Representatividade Trans

Representatividade Trans Lutamos por Representatividade Trans nos espaços de Arte
Pela humanização e naturalização das nossas identidades e presença. Estamos na moda, na crista da onda.

Chega de Trans Fake
Diga SIM ao talento Manifesto REPRESENTATIVIDADE TRANS JÁ. Diga NÃO ao TRANS FAKE
Nós atrizes e atores trans (travestis, mulheres e homens trans) organizados, vimos através deste manifesto buscar nossa representatividade, visibilidade e reconhecimento na produção artística na TV, no teatro e no cinema. Somos a população mais estigmatizada e marginalizada da nossa sociedade. O B

rasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Somos assassinadxs todos os dias, com extrema violência, ódio e requintes de crueldade. Nossa segunda causa de morte é o suicídio.A vida média de uma pessoa trans é de apenas 35 anos. Somos, quase todxs, expulsas de casa muito cedo, às vezes com apenas 12 ou 14 anos de idade. Mais de 90% da nossa população está na prostituição, pois o mercado de trabalho não nos aceita. Precisamos lutar para ter direito ao nosso nome social, usar o banheiro de acordo com a nossa identidade de gênero e para por ela sermos reconhecidxs e tratadxs. As instituições de ensino estão começando agora a nos aceitarem. Ainda assim, há casos de travestis, como a estudante de licenciatura em artes Ágatha Mont, de 26 anos, que sofreu transfobia na FMU e morreu assassinada. Muitxs só ingressaram nas universidades graças a projetos como o Transcidadania em São Paulo e o Prepara Nem no Rio. Lutamos pela normalização e humanização de nossos corpos e identidades. Direitos básicos nos são negados diariamente. Durante décadas fomos publicamente censuradas pelo Estado, por operações como “Tarântula” e “Comando de caça aos gays”, que prendiam, torturavam, espancavam e assassinavam travestis, que não podiam simplesmente circular pelas ruas. Presas, eram obrigadas a se mutilar para serem libertadas.Era proibido mencionar a palavra travesti em qualquer meio de comunicação. Claudia Celeste, em 1977, foi retirada do elenco da novela “Espelho Mágico”, na Globo. Voltou à cena só em 1988 como Dinorá, na novela “Olho por Olho”, da extinta TV Manchete, sendo a única travesti até hoje a fazer uma novela inteira. Rogéria, em seu livro “Rogéria uma mulher e mais um pouco” diz: “A censura na televisão é muito estranha”. Ela nos conta sobre esta censura desde a TV Excelsior, quando seu programa “Quem tem medo de Rogéria?”, foi retirado do ar sem explicações, ou quando outras participações foram canceladas ou vetadas. E estamos falando de Rogéria, um caso raro de visibilidade na nossa comunidade. Em 2001 a atriz e travesti Thelma Lipp foi substituída depois de ensaiar e fazer laboratórios por dois meses com a equipe do filme “Carandiru”, em que foi substituida pelo ator Rodrigo Santoro por “questões de marketing”. Thelma, que foi a resposta paulista a outro fenômeno de beleza, Roberta Close, não agüentou o baque. Acabou voltando às drogas, sofrendo depressão e terminando a vida como Deodoro. Em uma entrevista feita em 2002, Claudia Wonder, também atriz e travesti, conta que ela e Thelma Lipp planejavam realizar um trabalho junto ao Sindicato dos Artistas, para que papéis de pessoas trans fossem preferencialmente oferecidos a artistas trans. Na década de 70 nasceu a militância LGBT no Brasil, impulsionada pelas travestis organizadas, que saíram às ruas para reivindicarem e garantirem o simples direito à vida. Hoje, nós artistas trans resolvemos nos unir. Desde que nos entendemos como humanidade as minorias vem buscando seus direitos, à igualdade, a representatividade, a ter um espaço digno na sociedade. Essa luta acontece também nas Artes. Há séculos atrás só os homens cis podiam atuar no teatro, e os papeis femininos eram representados por eles, que utilizavam máscaras e vestimenta feminina. Somente a partir do século XVII, as mulheres cis passaram a dividir o palco e poder estar em cena. Mais tarde atrizes e atores negroscomeçaram a questionar por quê personagens negros eram interpretados por artistas brancos, que pintavam suas caras para representá-los, o conhecido Black Face. Nós nos perguntamos:
Por que temos que aceitar que atores e atrizes cis interpretem personagens trans? Quer ser moderno no teatro, cinema ou televisão? Coloque entre os personagens uma pessoa trans.
É tão moderno um grupo dar visibilidade ao tema, não? Que autora maravilhosa falando sobre nós, você viu? Que filme contemporâneo com essa historia, hein? Mas quando vão escolher alguém para representar um personagem trans quem é contratado? Um ator ou atriz cis. Mas por que não chamam uma pessoa trans para fazer este personagem? Acreditam que apenas mencionar, tocar ou falar do tema garante visibilidade e um olhar diferente sobre a nossa população? Acham que assim pode diminuir a transfobia? Não existe meia representatividade. Ou se tem ou não se tem. Precisamos ser vistas, reconhecidas através de referências concretas. Será que sabem o que é crescer sem entender o que você é ou o que está acontecendo com você, por falta de um modelo a seguir? Também nos perguntamos:
Por que não tem atores cis interpretando as heroínas das historias? Ou atrizes cis fazendo papel de galã? Não faz sentido, né? Então por que, quando se trata de personagens trans, convidam pessoas cis para os papéis?
É liberdade artística?E sobre o ator não ter sexo? Nós artistas trans gostariamos de conhecer de perto essa tal liberdade artística. No dia em que não for mais preciso separar ou diferenciar artistas cis de artistas trans. No dia em que formos ao teatro, ao cinema ou mesmo ligarmos a televisão e virmos artistas trans interpretando personagens cis naturalmente. Nesse dia poderemos conversar sobre liberdade artística e dizer que o ator não tem sexo. No momento, estamos tentando ter o direito de entrar, de estar, de pertencer e de permanecer. A exclusão não fere a liberdade artística também? Nós artistas trans entendemos a liberdade artística de maneira ampla, geral e irrestrita, sem gênero, sem barreiras, sem amarras e sem fronteiras. Mas também entendemos a arte como instrumento libertador, questionador e símbolo de luta e resistência. E para que serve o artista, senão para refletir, questionar e falar do seu tempo? Muitas vezes não nos convidam porque o personagem em questão começa com um gênero e transiciona para o outro gênero no decorrer da historia. Então querem nos convencer de que é possível colocar um peito no Rodrigo Santoro ou uma prótese de mandíbula na Carolina Ferraz, ou que ainda podem envelhecer drasticamente Regina Duarte ou transformar Vera Holtz em uma pessoa obesa, mas que nós não podemos reconstituir o que nós já vivemos e conhecemos antes da nossa transição? E ainda, será que sabem que existem atores e atrizes que estão em transição? Alguns inclusive sem nenhum procedimento cirúrgico? Mas existem artistas trans? Mas estão preparadxs? Ou ainda: Eu já procurei e não achei. Pois sim, sempre estivemos nas artes, além das já citadas, tivemos Phedra de Córdoba, Divina Valéria, Margot Minelli, Jane di Castro e tantas, tantas outrxs. Hoje estamos aqui para dizer que sim, nós existimos. E queremos oportunidades e emprego. E perguntamos:
Como podemos existir sem a inclusão? Sem oportunidades? Qual será a próxima desculpa? O ator Jeffrey Tambor, que interpreta a protagonista trans Maura Pfeffermann na série ”Transparent”, ao receber o prêmio Emmy de melhor ator disse:
“Seria diferente se as pessoas trans tivessem contado suas historias há centenas de anos, mas não puderam. É um problema de verdade... espero que apareçam mais oportunidades para o talento dos transgêneros... eu gostaria muito de ser o ultimo cisgênero interpretando uma personagem transgênero. Acho que já chegamos a esse ponto”. Na mesma noite Laverne Cox, atriz e mulher trans (indicada ao Emmy de melhor atriz pela série “Orange is the new Black”) disse:
”Quero ecoar o que Jeffrey Tambor disse hoje à noite. Dêem uma chance ao talento trans. Eu não estaria aqui hoje se alguém não tivesse me dado uma chance”. Esta mesma atriz, só protagonizou “Rocky Horror Picture Show” por que o ator Adam Lambert recusou fazer o papel de protagonista alegando:
“Eu senti que, em 2016, ser cisgênero e fazer um personagem trans é inapropriado. Nos anos 70 era diferente. Mas agora há uma ótima conversa sobre trans e gênero no mundo”. Não precisamos que Cauãs, Claudias, Carolinas, Luizes, Florianos, Airtons, Rodrigos, Eddies, Jeffreys entre tantos outros nos representem. Nós estamos aqui e existimos. Cansamos de servir apenas como experimentos cênicos para teatro, cinema, televisão e trabalhos acadêmicos. Queremos e precisamos de oportunidades e emprego. Este manifesto visa sensibilizar, conscientizar e humanizar: autores, escritores, dramaturgos, diretores, produtores, cineastas, assistentes, equipes técnicas, produtoras, agências de atores, SATED, publicitários, grupos, associações e coletivos artísticos, atores e atrizes cisgêneros. Tirem-nos das esquinas. Resistiremos e Lutaremos
Juntxs somos mais fortes. Assinado: Movimento Nacional de Artistas Trans

10/07/2025
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22/10/2023

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Nós, artistas cujas identidades de gênero estão fora do espectro cisgênero, lamentamos profundamente a exibição do filme Agreste na 47° Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Escrito por Newton Moreno e dirigido por Sérgio Roizenblit, este filme exemplifica a prática prejudicial da representação inautêntica no audiovisual, em que
personagens trans são retratades por artistas cisgêneres. Além disso, observamos a ausência completa de artistas com identidades de gênero diversas em cargos-chave na criação da narrativa, como direção, roteiro e produção.

A representação inautêntica e a exclusão de artistas trans em produções artísticas têm impactos significativos em nossas vidas. Isso não apenas limita nosso acesso ao mercado de trabalho, mas a falta de autenticidade na representação afeta diretamente nossa construção identitária e autoafirmação, perpetuando estereótipos distorcidos que deturpam nossas experiências de vida.

Personagens trans são frequentemente retratades de maneira negativa, hipersexualizada e marginalizada, criando uma visão distorcida de nossas identidades. Isso é evidente no texto dramatúrgico de Newton Moreno, que serviu de base para o longa-metragem AGRESTE, onde encontramos o clichê cansativo do personagem que esconde sua identidade, reforçando a narrativa errônea de que vivemos uma farsa e que nossa “verdadeira identidade” precisa ser revelada pela ótica cis.

Desde o Manifesto Representatividade Trans de 2017, reforçado pelo Manifesto de lançamento do Coletivo de Artistas Transmasculines em 2020, ficou evidente a importância da representatividade de identidades de gênero diversas nas artes. No entanto, na prática, vemos artistas trans frequentemente relegados a papéis secundários para justificar a representação inautêntica de personagens protagonistas, o que serve aos interesses “comerciais” de uma suposta “inclusão” e reforça o discurso hegemônico cis sobre nossos corpos.

Esperamos que a indústria cinematográfica se comprometa com a inclusão de artistas trans a fim de garantir nosso acesso ao trabalho, dignidade, justiça, visibilidade e REPRESENTATIVIDADE.

De .oficial DORITOS®️, TODXS e ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) se juntam a essa causa em busca de...
29/03/2023

De .oficial

DORITOS®️, TODXS e ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) se juntam a essa causa em busca de apoiar a jornada de pessoas trans e tr****tis com a retificação de seus documentos de forma gratuita.

Serão 15 instituições selecionadas pelo país que atuarão a nível municipal e estadual a depender de cada caso.

Saiba mais em www.doritos.todxs.org e preencha seu formulário.

O preenchimento do formulário não garante a participação. As pessoas selecionadas serão acionadas pelas organizações parceiras.

Atenção: as Inscrições irão até até 30/4/23, e são válidas apenas para maiores de 18 anos. Para saber mais sobre as regras e condições do projeto, acesse o regulamento no site http://www.doritos.todxs.org

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24/03/2023

De .oficial

TRANSFOBIA | Uma ofensiva legislativa contra pessoas trans está em alta no Brasil. Segundo levantamento da Folha, ao menos 69 projetos de lei antitrans foram apresentados nas esferas federal, estadual ou municipal desde o início deste ano. A maior parte foi proposta após a retomada das atividades na maioria das Casas Legislativas do país, em fevereiro —desde então, mais de um novo PL (projeto de lei) antitrans é apresentado a cada dia. O número pode crescer nas próximas semanas, inflamado pelo discurso transfóbico de Nikolas Ferreira (PL-MG) no plenário da Câmara dos Deputados no último dia 8.

Leia em folha.com/politica e ouça o episódio do Café da Manhã desta terça (21) no Spotify

📝 Dani Avelar

Acessibilidade: lai_za.c

Repost da

10/03/2023

Assine o abaixo assinado pela Cassação de Nikolas Ferreira, organizado pela Deputada Erika Hilton.

www.foranikolas.com

De   Hoje em Roma faremos o lançamento do MONART - Itália (Movimento Nazionale de Artiste Trans) no  (espaço pioneiro na...
05/03/2023

De

Hoje em Roma faremos o lançamento do MONART - Itália (Movimento Nazionale de Artiste Trans) no (espaço pioneiro na luta LGBTQIA+) com a leitura do “Manifesto Rappresentatività Trans - Dire SI al talento trans. uma parceria do com a
Que delicia ver minha pesquisa na arte atravessando oceanos, ampliando os espaços artísticos e trazendo consciência para este tema.
O MONART foi lançado em 2017 no Brasil e hoje vemos o alargamento e a ocupação de corpos Trans/tr****tis nas produções brasileiras (ainda temos muito trabalho).
Hoje este movimento já está em países como Portugal e Itália, e em conversas com outres artistas pelo mundo.
O MONART luta pela inclusão, permanência, profissionalização e representatividade coletiva de artistas Trans nos espaços de atuação e criação artística, e pede uma pausa na prática do transfake (quando artistas cis interpretam personagens trans)
Evoe Traviarcado
Travaé
TravaSomos

De .oficial 🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️ História e MemóriaProjeto de Lei apresentado pela Duda Salabert, enquanto ainda era vereadora na ...
28/02/2023

De .oficial

🏳️‍⚧️🏳️‍⚧️ História e Memória

Projeto de Lei apresentado pela Duda Salabert, enquanto ainda era vereadora na cidade, foi aprovado. Projeto dá o nome da nossa saudosa Anyky Lima em uma Rua de Belo Horizonte.

Para conhecer um pouco mais sobre a Anyky, em nossos reels tem um vídeo onde ela narra um pouco de sua trajetória de vida e de luta.

Viva Anyky!!!

Obrigada Duda Salabert por manter viva a nossa memória e celebrar aquelas que abriram caminhos para nosso futuro!

14/02/2023

MARATONA BIBI FERREIRA
Amigos, nessa nova edição, optamos por disponibilizar todos os espetáculos na íntegra de uma só vez. Hoje, aqui e agora. Todos os links juntos. São mais de 12 horas de conteúdo, com momentos lindos da carreira de Bibi e momentos únicos para o público. Me faz pensar da grande oportunidade que teve o público que a assistiu ao vivo, que a viu fazer tudo o que hoje assistimos pelo registro em vídeo. Assistir Bibi ao vivo era impactante, avassalador e gerava grandes picos emocionais, tamanha a beleza da sua interpretação, da sua voz, dos graves e agudos ousados. Sua presença em cena era absoluta, plena e de uma estranha força, que logo arrebatava toda a audiência.
Abaixo os links (precisa copiar e colar), embora o caminho mais fácil para ter acesso a todos os vídeos, é no canal do YouTube da Raman Entretenimentos. Todo mundo tem acesso, é gratuito e fácil de usar.
A Maratona Bibi pode ser uma opção para o Carnaval.
Sejam benvindos, se acomodem e abram as cortinas!

Abaixo os links: 7 espetáculos e 2 podcasts.

ESPETÁCULOS
AS FAVAS COM OS ESCRÚPULOS
https://youtu.be/Ms-Pavx3JC0

BIBI VIVE AMÁLIA
https://youtu.be/OpCGPv4M7I4

BRASILEIRO, PROFISSÃO ESPERANÇA
https://youtu.be/pWK8mDesiLs

BIBIB FERREIRA CANTA REPERTÓRIO SINATRA
https://youtu.be/biLFbgJanF0

BIBI CANTA E CONTA PIAF
https://youtu.be/NHe2wbotRMM

BIBI NO CANEÇÃO - DE PIXINGUINA A NOEL - PARTE 1
https://youtu.be/zw-bfjZQylI

BIBI E ORQUESTRA EL ARRANQUE NO CANECÃO – PARTE 2
https://youtu.be/Q_5EfHY73MA

BIBI HISTÓRIAS E CANÇÕES
https://youtu.be/EX1SknDatgo

PODCASTS
PODCAST BICOITO PARA OUVIR – HISTÓRIAS E CANÇÕES
https://youtu.be/AyH5xvahBJo

PODCAST BISCOITO PARA OUVIR – BIBI CANTA PIAF
https://youtu.be/fiReP_F8KtY

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02/02/2023

De with .repost
・・・
Hoje depois de 33 anos o Prêmio Shell tem entre seus indicados no Rio e SP artistas tr****tis, e foram 4 de uma vez, além do que luta pela representatividade coletiva de homens trans e pessoas transmasculinas.
Finalmente chegamos a um dos prêmios de maior prestígio social dentro do teatro
Parabenizar e saudar as indicadas por “Sem Palavras”, por “Mata teu pai” e Veronica por “Brenda Lee e o palácio das princesas”
Saudar os diretores desses espetáculos e
Saudar e pelo nascimento do
O e o “Manifesto Representatividade Trans - Diga SIM ao Talento Trans” completam este ano 6 anos do seu lançamento.
Lutando pela inclusão, permanência, profissionalização e representatividade coletiva de artistas Trans nos espaços de atuação e criação nas produções artísticas, além de pedir uma pausa na prática do Transfake.
É inegável o avanço no debate da presença coletiva de artistas Trans tr****tis nas produções artísticas
Vale ressaltar que temos uma artista tr****ti na comissão de jurados do prêmio aqui em SP
A arte Trans tr****ti vem como farol para alargar e ampliar os olhares, as narrativas, as interpretações, os corpos, os debates..
Essa luta tem alcançado até outros países.
É claro que estamos no início e precisamos de muito ainda para alcançar uma equidade, uma “democracia cênica” ampla, geral e irrestrita mas estamos percorrendo esse caminho, ele é quase palpável.
A mudança está acontecendo lentamente, gradualmente mas ela é constante.
E percebemos também como a arte pode auxiliar e influenciar mudanças no convívio em sociedade.
A representatividade coletiva trans tr****ti está acontecendo em muitos âmbitos sociais.
Saudar as que vieram antes de nós, que abriram as primeiras portas e começaram a asfaltar esse percurso. Nossa Transcestralidade.
“Há um ponto de marca que dele não se pode mais voltar atrás” (grande sertão veredas)
Evoé Traviarcado
Travaé
TravaSomos

Parabenizo também a todes indicados ao prêmio (muitos amigos queridos) ❤️😍

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São Paulo, SP

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