07/12/2022
Suspense e um pouco mais que isso⠀
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Em fumaça Branca vamos conhecer Marigold e sua família que acaba de se mudar para uma casa em uma cidade estranha, em um bairro onde são os únicos moradores.⠀
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O sinal de telefone que quase não funciona, o péssimo relacionamento com a filha de seu padrasto, seu pavor de percevejos e a abstinência de maconha transformam sua experiência em algo nada agradável, principalmente porque ela está terminantemente proibida de usar qualquer droga, motivo principal que os levou até a casa nova.⠀
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No entanto, coisas bizarras começam a surgir: cheiros estranhos, objetos fora do lugar, barulhos de madrugada... A meia irmã que diz ter uma amiga na casa e uma lenda urbana que diz que aquela casa é mal assombrada pela Bruxa. ⠀
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Juntando isso ao fato de alguém estar tentando destruir a cidade, deixam Mari em um estado psicológico preocupante.⠀
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A obra é narrada em primeira pessoa e o livro tem um bom desenvolvimento, que me fez ler a obra completa em apenas dois dias. ⠀
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Os personagens possuem características bem marcantes, o que ajuda durante a leitura.⠀
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No entanto, o que me pegou mesmo foi o final. Estava bem animada para saber como iria terminar, mas o livro termina no meio do clímax, deixando coisas não resolvidas.⠀
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Gosto bastante de finais em aberto, mas só quando eles são bem preparados pelo autor. Em Fumaça Branca, tive a sensação de que a autora apenas cansou de escrever e deixou de lado, o que acabou me frustrando após ler uma história que tinha tudo pra ser incrível.⠀
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O plot twist foi bem convincente, o livro aborda questões sociais interessantes e o terror é leve o suficiente para leitores que não estão acostumados a ler o gênero, mas a forma como a autora trabalhou isso no final deixou a desejar.⠀
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Obrigada cedida pela ⠀
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🌻 Vocês leram algo de terror esse ano? Gostam de finais abertos?