Página de divulgação do Centro de Estudos de Cultura da Guiné, um espaço criado em 2017, no bairro da Liberdade (SP), Rua dos Estudantes, 279, para difundir a cultura guineense no Brasil. O Centro foi fundado em 2016 por ABOUBACAR SIDIBÉ, guineense cuja paixão desde cedo pela cultura tradicional da Guiné o incentivou a se capacitar para coreografar, dançar, tocar instrumentos percussivos, cantar,
contar histórias, compor música e escrever poesias. Aos 10 anos de idade,
Aboubacar Sidibé começa a dançar profissionalmente com um grupo tradicional em sua cidade natal, Kamsar, na província de Boké. Seu interesse pela dança se intensifica e em 2002, aos 20 anos de idade, imigra para a capital, Conacri, onde continua seus estudos de dança e percussão tradicional da Guiné nos grupos África Sabougnouman Keita e Fareta. Seus mestres foram N´Nasady Keita e Mamadou Keita e Youssouf Koumbassa e, juntamente com o ballet Bagatai, participou de numerosos festivais na capital guineana, representando a comuna de Ratouma, sede do Ballet. Em São Paulo dá aulas de dança e percussão para adultos e crianças e se apresenta com o grupo que fundou, o Fareta Sidebé, onde atua como diretor artístico e coordenador. Viaja ao seu país, Guiné Conacri, regularmente para dar aulas de dança no ballet Bagatai e aperfeiçoar-se em percussão com seu mestre, N’Nasady Keita. Após sua chegada ao Brasil, registra-se como bailarino profissional junto ao Ministério do Trabalho (DRT). Em 2015, iniciou o “Contos Dançados da Guiné”, um projeto que une dança, música e contação de histórias. Atualmente está em andamento o projeto Souris Souris, apresentado em diversas escolas da rede de ensino de São Paulo com várias edições realizadas nos espaços do SESC-SP. Abou Sidibé fundou e dirige o Centro de Estudos da Cultura da Guiné, desde fevereiro de 2017, espaço onde são realizadas diversas atividades de difusão da cultura guineense e africanas, como cursos de percussão e dança, palestras, exibição de filmes, concertos de música e festas da comunidade africana. Além disto, o centro acolhe 11 imigrantes de diferentes nacionalidades, principalmente africanos. Em 2018 foi rodado no centro cultural o documentário "Liberdade" que tem como protagonistas Abou e os próprios moradores do centro. O filme participou de numerosos festivais em todo o país e no exterior. https://www.facebook.com/Centro-de-Estudos-de-Cultura-da-Guin%C3%A9-142206813298964/