Era uma vez

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04/05/2026
03/05/2026

Siga a nossa página e vem se emocionar e arrepiar com histórias assustadora� s, fantasias� e muita ficção� que parece uma sala de Cinema�

03/05/2026

A Lenda de Alexandre, o Grande: O Conquistador do Mundo

No século IV a.C., o mundo antigo testemunhou o surgimento de um homem cujas ações moldariam para sempre o curso da história: Alexandre III da Macedônia, mais conhecido como Alexandre, o Grande. Sua história não é apenas uma lenda contada por bards e escritores de antigamente, mas uma realidade impressionante, cujos feitos continuam a ecoar nos anais da história até os dias de hoje. Mas o que torna sua jornada verdadeiramente lendária não é apenas a vastidão de seus feitos, mas a maneira como ele conseguiu alcançar o impossível, impulsionado por uma ambição que desafiava as limitações do homem comum.

O Nascimento de uma Lenda

Alexandre nasceu em 356 a.C., em Pella, a capital da Macedônia, filho do rei Filipo II e da rainha Olympias. Desde pequeno, ele mostrou uma inteligência excepcional e uma sede insaciável por conhecimento. Educado por Aristóteles, um dos maiores filósofos da Grécia Antiga, Alexandre aprendeu não apenas sobre filosofia, mas também sobre ciência, matemática, literatura e, especialmente, estratégia militar. Isso moldou o jovem príncipe, que logo demonstrou um grande talento para comandar e uma determinação implacável.
Quando Alexandre tinha apenas 20 anos, seu pai, Filipo II, foi assassinado, e o jovem príncipe ascendeu ao trono da Macedônia. Em poucos anos, ele unificaria o mundo grego e começaria a realizar o que parecia impensável: conquistar o império persa, o maior e mais poderoso império da época.

A Conquista da Ásia

Em 334 a.C., Alexandre lançou sua famosa campanha contra o Império Persa, que estava sob o comando de Dario III. A batalha inicial foi travada na Batalha do Rio Grânico, onde, apesar de uma grande desvantagem numérica, Alexandre e seu exército de aproximadamente 35.000 homens derrotaram uma força persa muito maior. A vitória foi apenas o começo de uma série de triunfos que o levariam a marchar por quase toda a Ásia.

Em 333 a.C., Alexandre derrotou novamente os persas na Batalha de Issos, uma batalha que ficou marcada pela forma como Alexandre usou suas táticas de manobra rápida e sua habilidade em explorar as fraquezas do inimigo. Mesmo diante de Dario III e sua imensa cavalaria, Alexandre demonstrou uma habilidade impressionante em lidar com o campo de batalha, mostrando-se não apenas um estrategista brilhante, mas um líder carismático que inspirava lealdade e respeito em seus soldados.
Mas talvez o momento mais lendário de sua campanha tenha ocorrido em Gaugamela, em 331 a.C., onde ele enfrentou o vasto exército persa de Dario III pela última vez. Apesar da disparidade numérica e da grandiosidade do império persa, Alexandre destruiu o exército inimigo de maneira decisiva, conquistando o Império Persa de uma vez por todas.

O Grande Rei do Oriente

Após suas vitórias na Ásia, Alexandre continuou sua jornada em direção ao Egito, onde foi aclamado como um libertador e, em uma grande demonstração de respeito pelos deuses, fundou a cidade de Alexandria, que se tornaria um dos maiores centros de conhecimento do mundo antigo. Em 332 a.C., ele foi proclamado Faraó do Egito, e mais tarde, em uma viagem ao oásis de Siwa, recebeu a confirmação de seu status divino como filho de Zeus-Amom, uma mistura das tradições gregas e egípcias.
Sua busca por novas terras o levou até a Índia, onde enfrentou o rei Porus na famosa Batalha do Hidaspes, em 326 a.C. O exército de Alexandre, mais uma vez, derrotou um exército muito maior. No entanto, durante essa campanha, seus homens, cansados das longas batalhas e da longa distância de casa, se rebelaram, e Alexandre foi forçado a retornar ao Império Macedônico.

O Império e o Legado

Alexandre não era apenas um conquistador, mas também um grande visionário. Ele fundou várias cidades ao longo de suas campanhas, espalhando a cultura grega por toda a Ásia e unificando um império que se estendia do Mar Egeu até o vale do Indo, criando uma fusão entre culturas orientais e ocidentais conhecida como Helenismo.
Porém, o império de Alexandre foi efêmero. Aos 32 anos, em 323 a.C., Alexandre caiu gravemente doente em Babilônia e morreu. As causas de sua morte permanecem um mistério até hoje: seria uma febre alta, envenenamento ou complicações de uma ferida antiga? Sua morte repentina deixou o mundo em choque e dividiu seu império entre seus generais, que lutaram pelo controle de suas vastas terras. Apesar disso,

o legado de Alexandre perdurou, e sua lenda cresceu com o passar dos séculos.
A Lenda Imortal
A história de Alexandre, o Grande, continua a ser uma das mais fascinantes da história humana. Ele não apenas conquistou terras, mas também corações e mentes, inspirando líderes, soldados e visionários por milênios. Sua coragem, ambição e desejo de transcendência o tornaram uma figura mítica, quase divina, e ele se tornou um símbolo do poder, da ambição e da busca implacável pelo desconhecido.

02/05/2026

Jack, O Estripador: A Lenda do Terror Vitoriano
Em 1888, em Londres, a cidade estava em pleno florescimento da Revolução Industrial. As fábricas queimavam carvão, as ruas estavam sempre movimentadas e o ar estava saturado de neblina. Mas, entre os sons das rodas de carruagens e os gritos dos vendedores ambulantes, algo muito mais macabro se escondeva nas sombras. Numa das áreas mais pobres da cidade, o Distrito de Whitechapel, a história de Jack, o Estripador, começou a ser tecida nas escuras vielas de Londres.
Jack não era um homem comum. Ninguém sabia exatamente quem ele era, ou de onde vinha, e sua identidade permaneceu um mistério. Mas o que ele fez, e a maneira como o fez, espalhou o pavor por toda a cidade. Suas vítimas eram mulheres que trabalhavam nas ruas, prostitutas da área de Whitechapel. Mas o que tornava seus crimes ainda mais aterrorizantes não era o fato de ele matá-las, mas a maneira como as mutilava após a morte. Ele realizava seus ataques à noite, sempre quando a escuridão caía, e se certificava de deixar uma marca inconfundível: uma violência extrema, uma combinação de precisão e selvageria.
A primeira vítima conhecida foi Mary Ann Nichols, encontrada em 31 de agosto de 1888. Ela estava em um beco escuro, e seu corpo foi descoberto pela manhã, horrivelmente mutilado. As lâminas do assassino não apenas tiravam suas vidas, mas desfiguravam suas partes íntimas de maneira impiedosa. A notícia rapidamente se espalhou pela cidade, deixando os habitantes de Whitechapel aterrorizados, mas ainda assim sem pistas sobre a identidade do assassino.
Após esse assassinato, mais vítimas surgiram: Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly. Cada uma delas sofria os mesmos horrores, e todas eram encontradas em locais próximos, frequentemente em becos escuros, onde as ruas estavam desertas. O assassino parecia ter uma astúcia imensa, e em algumas ocasiões, ele deixava pistas misteriosas, como um pedaço de um avental que possuía manchas de

02/05/2026

A Ilha dos Cães: A História Real de Farallon

Na costa da Califórnia, a apenas 30 quilômetros de São Francisco, existe um arquipélago chamado Ilhas Farallon. Este grupo de ilhas foi uma área de grande importância ao longo da história, mas o que muitas pessoas não sabem é que uma delas, a Ilha do Leste, esconde uma história realmente bizarra e envolvente, que mistura ficção com fatos reais.
Nos anos 1850, uma colônia de focas e leões marinhos habitava as águas ao redor das ilhas, tornando a região um local de pesca abundante. Mas em 1853, algo estranho começou a acontecer. Os pescadores começaram a relatar uma série de desaparecimentos misteriosos. Navios que passavam perto da Ilha do Leste começavam a desaparecer sem deixar vestígios. Inicialmente, pensava-se que os navios haviam afundado devido às águas traiçoeiras ou aos ventos fortes da região. No entanto, à medida que o tempo passava, os relatos de desaparecimentos se tornaram mais frequentes, e algo mais sinistro parecia se formar.

Na década seguinte, foi fundada uma estação de farol na ilha, com a intenção de proteger os navios dos perigos da região. Mas os novos habitantes da ilha logo descobriram que não estavam sozinhos. Em 1859, a primeira leva de cães foi enviada para a Ilha do Leste, como parte de um projeto governamental para "limpar" a ilha dos animais selvagens, que estavam começando a invadir a estação e ameaçar os marinheiros. Esses cães eram inicialmente destinados a caçar focas e leões marinhos, animais que competiam com os pescadores por comida e recursos. Mas, algo peculiar aconteceu: ao invés de simplesmente caçar os animais marinhos, os cães começaram a caçar uns aos outros.
Aconteceu uma tragédia. Um grupo de cães se rebelou contra o comando humano e atacou os outros cães, que estavam sendo usados para caçar as focas. Em um evento bizarro, foi relatado que os cães se tornaram uma espécie de "tribo", habitando as cavernas e os recantos mais escuros da ilha, criando uma sociedade selvagem de seus próprios, onde os instintos mais básicos eram aflorados. Esses cães começaram a desenvolver comportamentos estranhos, como se estivessem sendo influenciados por algo mais do que o instinto animal.
Em 1883, um dos faroleiros da estação relatou que os cães estavam "se comunicando" de maneiras que os humanos não podiam entender. Mas o mais incomum foi quando um navio de pesca se aproximou das ilhas e, por alguma razão, ele foi atacado por um grupo de cães, que pareciam "ter organizado um plano". Os cães nadaram até o barco e atacaram os marinheiros, que conseguiram escapar, mas o medo se espalhou. Aqueles que sobreviveram alegaram que os cães não estavam agindo sozinhos, mas como se fossem guiados por uma inteligência sobrenatural. As testemunhas afirmaram que viam os cães organizando-se em grupos, como se estivessem coordenando suas ações.

A história de "A Ilha dos Cães" começou a se espalhar, mas os detalhes eram vagos, e muitos começaram a acreditar que se tratava apenas de um mito, uma história exagerada para afastar curiosos. A estação de farol foi desativada no início do século 20, e os cães restantes, provavelmente abandonados por aqueles que fugiram da ilha, desapareceram das histórias. Mas o que aconteceu em seguida continuou a ser um mistério.

Recentemente, os cientistas descobriram, em expedições modernas, que as ilhas ainda abrigam algumas das mais antigas colônias de leões marinhos e focas do mundo, mas não há mais vestígios de qualquer presença canina na região. No entanto, a lenda dos cães selvagens que dominaram a Ilha do Leste permanece. O fato de que muitos registros históricos e fotos da época desapareceram ao longo dos anos só adiciona mais mistério à história.
Ainda assim, é possível ver alguns pescadores, quando se aproximam das águas das Ilhas Farallon, olhando desconfiados para a costa, como se algo estivesse ali, observando. Será que os cães ainda habitam as cavernas das ilhas, ou é apenas um eco da história que não podemos deixar de lembrar?
A Ilha do Leste permanece isolada, e, para alguns, é mais do que apenas um local distante — é um lugar onde o sobrenatural ainda pode estar à espreita, aguardando para ser descoberto.
E, assim, mistura-se a linha tênue entre o que é real e o que é mito, fazendo com que a história de A Ilha dos Cães permaneça um enigma fascinante e perturbador até os dias de hoje.

02/05/2026

O Museu da Realidade Fragmentada

Em uma cidade onde as ruas pareciam ter sido feitas de espelhos, um lugar estranho e incomum existia à margem da percepção comum. Chamava-se Museu da Realidade Fragmentada, um edifício de vidro e concreto que parecia estar sempre em transição, como se estivesse sendo montado e desmontado simultaneamente. No entanto, ninguém sabia exatamente como ele aparecera ali, ou quando se tornara uma parte da cidade. Não havia registros históricos sobre seu surgimento, e as pessoas que tentavam investigar eram, muitas vezes, tragadas por um tipo de esquecimento coletivo.

Dizia-se que o museu possuía exposições impossíveis, como a sala onde os relógios andavam para trás, ou uma vitrine com uma fotografia que mudava dependendo de quem a olhava. Mas o mais peculiar eram os quadros: não eram pinturas comuns. Eles eram feitos de algo mais... vivo. Cada quadro era uma janela para outra dimensão — ou, mais precisamente, uma fusão distorcida entre realidades.
E foi nesse museu que Lucas, um jovem cético e curioso, decidiu entrar. Ele ouvira boatos de que os objetos dentro das vitrines começavam a se mexer quando ninguém estava olhando, e de que as pessoas que entravam frequentemente saíam mudadas, como se não fossem mais as mesmas.
Ao entrar, Lucas sentiu um frio estranho, e o ar parecia comprimido, como se o espaço estivesse se curvando ao redor dele. Os guias do museu, figuras misteriosas e semi-transparentes, falavam com vozes metálicas, repetindo a mesma frase: "Se você não entender, nunca sairá." A frase ecoava pela galeria, mas ninguém sabia explicar o seu real significado.
A primeira sala era composta por quadros. Um deles mostrava uma simples cadeira de madeira, porém, ao se aproximar, Lucas percebeu algo estranho. A cadeira começava a se mover, devagar, como se estivesse sendo ocupada por uma pessoa invisível. Ele piscou, e então, a cadeira estava vazia, mas o fundo do quadro agora mostrava uma porta, onde antes não existia. Sentindo um impulso irracional, Lucas tocou a moldura e, em um instante, foi puxado para dentro do quadro.

Ele se encontrou em um campo infinito, com céus vermelhos e árvores feitas de espelhos quebrados. Cada árvore refletia imagens de Lucas — mas não o Lucas que ele era. Em um reflexo, ele era uma figura com pele dourada e olhos de líquido prateado. Em outro, era um ser humanoide sem rosto. Mas o mais bizarro era o som que preenchia o ambiente: uma música tocada por instrumentos inexistentes, um eco surdo e dissonante que parecia vir de todas as direções.
Lucas tentou entender o que estava acontecendo, mas a paisagem ao seu redor parecia mudar a cada passo. Às vezes, ele via criaturas que se assemelhavam a humanos, mas com rostos cobertos por telas de TV quebradas. Eles não falavam, apenas o observavam em silêncio. Em outra direção, uma gigantesca estátua de um peixe voador flutuava no ar, com asas feitas de papel amassado. O mais estranhamento era a ideia de que ele não se movia, mas a realidade ao seu redor o fazia mover-se.
Conforme caminhava, Lucas percebeu que ele não estava mais sozinho. Outros visitantes do museu, todos com rostos distorcidos, começaram a aparecer, como se saíssem das árvores de espelhos. Eles pareciam mais... fragmentados, como peças de quebra-cabeças desconectadas. Um homem de terno, com a cabeça coberta por uma máscara de televisão em branco, se aproximou de Lucas e, em silêncio, apontou para um objeto flutuante no céu: um relógio de pulso gigante, girando para trás.
Foi nesse momento que Lucas percebeu a verdade: ele estava preso em um quadro que não deveria existir, dentro de um museu que não deveria estar lá. E o pior de tudo: ele não era mais o visitante, mas parte da exposição.

As figuras ao seu redor eram meras representações de outras realidades, e ele, agora, estava se tornando uma dessas representações também.
A última coisa que ele ouviu antes de perder a percepção de si mesmo foi a voz metálica dos guias ecoando em sua mente: "Você agora é uma memória. Você não tem mais nome, apenas um reflexo."

02/05/2026

O Espelho da Casa Abandonada

Era uma noite comum de outono em uma pequena cidade no interior, e um grupo de amigos decidiu explorar uma casa abandonada que ficava na periferia da cidade. A casa, embora velha e cheia de rumores, sempre foi um ponto de curiosidade para os moradores, mas ninguém se atrevia a entrar. Diziam que antigamente lá morava uma família que desapareceu de forma misteriosa, sem deixar vestígios.

Os amigos, animados com a ideia de uma aventura, decidiram quebrar essa regra não escrita e invadir a casa. Quando chegaram, a porta estava entreaberta, como se estivesse esperando por eles. O lugar estava tomado por uma espessa camada de poeira, as janelas estavam quebradas e as paredes marcadas pelo tempo, mas nada parecia anormal. Pelo menos, até que entraram na sala principal.

No centro da sala havia um grande espelho de moldura dourada. Ele estava coberto por uma fina camada de poeira, mas o que mais chamou a atenção do grupo foi o fato de que, mesmo com as luzes de seus celulares iluminando a sala, o reflexo no espelho parecia... diferente. Eles notaram que algo estava "fora de lugar" refletido nele. Era uma sombra, de forma indefinida, que não parecia pertencer a nenhum dos amigos presentes.
Assustados, eles tentaram sair da sala, mas, para sua surpresa, a porta estava trancada. Eles começaram a se preocupar, mas um dos amigos, mais corajoso, sugeriu que tentassem investigar o espelho mais de perto. Quando ele tocou o vidro, uma onda gelada percorreu seu corpo e, antes que ele pudesse recuar, algo estranho aconteceu: o reflexo dele no espelho começou a sorrir de uma maneira que ele não estava fazendo na realidade. O sorriso era distorcido, como se fosse uma máscara, e ele imediatamente se afastou, pálido e tremendo.
Mas o mais estranho veio depois. No momento em que eles decidiram correr e tentar sair da casa, todos ouviram uma risada baixa, vinda de dentro do espelho. Eles olhavam uns para os outros, tentando entender, e quando se viraram para a porta, ouviram o som de passos pesados, como se alguém estivesse vindo atrás deles. Quando olharam novamente para o espelho, agora viam claramente as figuras de várias pessoas refletidas nele – mas ninguém mais estava na sala.
Eles finalmente conseguiram sair, mas algo os acompanhou naquela noite. Durante semanas, os amigos começaram a relatar pesadelos com figuras sombrias e reflexos que não correspondiam à realidade. Uma sensação de "não estar sozinho" se arrastou por todos os cantos de suas vidas, e a cidade nunca mais foi a mesma.

Nunca se soube ao certo o que aconteceu com os amigos ou com a casa, mas desde aquele dia, o espelho ficou conhecido como o "Reflexo Perdido" e é dito que quem ousar se aproximar dele, de alguma forma, acaba levando algo de volta. Algo que não se vê à luz do dia, mas que faz presença nas sombras.

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