CORPO Companhia Dança

CORPO Companhia Dança Desenvolve criações próprias e promove a inclusão pela arte. Descobre mais no nosso site www.corpocompanhia.pt

Em 2020 a DANÇA LEIRIA fez nascer a CORPO - Companhia Dança, com o objetivo de oferecer oportunidades artísticas profissionais e formação na area da dança para todos os publicos. A CORPO Companhia Dança, com a direção artística de Rute Vitorino, desenvolve criações próprias na área da dança contemporânea, disseminando o seu trabalho em itinerância, contribuindo desse modo para a diminuição do esti

gma no que respeita à diversidade na arte do movimento. A CORPO contou com a consultoria da CiM Companhia de Dança, com as residências artísticas de Bruno Rodrigues, Rafael Alvarez, Diana Niepce, Catarina Câmara e Diana Seabra. Para além das oportunidades artísticas profissionais, promove a formação de bailarinos e desenvolve aulas de Dança Inclusiva com a comunidade, destinada a públicos específicos e em especial vulnerabilidade de exclusão social - com o projeto de formação CORPO EM REDE.

02/06/2026

Cidades que Sentem
Estreou em Abril
no Teatro Miguel Franco

Há cidades que não se visitam, sentem-se.
Este teaser reúne vestígios do que foi vivido em palco: corpos em relação, emoções em trânsito, espaços que se transformam com quem os habita.

Um vestígio de um lugar onde a empatia também tem forma.

🎥 Ana Domingues

O que acontece quando criamos espaço para escutar, confiar e pertencer?Nos últimos meses, a convite da  e do  , mergulhá...
30/05/2026

O que acontece quando criamos espaço para escutar, confiar e pertencer?

Nos últimos meses, a convite da e do , mergulhámos num processo artístico com um grupo de alunos, onde a expressão, o movimento e a criação coletiva deram forma a encontros, relações e novas formas de olhar o outro.

Depois da apresentação no encontro “O Futuro Começa Agora”, em Gaia, chega agora um novo momento de partilha 💫

📍 "O lugar do Outro é hoje apresentado às 16h00 na Escola-sede do Agrupamento de Escolas Henrique Sommer

Venham ver, sentir e ocupar, por instantes, o lugar do outro 🤍

27/05/2026
Há dias que não cabem no calendário, expandem-se no corpo, no tempo, na memória. Hoje é um deles.O Dia Mundial da Dança ...
29/04/2026

Há dias que não cabem no calendário, expandem-se no corpo, no tempo, na memória. Hoje é um deles.

O Dia Mundial da Dança nasceu em 1982, por iniciativa do Conselho Internacional da Dança, para assinalar o aniversário de Jean-Georges Noverre, figura incontornável na história do ballet. Mais do que celebrar uma arte, este dia lembra-nos que dançar é uma linguagem anterior às palavras, um gesto que atravessa culturas, épocas e silêncios.

Em Abril, já estivemos no palco com Cidades que Sentem. Cada movimento foi uma frase inteira, cada pausa disse mais do que qualquer discurso. Ficaram ecos: na pele, no chão, no olhar de quem esteve connosco.

Hoje não celebramos apenas a dança. Celebramos o que ela nos permite ser, sem tradução, sem limite, sem permissão.

Que nunca nos falte este impulso de existir em movimento !

fotos: Licínio Florêncio
espetáculo: Cidades que Sentem - 17 de Abril 2026

18/04/2026
14/04/2026

Cidades que sentem

Num mundo cheio de ruído, existem histórias que nos convidam a sentir. Cidades que Sentem é uma peça de dança inspirada na empatia, no conflito e na reconciliação, demonstrando a complexidade das emoções que vivemos. Convida adultos e crianças a imaginar novas formas de coexistir, mais humanas, empáticas e extraordinárias.

17 de abril | 21h30
M/6 | 50 min (sem intervalo)
Teatro Miguel Franco

Num mundo em constante ruído, onde as diferenças se erguem como muros e as palavras se tornam armas, Cidades que Sentem ...
02/04/2026

Num mundo em constante ruído, onde as diferenças se erguem como muros e as palavras se tornam armas, Cidades que Sentem traduz em movimento uma jornada poética sobre empatia, conflito e reconciliação.

Inspirado no universo sensível do livro Pessoas e Cidades Extraordinárias, de Joana Ribeiro, o espetáculo parte da ideia de que as emoções moldam os espaços que habitamos, a identidade e as relações que construímos.

Com delicadeza, imaginação e pequenos momentos de humor, a peça convida crianças e adultos a imaginar outras formas de coexistir : mais humanas, empáticas e, talvez, mais extraordinárias

📍 Estreia — 17 de abril, 21h30
Teatro Miguel Franco, Leiria

em residência:menos respostas, mais escutamenos forma, mais presençao resto aconteceno corpoe entre corposficamos à escu...
30/03/2026

em residência:
menos respostas, mais escuta
menos forma, mais presença
o resto acontece
no corpo
e entre corpos

ficamos à escuta dos lugares
onde o corpo não representa,
apenas existe
entre luz, som e movimento
vamos recolhendo o que insiste em ficar

os dias são feitos de pequenas revelações
um olhar demorado
um riso que escapa
um gesto repetido até ganhar outro sentido
vamos ficando
até que o tempo abrande connosco

é aí que trabalhamos
no quase invisível
no quase silêncio...

"O Tempo que mora no gesto"

Dança e Movimento: Patricia Loução e Rute Vitorino
Fotografia: Cristina Vicente
Recolha de Som e Edição: Flávia Sousa
Apoio: Fundação Inatel
Parceria: Santa Casa da Misericórdia Albufeira

27/03/2026
Temos presente que existe um tempo que não se mede em horas, mas em movimentos. "O Tempo que Mora no Gesto" procura essa...
24/03/2026

Temos presente que existe um tempo que não se mede em horas, mas em movimentos. "O Tempo que Mora no Gesto" procura essa pulsação entre o corpo e a terra, entre o gesto e a memória. Neste espaço, entre sorrisos e melancolia, entre recato e efusividade, entre conversas e silêncios com quem traz a vida gravada na pele, recolhemos os fragmentos de uma dança

​Acreditamos que o corpo é uma biblioteca de instantes, um pulsar de memórias, um ondular de movimentos mais lentos sem perder expressividade. No encontro das artes, onde a luz da fotografia toca a vibração do som e a fluidez dos movimentos, tentamos ler essas páginas vivas. O nosso trabalho é o da atenção: transformar a memória íntima numa partitura de presenças e partilhas. É um ato de cura, de cuidado e de escuta por tudo o que resiste à erosão do esquecimento: pessoas, gestos, sons e memórias.

Dança e Movimento: Patricia Loução e Rute Vitorino
Texto e Fotografia: Cristina Vicente
Recolha de Som e Edição: Flávia Sousa
Apoio: Fundação Inatel
Parceria: Santa Casa da Misericórdia Albufeira

Endereço

Estádio Municipal Drive Magalhães Pessoa, Porta 2
Leira
2400

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