14/08/2026
É inspirada na avó da família, tem tanoaria própria e faz cachaça pensando nos biomas do Brasil.
Estamos no extremo sul da Bahia, entre Caravelas e Medeiros Neto. Foi ali que, nos anos 1990, uma moenda movida à tração animal deu início ao que hoje é um dos alambiques mais dinâmicos da região. O nome, Matriarca, é uma homenagem a Aracy Alves Pinto — a matriarca da família.
E é família de verdade tocando o negócio: o fundador Beto Pinto, a esposa Lana, as filhas Milla e Maíra e o genro Lucas, na Fazenda Cio da Terra, com o canavial em volta do alambique. (E você, prefere cachaça em carvalho ou nas madeiras brasileiras? Conta aqui embaixo.)
O diferencial vem da madeira. A Matriarca é uma das raras casas com tanoaria própria — quem cuida dos barris é Gildásio, tanoeiro que veio de Salinas. E foi pioneira no Brasil ao envelhecer cachaça em jaqueira, madeira tirada do próprio quintal. Hoje mergulha nos biomas brasileiros: jequitibá-rosa, bálsamo, ipê, castanheira, amburana.
Você sabia? A Matriarca Ouro Bálsamo reúne madeiras de dois biomas num mesmo copo — Mata Atlântica e Cerrado.
Toda Semana, um alambique. 🥃
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