19/11/2021
Como não vivo “pendurada” nas redes sociais, descubro coisas com um bocado de atraso. Acabo de me deparar com uns depoimentos do Jonas Masetti. Não concordo com a forma como as ideias foram expostas, porém….. voilà minha manifestação:
Sigo o Jonas Masetti já faz alguns anos. Ele conhece bem o Vedanta e dá meditações maravilhosas que para mim é o seu ponto forte. Por vezes ele tem umas saídas infelizes e a meu ver este comportamento está ligado à sua identidade anterior ao Vedanta que ainda está bem enraizada. Inapropriado o comentário sobre o assédio leve, mas vamos lá parar de colocar sempre o feminino como a pobre vítima. Quando ele falou de paixão ele foi leve, eu iria mais longe e diria mesmo prostituição. A tal professora do P.J. não era uma coitada sem ter onde cair morta para ter que se sujeitar aos avanços se***is para não perder um emprego, nem era uma ignorante que não percebia o que se passava e nem tinha 10 anos. Ela aceitou para não perder status, poder, etc e tal. Se vendeu! Pior, parece que ela fez com outras um pacto de silêncio, permitindo assim que o abusador continuasse impunemente. Flipei!
Estes mestres só fazem o que fazem porque um bando de mulheres sem noção alguma, ficam lá idolatrando, idolatrando e idolatrando estes imbecis e permitindo todo o tipo de cenas para se sentirem adoradas pelos seus ídolos de m***a.
É só olhar os retiros do Bikram que continuam cheios e de mulheres. Mesmo depois de ter sido anunciado ao mundo através do filme, toda a nojeira que é este homem. Após serem rejeitadas ou se cansarem saem ao mundo para reclamar?
Enfim, um avanço sexual é assédio. Dois, três, quatro já viraram outra coisa. Ao menos que você esteja sequestrada, o que não foi o caso da maioria destas mulheres que continuaram a frequentar as aulas destes estupores.
Acordem! Mulheres não são pobres coitadas sem livre-arbítrio e o Yoga não é GHB.
Vera de Bettencourt , Professora de Hatha Yoga, Suisse