Mapa da Cachaça

Mapa da Cachaça www.mapadacachaca.com.br: O Mapa da Cachaça quer valorizar as melhores cachaças contando as suas histórias e revelando seus aromas e sabores.

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Projeto para a valorização da cachaça como patrimônio nacional. Vamos contar as histórias dos alambiques de cachaças e revelar suas aromas e sabores.

Eles voltaram: nosso Diário da Cachaça!O Diário da Cachaça é o seu companheiro para registrar e aprofundar suas experiên...
19/08/2026

Eles voltaram: nosso Diário da Cachaça!

O Diário da Cachaça é o seu companheiro para registrar e aprofundar suas experiências sensoriais ao degustar as melhores cachaças do Brasil. Por meio de uma ficha de avaliação exclusiva, você anota cores, aromas, gostos e sensações e, acima de tudo, a sua opinião sobre cada cachaça provada. Cada página educa o paladar e transforma a degustação em descoberta.

Eles estão disponíveis na nossa loja.mapadacachaca.com.br

Saímos do mar de cana-de-açúcar de São Paulo rumo a Monte Alegre de Minas, no Triângulo Mineiro. Aos poucos, a paisagem ...
17/08/2026

Saímos do mar de cana-de-açúcar de São Paulo rumo a Monte Alegre de Minas, no Triângulo Mineiro. Aos poucos, a paisagem mudou: ali, a cana compartilha espaço com o Cerrado, as pastagens e o gado.

Foi nesse território que conhecemos a produção da Vibra Brasil. Em pequenos volumes, fermentação com levedura selecionada, a cachaça é acompanhada de perto em todas as etapas. A atenção especial está nas madeiras brasileiras: todas dornas de 700 litros com pelo menos 2 anos de envelhecimento.

Amburana, bálsamo, castanheira-do-Pará e jequitibá-rosa ajudam a construir diferentes aromas e sabores, revelando no copo parte da riqueza botânica do Cerrado.

A parceria entre Givago Alvarenga e Walter Vieira da Cunha deu origem a uma marca que busca valorizar os territórios, ingredientes e saberes brasileiros.

Nossa passagem por Monte Alegre mostrou que a cachaça começa muito antes do alambique. Ela nasce na paisagem, no solo, no clima e no trabalho de quem conhece e respeita a terra.

16/08/2026

Você bebe cachaça. Mas já parou para realmente degustar uma?

Depois de mais de 15 anos viajando pelo Brasil, visitando alambiques, conversando com produtores e avaliando milhares de rótulos, reuni parte desse conhecimento em uma aula on-line do Mapa da Cachaça.

Aprenda a Degustar Cachaça é uma experiência para quem quer entender melhor o que existe dentro da taça: reconhecer aromas e sabores, perceber a influência da produção e das madeiras e, principalmente, desenvolver o próprio repertório sensorial.

E não é uma aula para f**ar só na teoria.

Você recebe em casa um kit de degustação com:

• 6 cachaças selecionadas em garrafinhas de 50 ml
• 2 Diários da Cachaça para registrar suas experiências
• 2 tapetes de avaliação com nossa roda de aromas e vocabulário sensorial

Durante a aula, degustamos juntos diferentes estilos de cachaça e colocamos em prática as etapas da análise sensorial — do visual aos aromas, sabores e retrogosto.

A ideia não é dizer qual cachaça você deve gostar. É dar ferramentas para você entender por que gosta — ou não de um certo estilo.

🥃 Aula on-line + kit entregue em casa

Inscrições e informações no link da bio.

Três ingredientes e uma pedra de gelo: o drink mais antigo da coquetelaria, agora com cachaça.É o Coffee Old Fashioned, ...
15/08/2026

Três ingredientes e uma pedra de gelo: o drink mais antigo da coquetelaria, agora com cachaça.

É o Coffee Old Fashioned, releitura do clássico feita pelo bartender Bruno Pasquini — com cachaça no lugar do bourbon. A base é a Divina Cana 168, uma envelhecida de 42% de Três Pontas (MG), cujo fundo de carvalho, amburana e jequitibá sustenta o drink.

São 60 ml da cachaça, 15 ml de licor de café e 2 a 3 gotas de Angostura. Mexe no copo de mistura com bastante gelo por uns 20 a 30 segundos, coa sobre uma pedra grande no copo baixo, torce uma casca de laranja por cima e finaliza com uma cereja.

O truque é que o licor de café soma corpo e um doçor de torra que dispensa xarope, enquanto a Angostura costura tudo com as especiarias. É drink pra beber devagar — cada gole abre uma camada: café, madeira, laranja.

Você sabia? O Old Fashioned nasceu no início do século XIX como a definição literal de "coquetel" — destilado, açúcar, água e bitter — e é citado como o drink documentado mais antigo que ainda se bebe hoje.

Cachaça no lugar do bourbon: você aprova?

Receita pro fim de semana 🍹
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14/08/2026
É inspirada na avó da família, tem tanoaria própria e faz cachaça pensando nos biomas do Brasil.Estamos no extremo sul d...
14/08/2026

É inspirada na avó da família, tem tanoaria própria e faz cachaça pensando nos biomas do Brasil.

Estamos no extremo sul da Bahia, entre Caravelas e Medeiros Neto. Foi ali que, nos anos 1990, uma moenda movida à tração animal deu início ao que hoje é um dos alambiques mais dinâmicos da região. O nome, Matriarca, é uma homenagem a Aracy Alves Pinto — a matriarca da família.

E é família de verdade tocando o negócio: o fundador Beto Pinto, a esposa Lana, as filhas Milla e Maíra e o genro Lucas, na Fazenda Cio da Terra, com o canavial em volta do alambique. (E você, prefere cachaça em carvalho ou nas madeiras brasileiras? Conta aqui embaixo.)

O diferencial vem da madeira. A Matriarca é uma das raras casas com tanoaria própria — quem cuida dos barris é Gildásio, tanoeiro que veio de Salinas. E foi pioneira no Brasil ao envelhecer cachaça em jaqueira, madeira tirada do próprio quintal. Hoje mergulha nos biomas brasileiros: jequitibá-rosa, bálsamo, ipê, castanheira, amburana.

Você sabia? A Matriarca Ouro Bálsamo reúne madeiras de dois biomas num mesmo copo — Mata Atlântica e Cerrado.

Toda Semana, um alambique. 🥃
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O avô fazia cachaça pra beber com os amigos desde 1900 — o neto transformou aquilo num destilado de perfil mundial.Estam...
12/08/2026

O avô fazia cachaça pra beber com os amigos desde 1900 — o neto transformou aquilo num destilado de perfil mundial.

Estamos em Turvolândia, no sul de Minas. Foi ali, na mesma fazenda, que o avô do publicitário Roberto Brasil já destilava cachaça pra dividir com os amigos. Cinquenta anos depois, Roberto voltou ao cenário das férias de infância com uma ideia: fazer daquela lembrança uma bebida séria.

Pra isso, entregou a cana nas mãos de Armando Del Bianco, um dos master blenders mais respeitados do país, que montou um bunker de barris de carvalho americano e foi extrair o melhor da madeira. Nasceu a Gouveia Brasil 44, extra premium de 44%.

No copo, ela reluz como ouro claro. O sommelier Maurício Ayer resume numa palavra: intensidade. Baunilha e ameixa seca no aroma, corpo doce com um leve ardor, e um retrogosto farto de amêndoas torradas e taninos. Pra ele, a linhagem é global — lembra um armagnac ou um rum longamente envelhecido. O interior de Minas que virou porto pro mundo.

Você sabia? A casa tem ainda uma Extra Premium que é um blend de três descansos: 5 anos em carvalho americano, 5 em jequitibá e 10 em amburana.

Qual cachaça envelhecida já te lembrou uma bebida de outro país?

Toda Semana, um alambique. 🥃
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Caju, limão e um xarope de gengibre caseiro: a caipirinha que a chef Bel Coelho serve em SP.Essa é uma caipirinha brasil...
08/08/2026

Caju, limão e um xarope de gengibre caseiro: a caipirinha que a chef Bel Coelho serve em SP.

Essa é uma caipirinha brasileira até a raiz: troca parte do limão pelo caju e ganha um toque de xarope de gengibre feito em casa. A criação é da chef Bel Coelho, do restaurante Cuia (SP), em parceria com a bartender Pri Okino.

No copo vão fatias de limão-taiti e de caju maceradas de leve, o xarope de gengibre, bastante gelo e a cachaça por cima. Mexe com a colher por baixo do gelo pra integrar tudo — e decora com as tampinhas do próprio caju.

(E você, caju na caipirinha: toparia trocar o limão? Conta aqui embaixo.)

A base é a Nobre Sensações Freijó, do Engenho Nobre, de Cruz do Espírito Santo (PB): uma branca com passagem tão leve por madeira que f**a quase incolor, deixando a fruta brilhar sem pesar no drink.

Você sabia? O segredo do frescor é o xarope de gengibre caseiro — gengibre batido com água, coado e cozido com açúcar. Rende, guarda na geladeira e ainda adoça outros drinks.

Receita pro fim de semana 🍹
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Leva o nome de um passarinho de voo colorido, e é tão versátil quanto ele na Mantiqueira.Estamos na Fazenda Guapiara, em...
07/08/2026

Leva o nome de um passarinho de voo colorido, e é tão versátil quanto ele na Mantiqueira.

Estamos na Fazenda Guapiara, em Aiuruoca, nas terras altas da Serra da Mantiqueira mineira. Ali, há mais de 30 anos, o mestre Otacílio cuida de cada gota que escorre dos alambiques de cobre a fogo direto — hoje ao lado do filho, Tobias.

A Tiê Prata é destilada, descansa pelo menos seis meses em dornas de inox e passa por duas filtragens antes de engarrafar. Do plantio da cana ao rótulo, tudo acontece dentro da fazenda — o que ajuda a explicar as premiações nacionais e internacionais.

A Tiê é também guardiã do lugar onde nasce: a fazenda mantém duas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) que protegem as nascentes do rio Aiuruoca, e renova desde 2019 um certif**ado que atesta a ausência de agrotóxicos. Cana cercada de mata, sem veneno.

O nome vem do tiê, passarinho da Mantiqueira — e combina: uma cachaça de identidade forte, que brilha tanto pura quanto na mão de bons bartenders.

Você sabia? Anos depois, a marca lançou sua primeira extra premium, a Reserva Guapiara: um lote limitado de 580 garrafas envelhecido cinco anos em carvalho.

Qual cachaça te conquistou primeiro no gole puro, antes de virar drink?

Toda Semana, um alambique. 🥃
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O rótulo eleito o mais bonito do Brasil nasceu num alambique de 1855 parado desde o Império.Estamos no Vale do Café flum...
05/08/2026

O rótulo eleito o mais bonito do Brasil nasceu num alambique de 1855 parado desde o Império.

Estamos no Vale do Café fluminense, em Sacra Família do Tinguá (RJ) — a região que concentrou a riqueza do Império e se esvaziou quando o café migrou pra São Paulo. Ficaram os casarões, a mata que voltou a crescer e a destilaria da Fazenda das Palmas, erguida em 1855.

Ela funcionou, parou, e ficou parada por mais de um século e meio. Só voltou a destilar em 2013, quando a família Konder Braga decidiu reacender o alambique — não como peça de museu, mas em operação, cercado por cerca de cem hectares de Mata Atlântica preservada.

A fermentação é caipira: leveduras selvagens e fubá de milho no pé de cuba. Esse milho-verde reaparece no copo — raramente uma escolha de fermentação f**a tão legível na taça.

E o rótulo? A Pindorama Ouro Amburana venceu o Prêmio Design do Ano 2025 do Guia Mapa da Cachaça, assinado pelo estúdio Oveja & Remi. Mas o prêmio só olha rótulos que já passaram de 83 pontos na prova às cegas — antes de ser o mais bonito, a cachaça precisou ser boa.

Você sabia? A marca tem uma coleção de drinks que homenageia o modernismo brasileiro — de Mário de Andrade à Semana de 22 e a Villa-Lobos.

Qual história te ganha mais numa cachaça: o que está no copo ou o que a garrafa conta?

Toda Semana, um alambique. 🥃
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