18/07/2026
Em 2002, aprendi o peso e a graça de ser celebrante.
Havia uma noiva esperando no carro, pais aflitos à porta — e eu, sem experiência, ousei celebrar já que um imprevisto impediu o Celebrante de chegar. Fui com medo, insegura , mas fui!
A única ferramenta era fe e intuição e depois de duas horas de espera, só fui.
Aquele gesto tímido revelou‑se um chamado: cuidar do rito, guardar silêncios, traduzir olhares em promessa.
Hoje, cada cerimônia é um privilégio — um convite a honrar histórias e tornar o amor visível, transformando um momento bom em memórias inesquecíveis!
No Dia do Celebrante, a palavra que define minha jornada é: gratidão — gratidão a Deus por me escolher, estudei, me capacite e até aqui, ele tem me honrado.
E você?, já ouviu um chamado ou viveu alguma experiência parecida em sua vida? Me conte aqui.