Estúdio Onze

Estúdio Onze Fazemos Tatuagem autoral• Arte emergente • Arte urbana
www.estudioonze.pt

Somos um coletivo artístico de três mentes criativas e expressamos a nossa arte através da tatuagem autoral e contemporânea, da arte urbana e instalações, e da escultura e assemblagem em madeira. Acreditamos que a nossa arte tem um poder transformador dentro de quem a sente, vive ou experiencía. Através das nossas peças, buscamos sempre a valorização da história de quem nos procura, do património

material português, das tradições regionais e dos significados impactantes. Temos uma preocupação forte com os materiais que utilizamos e por isso, andamos orgulhosamente de mãos dadas com a sustentabilidade - quer nas tatuagens 100% vegan, quer nos materiais escolhidos para as nossas peças, esculturas e instalações!

09/06/2026

Camaleão, 2026.

Cinco meses de produção.
A produção começou ainda durante os meses de inverno, dentro do atelier, e o Camaleão foi ganhando forma.

Desta vez, tivemos de guardar segredo. Ao contrário do que tantas vezes fazemos, não fomos mostrando o processo, os avanços, os detalhes ou o crescimento da peça. A surpresa fazia parte do projeto.

Foi uma produção lenta, manual e exigente. Portas antigas, postigos, ferros, azulejos e outros materiais foram sendo escolhidos, cortados, trabalhados e reunidos pelo Miguel até darem origem a esta escultura.

Criado para a Verdelago, o Camaleão nasce da relação entre arte, território e natureza. Foi pensado para habitar o espaço exterior, chamar a atenção para esta espécie e reforçar a importância da conservação do seu habitat.

Este projeto é também resultado de trabalho conjunto. Da estrutura em ferro ao transporte, da produção à instalação, cada fase exigiu cuidado, soluções técnicas e uma equipa capaz de tornar possível uma peça desta escala.

Contámos com a colaboração do nosso amigo e grande artista do ferro, Tó Quintas, e com o transporte especializado da GJB Electroconstroi, que nos acompanha sempre de forma exímia e muito profissional nestas aventuras.

Agora que a peça já está instalada, podemos finalmente revelar um pouco do work in progress, do transporte e do resultado final.

Há algo muito especial em ver nascer uma escultura onde antes não existia nada. Uma ideia que saiu das mãos, do tempo e da persistência do Miguel, e que agora passa a habitar este lugar.

Cada peça tem uma história. E aqui, todas passam a fazer parte de uma nova.

Obrigado novamente à pela liberdade criativa e oportunidade tão especial.
Obrigado ao Tó Quintas que nos brinda sempre com soluções em ferro, amizade e entrega!
Obrigado à pelo transporte e instalação, sempre com dedicação e profissionalismo.

Fotografia •
Vídeo e edição •

Camaleão
Miguel Martins | Estúdio Onze
para a Verdelago Resort

E.. uns bons meses depois, no meio da serra, a nova oficina-atelier está a ganhar forma.Tenho finalmente “o” lugar para ...
01/06/2026

E.. uns bons meses depois, no meio da serra, a nova oficina-atelier está a ganhar forma.

Tenho finalmente “o” lugar para testar materiais, explorar técnicas, errar, repetir e deixar que as peças encontrem o seu caminho.

Hoje deixo aqui alguns detalhes. Recantos da oficina, texturas, ferramentas, matéria, luz a entrar e pequenos frames que começam a construir o ambiente do que vou partilhar por aqui daqui em diante.

Nos últimos meses, tenho vivido entre obras, mudanças, encomendas e dias longos de trabalho. Este espaço tornou-se, aos poucos, a base da minha prática: uma oficina para pensar com as mãos, transformar matéria encontrada e dar corpo a novas esculturas, assemblagens e projetos de maior escala.

Consegui finalmente chegar aqui. Voltar a escrever e partilhar o que se passa por cá.
Este regresso às redes marca também um novo ciclo.

A partir daqui, quero mostrar mais do que a obra final: os materiais antes da peça, os objetos encontrados, os vídeos de work in progress, as experiências, as dúvidas, as decisões e tudo aquilo que acontece antes de uma obra ficar pronta.

É também daqui que vão nascer as residências artísticas do , em contexto serrano, para artistas que procuram tempo, espaço e concentração.

Há muito ainda em construção.
Mas é precisamente daqui que tudo começa.

Por trás de cada artista há mais do que obra.Há decisões, dúvidas, bloqueios, ambição, medo, estratégia e muito caminho ...
26/05/2026

Por trás de cada artista há mais do que obra.
Há decisões, dúvidas, bloqueios, ambição, medo, estratégia e muito caminho por organizar.

É a partir desse lugar que a Ana Goulão tem vindo a desenvolver o seu trabalho de mentoria para artistas, dentro do Estúdio Onze: com escuta, visão estratégica e uma leitura próxima de cada percurso criativo.

A mentoria nasce para ajudar artistas a olhar para o seu trabalho com mais clareza, a organizar ideias, comunicar melhor o seu universo e tomar decisões mais conscientes sobre o caminho que querem construir.

Não há fórmulas iguais para todos.
Há acompanhamento, pensamento crítico, estrutura e uma atenção real à identidade de cada artista.

Estes são alguns testemunhos de artistas que já passaram por este processo com a Ana — e que nos lembram porque é que este trabalho faz tanto sentido.

Obrigada pela confiança.
Seguimos a construir, com tempo, visão e propósito.

21/05/2026

Hoje damos início a uma nova rubrica.

Chamamos-lhe Conversas de Estúdio porque é isso que queremos abrir aqui: um espaço para falar sobre o que acontece dentro do Estúdio Onze e do nosso atelier.

As nossas dinâmicas, os processos, os serviços, as pessoas que nos chegam e tudo aquilo que existe antes do resultado final.

E começamos por onde quase tudo começa: a tatuagem.

No Estúdio Onze, cada processo começa antes da tinta.
Começa na conversa, nas referências, no tempo dado às ideias e na construção feita entre quem chega e quem cria.

Este espaço nunca foi pensado apenas para tatuar.
Foi pensado para receber histórias, dúvidas, memórias e transformá-las em algo que faça sentido em cada corpo.

Aqui, cada artista tem o seu olhar, o seu gesto e a sua linguagem.
E talvez seja isso que torna tudo mais humano.

Obrigado a todos os que fazem parte disto.

Próxima conversa: há por aí ideias?

11/05/2026

Entre o que imaginámos e o que está a ganhar forma, há este momento.

Mãos na massa, dias inteiros no monte, decisões, te**es, pintura. O Estúdio Onze e o Atelier na Serra continuam a crescer a partir daqui: com energia, com vontade e com tudo o que implica fazer acontecer.

Aquilo que começou em traço, ilustração e intenção começa agora a ganhar corpo.

Estamos a chegar ao final da obra. E cada detalhe aproxima-nos do que vem aí.

A próxima partilha já traz a data de abertura. E mal podemos esperar.

Até já.

Há tatuagens que nascem antes mesmo de existir uma imagem concreta.Às vezes começam com uma conversa, uma memória ou uma...
07/05/2026

Há tatuagens que nascem antes mesmo de existir uma imagem concreta.

Às vezes começam com uma conversa, uma memória ou uma sensação difícil de explicar.

É nesse espaço que gostamos de trabalhar: entre o gesto livre, a escuta e aquilo que vai ganhando forma devagar sobre a pele.

Tatuagem feita pela Inês 🤍

A .tattoo e o continuam pelo estúdio, entre desenhos, tinta e muitos projetos em desenvolvimento.

Abelharuco, em assemblagem e técnicas mistas, pelo  Entre matéria recolhida, madeira com memória, ferragens antigas e fr...
06/05/2026

Abelharuco, em assemblagem e técnicas mistas, pelo

Entre matéria recolhida, madeira com memória, ferragens antigas e fragmentos de azulejaria portuguesa, nasce este abelharuco.

Uma assemblagem construída a partir de elementos que carregam tempo, uso e território. Materiais que poderiam desaparecer, mas que aqui regressam como presença escultórica.

O abelharuco é uma das aves mais cromáticas da nossa paisagem e uma presença habitual no Algarve durante os meses mais quentes. Atravessa campos, zonas abertas e territórios de passagem, trazendo consigo uma ideia de movimento, leveza e pertença ao sul.

Nesta peça, essa leveza encontra-se com a densidade da matéria. A cor do abelharuco cruza-se com a textura da madeira, com o ferro, com o vestígio do azulejo e com a memória de uma cultura material que continua a encontrar novas formas de existir.

Uma peça sobre observação, transformação e permanência.
Sobre aquilo que se recolhe, se escuta e se devolve ao mundo com outro corpo.

Há pessoas que não guardam apenas lugares.Guardam movimentos, reflexos, texturas, pequenas distorções da realidade. Guar...
04/05/2026

Há pessoas que não guardam apenas lugares.

Guardam movimentos, reflexos, texturas, pequenas distorções da realidade. Guardam aquilo que muda quando olhamos com mais atenção.

Esta peça nasce de uma viagem ao sul de França, mas fala também dessa forma inquieta e curiosa de ver o mundo: entre a fluidez da água, a vibração de um peixe e as formas que se transformam dentro de um aquário.

Para o João, feita com amor cá no sítio do costume.

E por aí, que memórias continuam a mexer-se dentro de vocês?

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