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Essas são as peças mais mágicas, orgânicas e cheias de axé de Ogum que você vai ver hoje. A produção totalmente artesana...
21/08/2026

Essas são as peças mais mágicas, orgânicas e cheias de axé de Ogum que você vai ver hoje. A produção totalmente artesanal e orgânica preparada pra trazer esse axé todinho!
Disponível
Envio para todo Brasil
Vem de DM

21/08/2026

Mas quem deu a alguém o direito de definir a religião dos outros?

Colocando algumas pessoas no lugar delas e dando aula a gente ignorante de conhecimento! No próximo vídeo vou me ater a dissertar sobre o os nagôs e esse referido termo.

20/08/2026

O limite é onde a dignidade começa. Existem pessoas que começam a te admirar e te copiar. Nesse percurso, elas se perdem e te colocam como vilão. Como elas desejam ter o que naturalmente vem até você, elas passam a competir e a admiração dá lugar a disputa. Uma disputa tola e estupida. Onde o outro começa a te ver como aquele que tira o que poderia ser delas. Quando seus sentindo desconfiar, não fique na dúvida!

Que a felicidade do caçador chegue a sua casa trazendo prosperidade, riquezas e fartura! 🩵🏹💛
20/08/2026

Que a felicidade do caçador chegue a sua casa trazendo prosperidade, riquezas e fartura! 🩵🏹💛

Essas são as peças mais mágicas, primeiras e cheias de axé de Exú que você vai ver hoje. A produção totalmente artesanal...
20/08/2026

Essas são as peças mais mágicas, primeiras e cheias de axé de Exú que você vai ver hoje. A produção totalmente artesanal e orgânica preparada pra trazer esse axé todinho!
Disponível
Envio para todo Brasil
Vem de DM

Exú por nós! ❤️🖤🔱
18/08/2026

Exú por nós! ❤️🖤🔱

18/08/2026

Nessa obra fecho uma sequência muito forte. Eu não estou apenas retratando Mãe Regina Lúcia de Yemọja: estou construindo, em pintura, uma espécie de genealogia visual das mulheres que sustentaram o Ilê Axé Opô Afonjá do Rio de Janeiro. Pesquisei a informação histórica antes de pintar. Mãe Regina Lúcia de Yemanjá assumiu a condução do terreiro em 1989, sucedendo Mãe Cantu, e identifiquei a como uma das figuras centrais da história do Opô Afonjá no Rio. A própria trajetória de Mãe Regina aparece registrada em depoimentos e pesquisas sobre a memória do Candomblé no Rio de Janeiro.

Sobre minha pintura:

Como sou extremamente apaixonado pelos orixás, em especial Yemọja. Usei os matizes de cores que criam a identidade visual dela. O azul, o branco, o prata e o turquesa criam uma atmosfera de água sem transformar a obra em uma representação literal do mar. A orixá aparece como uma presença protetora atrás de Mãe Regina, quase como se a ancestralidade estivesse sustentando seus ombros. E tem algo muito importante: o olhar de Mãe Regina está vivo. Não queria representar como uma figura distante ou monumentalizada. O sorriso e os olhos através dos óculos trazem humanidade. Isso aproxima quem olha antes mesmo de conhecer a história. Essa é uma característica muito forte do meu trabalho: Eu não pinta apenas personagens históricos; eu procura devolver humanidade aos rostos da ancestralidade as eternizando para que nossa história nunca seja apagada e nosso axé seja fortalecido.

Eu sou AJ Romani - O Artista do Sagrado

14/08/2026

Há rostos que carregam muito mais do que uma história pessoal. Carregam uma tradição inteira.

Mãe Cantu foi iniciada por Mãe Aninha, em Salvador, em 1936. De Ayrá, orixá ligado à família de Xangô, tornou-se uma das mulheres importantes na continuidade do Axé Opô Afonjá. Em 1967, sucedeu Mãe Agripina na condução do Opô Afonjá de Coelho da Rocha, no Rio de Janeiro, permanecendo à frente da casa até 1989. Mas, para mim, retratá-la não é apenas registrar uma personagem histórica. É olhar para uma mulher que viveu dentro de uma linhagem de fé, memória, disciplina e continuidade.

Minha pintura nasce desse desejo: fazer com que essas pessoas voltem a nos olhar. Que quem conhece o Candomblé reconheça a força da ancestralidade.
E que quem ainda não conhece possa parar diante da tela e perguntar:

Quem foi essa mulher? O que ela viveu? O que ela deixou?

É assim que acredito que a arte também cumpre seu papel. Eu não quero apenas pintar a ancestralidade. Quero ajudar a mantê-la visível. Cada retrato que realizo é uma forma de devolver presença a quem ajudou a construir a história negra e religiosa do Brasil.

A.J. Romani - O Artista do Sagrado retratando memórias que não podem desaparecer.

12/08/2026

XANGÔ E MÃE AGRIPINA — A MULHER QUE RECEBEU UM LEGADO

Algumas pinturas começam com uma imagem. Esta começou com uma história. Nesta obra, retrato Mãe Agripina, filha de Aganju, nascida em Santo Amaro e primeira filha de santo de Mãe Aninha.

Mãe Agripina foi designada para sucedê-la no Opô Afonjá do Rio de Janeiro. E quando penso nisso, penso na dimensão da responsabilidade que existia por trás dessa escolha. Não era simplesmente suceder uma pessoa. Era receber uma história. Receber ensinamentos, fundamentos, memória e a responsabilidade de fazer com que tudo isso continuasse existindo através das próximas gerações. Por isso, nesta pintura, Xangô não está ali por acaso. Ele representa força, justiça, autoridade e uma presença profundamente ligada à história do Opô Afonjá. E Mãe Agripina aparece diante dessa força como uma mulher que carregou consigo a responsabilidade de continuar um caminho. Foi isso que procurei pintar. Não apenas a imagem de uma Iyalorixá, mas a dimensão de uma mulher que recebeu um legado. Eu gosto de pensar que a pintura pode fazer uma coisa que a fotografia, às vezes, não consegue: fazer a memória voltar a conversar conosco.

Quem conhece a história do Candomblé talvez reconheça imediatamente a importância de Mãe Agripina. Mas eu também quero falar com quem nunca ouviu seu nome. Quero que essa pessoa olhe para a tela e pergunte: “Quem foi Mãe Agripina?” Porque essa pergunta pode ser o começo de uma descoberta. E é justamente aí que encontro o sentido do meu trabalho. Tenho escolhido retratar personagens, sacerdotes e sacerdotisas que fazem parte da história da ancestralidade afro-brasileira porque acredito que memória também precisa de imagem.

Meu trabalho é uma tentativa de preservar essas presenças através da pintura. Não para transformar o passado em algo distante. Mas para fazer com que ele continue olhando para nós. Esta é a minha forma de reverenciar aqueles que vieram antes. De pesquisar. De aprender. E de transformar ancestralidade em arte.

Mãe Agripina e Xangô.
Uma história de força, fé e continuidade.

A.J. Romani - O Artista do Sagrado
Retratando a ancestral

XANGÔ E MÃE ANINHA — A FORÇA QUE O TEMPO NÃO APAGAHoje eu terminei esta pintura com a sensação de que não estava apenas ...
12/08/2026

XANGÔ E MÃE ANINHA — A FORÇA QUE O TEMPO NÃO APAGA

Hoje eu terminei esta pintura com a sensação de que não estava apenas concluindo uma obra. Estava fechando um encontro entre passado e presente.

De um lado, Xangô, senhor da justiça, do fogo, do trovão e da palavra que não se curva. Do outro, Mãe Aninha, mulher de força, coragem e visão, uma das grandes responsáveis por manter viva a tradição do Candomblé e por erguer, em 1910, o Ilê Axé Opô Afonjá, em Salvador. Sua história também atravessou o Rio de Janeiro, onde fundou uma casa de Xangô e deixou marcas profundas na história do Candomblé.

Pintar Mãe Aninha é, para mim, pintar uma mulher que veio antes. É olhar para uma ancestralidade que enfrentou perseguições, preconceitos, silenciamentos e ainda assim permaneceu de pé. É lembrar que muito do que hoje podemos celebrar, conhecer e expressar foi sustentado pelas mãos de mulheres e homens que não permitiram que sua fé, sua cultura e sua memória fossem apagadas.

Nesta tela, não quis apenas representar personagens. Quis representar presença. Quis que o vermelho tivesse o calor do fogo de Xangô. Que o dourado lembrasse a força do sagrado. E que Mãe Aninha estivesse ali não como uma figura distante da história, mas como alguém que ainda nos olha e nos pergunta:

“O que você fará com a memória que recebeu?”

É por isso que eu pinto. Porque algumas histórias não podem ser esquecidas. Alguns nomes precisam continuar sendo pronunciados. E algumas ancestralidades precisam continuar encontrando novas formas de existir. Esta é a minha maneira de reverenciar. De pesquisar. De aprender. De sentir. E de transformar memória em arte.

Que Xangô nos ensine justiça. Que Mãe Aninha nos ensine coragem. E que a ancestralidade continue encontrando caminhos para falar através de nós.

Axé. ⚡🔥

Obra autoral — A. J. Romani - O Artista do Sagrado

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