana do CRIVO, cheia de programas incríveis e oportunidades únicas a não...
28/09/2025

Última semana do CRIVO!

Começa amanhã a última semana do CRIVO, cheia de programas incríveis e oportunidades únicas a não perder!

Segunda temos Cinema: a estreia em Portugal do filme ‘F***y: The Other Mendelssohn’ (2023), um documentário sobre a compositora alemã F***y Mendelssohn (1805-1847), e ainda uma conversa com a realizadora do filme, Sheila Hayman, no Goethe-Institut, às 19h (bilhetes apenas on-line, no site do CRIVO ou da BOL);

Quarta acontece o Concerto Barroco, às 21h, nas Carpintarias de S. Lázaro, com os solistas Raquel Mendes, F.M. Jalôto, Huw Daniel e a Real Câmara Orquestra Barroca (bilhetes apenas on-line, no nosso site ou na BOL);

E para terminar em grande, quinta-feira é o Concerto Sinfónico no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, com a Orquestra Gulbenkian, o solista *Jay Campbell e a maestra Tianyi Lu, às 20h.

Programas completos no site do CRIVO.

Fotografia: .ph / CRIVO

*Jay Campbell é representado pela Schmidt Artists International.

Apoios: República Portuguesa / Direção-Geral das Artes, Caixa Cultura / Caixa Geral de Depósitos, Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Luso-Americana, Fundação Calouste Gulbenkian, Carpintarias de S. Lázaro, Museu de História Natural e da Ciência / Universidade de Lisboa, Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - NOVA FCSH, Goethe-Institut, Antena 2

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