19/02/2026
Ela não queria “um topo rosa”.
Ela queria a Chloe.
O vestido que ela iria usar na festa.
O sapatinho que combinava com tudo.
O jeitinho delicado.
A carinha curiosa.
Os detalhes que só quem é mãe percebe.
Quando eu começo uma peça, eu não penso em biscuit. Eu penso em história.
Cada textura, cada laço, cada borboleta ali tem referência real. Porque não é sobre fazer “parecido”. É sobre fazer significativo.
No fim, não é só um topo. É memória de um dia feliz eternizado em forma de arte.
E é isso que eu entrego. Agenda aberta para personalizados