16/10/2025
Tenho a certeza de que, se eu não tivesse escolhido a comunicação, ela teria me escolhido.
Hoje sou oficialmente formada na área pela qual sempre fui apaixonada: Ciências da Comunicação, com especialização em Jornalismo.
Desde a Introdução ao Jornalismo até às Teorias da Comunicação, fui lapidada a compreender que o jornalista é um verdadeiro cão de guarda; que não há informação que ele precise e não consiga ter acesso. O jornalismo deu vida à ideia da minha professora da terceira classe, que dizia: “Se não é boi, é vaca — das duas, uma deve ser.”
Ser jornalista é cumprir uma missão nobre: ser o elo entre quem tem poder de decisão e quem não tem. Sou fascinada por câmeras e luzes, mas, durante a minha formação, tive acesso a uma disciplina chamada Comunicação para o Desenvolvimento (C4D). Acho que foi aí que descobri o meu real propósito de vida: comunicar para desenvolver, gerar mudanças e resultados por meio daquilo que se diz, faz ou fala.
Enquanto o fascínio tomava conta de mim, recorri à Assessoria de Comunicação para começar o meu primeiro negócio, NDS Communication and Adviser. O meu primeiro cliente foi o renomado estilista , a quem agradeço sempre pela confiança.
Não vi na internet — aprendi na escola — a assessorar, fazer lobby e várias atividades que cabem a um assessor. Confesso que foi o meu maior palco de aprendizagem.
Hoje estou à frente de um dos projetos mais ousados e promissores deste país. Juntos, trabalhamos para realizar os sonhos de jovens, jornalistas e apresentadores que operam no mercado. Mas tudo isso aprendi no desconforto da universidade.
Concluí o meu curso e provei para o mundo que tudo o que eu falava e fazia tinha uma origem: a academia.
Bom! Este texto dedico a todos os profissionais que estão na luta para comprovar, com um diploma, que as suas habilidades não são empíricas — têm origem científica.
Bem-haja a ciência! Bem-haja a formação que molda o ser humano.