Ato Itapuã pela Arte

Ato Itapuã pela Arte Mais que um sarau, festa, show ou espetáculo, o ATO ITAPUÃ PELA ARTE é uma demonstração de cidadania e de resistência!

Por meio de atividades de múltiplas linguagens o "ATO ITAPUÃ PELA ARTE" contemplará, no dia 5 de maio, a comunidade do Gama com um dia inesquecível. Educação, cultura, arte e espírito comunitário irão mostrar a força da união da nossa gente! Mais que um sarau, festa, show ou espetáculo, será um ATO de cidadania através da participação popular! Um ato em prol do nosso Centro Cultural Itapuã

10/06/2026

Em 16 de dezembro de 2023, uma adolescente chamada Yukari, moradora do estado de Tamaulipas, no México, comemorou sua festa de 15 anos ao lado de familiares e amigos.

Antes da celebração, ela realizou um ensaio fotográfico que chamou a atenção nas redes sociais. Em várias das fotos, Yukari apareceu ao lado do caminhão de limpeza pública conduzido por seu pai, em uma homenagem ao trabalho que ajudou a tornar seu sonho possível.

As imagens foram divulgadas pelo fotógrafo Alejandro Pinilla, que explicou que a jovem tinha orgulho da profissão do pai e reconhecia todo o esforço que ele e sua mãe fizeram para realizar a festa.

Em entrevista ao Yahoo Noticias, María Guadalupe, mãe de Yukari, contou que a filha sempre sonhou com a tradicional festa de 15 anos. Segundo ela, os pais chegaram a sugerir alternativas, como uma viagem ou um celular, mas a adolescente preferiu manter o desejo de celebrar a data com uma grande comemoração.

A família também revelou que a festa precisou ser adiada por alguns meses devido aos custos relacionados à mudança de escola de Yukari. Mesmo assim, os pais continuaram economizando para realizar o sonho da filha.

De acordo com a mãe, Yukari sabia que a festa só foi possível graças ao trabalho do pai, que atua há 23 anos no serviço de limpeza pública. Por isso, decidiu incluí-lo de forma especial em seu ensaio fotográfico.

A história viralizou nas redes sociais e gerou uma onda de apoio. Após a repercussão, a jovem recebeu presentes de empresas e convites especiais, incluindo um computador oferecido por uma rede varejista e um convite para jantar em um restaurante.

09/06/2026
07/06/2026

Há mais de duas décadas, Abdul Malik mantém uma rotina que poucos estariam dispostos a enfrentar. Professor de matemática no estado de Kerala, na Índia, ele atravessa diariamente o Rio Kadalundi para chegar à escola onde leciona.

Para proteger seus livros, roupas e materiais escolares da água, Abdul guarda tudo em um s**o plástico e utiliza uma câmara de pneu como boia durante a travessia. O percurso pelo rio leva cerca de 15 a 30 minutos e evita uma viagem muito mais longa por estrada, que exigiria percorrer aproximadamente 12 quilômetros utilizando diferentes meios de transporte.

A rotina começou em 1994, quando ele percebeu que atravessar o rio seria a maneira mais rápida de chegar à escola. Desde então, enfrentou chuvas, correntezas e períodos de monções sem abandonar seu compromisso com os alunos.

Conhecido como "Tube Master" pelos estudantes, Abdul também se dedica à preservação ambiental, organizando ações de limpeza do rio e incentivando os jovens a respeitarem a natureza. Sua história se tornou um exemplo de dedicação à educação e inspirou pessoas em diferentes partes da Índia.

07/06/2026

Aos 12 anos, uma menina seguiu o garoto de quem gostava até uma clareira no meio da floresta. Não era um encontro. Quando chegou lá, havia cerca de uma dúzia de garotos esperando por ela. O que aconteceu naquele lugar a obrigou a erguer uma muralha de silêncio que levou décadas para começar a derrubar. Mas, quando finalmente encontrou coragem para falar, suas palavras abalaram a literatura contemporânea.

Roxane Gay cresceu em Nebraska, em uma família de origem haitiana. Era uma menina quieta, solitária, daquelas que encontravam nos livros um jeito de escapar do mundo. Tinha apenas 12 anos quando o garoto por quem era apaixonada pediu para encontrá-la na floresta. Ao chegar, percebeu que havia caído numa armadilha: ele não estava sozinho.

“Eles me quebraram”, confessaria anos depois. “E eu era tão nova que nem entendia do que os homens eram capazes para destruir uma menina.”

Ela voltou para casa arrastando os pés e tomou uma decisão extrema: não contar nada para ninguém. Nem para os pais, nem para amigos, para ninguém. A dor era grande demais para virar palavras. Em vez de falar, começou a comer. De propósito. Com método. Ela sabia exatamente o que estava fazendo. Acreditava que, se engordasse o suficiente e deixasse de ser vista como atraente pelos homens, ninguém voltaria a tocá-la. O próprio corpo se transformou em escudo, uma fortaleza feita de carne para manter o mundo a uma distância segura.

Roxane carregou aquele segredo durante o ensino médio, a faculdade e boa parte da vida adulta. Tentou fugir da cidade, tentou enterrar o passado, mas aquela floresta continuava seguindo seus passos. Por quase vinte anos, viveu cercada por um vazio que não conseguia explicar.

Até que, um dia, sentou diante do computador e escreveu.

Ela publicou um ensaio chamado What We Hunger For. O texto era duro, desconfortável, daqueles que doem de ler. Nele, Roxane explicava que seu peso não era descuido, preguiça ou falta de força de vontade. Era uma estratégia de sobrevivência. A reação foi imediata: milhares de mulheres ao redor do mundo começaram a escrever para ela dizendo: “isso também aconteceu comigo”.

Foi então que Roxane entendeu que a escrita podia ser uma forma de arrancar pedaços de território do silêncio. Em 2014, lançou Bad Feminist, livro que se tornou um enorme sucesso justamente por dizer algo que muitas pessoas pensavam, mas poucas admitiam: ela preferia ser uma feminista imperfeita, cheia de contradições e gostos questionáveis, do que não ser feminista. Depois veio Hunger, uma memória em que ela dividiu a própria vida entre “antes” e “depois”, colocando aquela floresta no centro de sua história.

Mas o reconhecimento também trouxe ataques. Parte da mídia e críticos mais conservadores passaram a usar contra ela os rótulos de sempre: “difícil”, “amargurada”, “exagerada”, “mulher raivosa”. Roxane conhecia bem esse jogo. Sabia que, quando uma mulher exige respeito e fala sem pedir licença, o sistema tenta chamá-la de louca, emocional ou ressentida para diminuir o peso do que ela diz. A raiva incomoda quem sempre se beneficiou do silêncio das vítimas.

Roxane Gay não vende uma cura bonita, simples e falsa. Ela costuma dizer que está “tão curada quanto um dia conseguirá estar”. Porque talvez não exista uma recuperação perfeita depois de uma violência tão profunda. Ainda assim, ela mostrou que sobreviver também é dizer a verdade, mesmo quando a voz treme. A menina que um dia tentou se esconder atrás de uma armadura feita do próprio corpo acabou transformando suas palavras em farol para milhares de pessoas. No fim, quando a sua voz incomoda alguém, quase sempre é porque você está desenterrando uma verdade que muitos preferiam manter escondida.

06/06/2026

Ela entregou tudo por uma personagem. E, quando venceu, muita gente decidiu puni-la justamente por ter feito isso bem demais.

Em 2012, Anne Hathaway se transformou em Fantine de um jeito quase doloroso de assistir. Ela perdeu peso, raspou o cabelo diante das câmeras e cantou “I Dreamed a Dream” com o rosto destruído, sem proteção, sem vaidade, sem tentar esconder o colapso emocional da personagem. Não foi uma atuação confortável. Foi uma queda diante do público.

E o mundo sentiu.

Aquela cena deixou muita gente em silêncio porque não parecia apenas uma demonstração de talento. Parecia uma ferida aberta. Fantine não era só uma mulher triste. Era uma mulher esmagada pela pobreza, pela humilhação e pelo abandono. Hathaway entendeu isso e decidiu não suavizar nada. Ela se entregou por completo, a ponto de sair emocionalmente marcada pelo processo.

Então veio o Oscar. E, junto com ele, outro tipo de julgamento.

Enquanto sua atuação era celebrada, a internet começou a zombar dela com uma crueldade sem sentido. Diziam que ela era intensa demais, perfeita demais, emocionada demais, ambiciosa demais. O que em muitos atores costuma ser chamado de dedicação, nela virou motivo de rejeição. O problema não era o talento. Era vê-lo tão exposto, tão sério, tão sem defesa.

Por isso essa história pesa mais do que parece.

Porque não fala apenas de uma atriz que ganhou um prêmio. Fala sobre como o mundo pede verdade, mas muitas vezes ridiculariza quem tem coragem de entregá-la. Anne Hathaway fez algo que poucos conseguem: desapareceu dentro de uma personagem até sobrar apenas dor na tela. E depois precisou suportar que essa mesma entrega fosse usada contra ela.

Fantine ficou para sempre. Mas o preço não foi pago pela personagem.

Foi pago pela mulher que teve coragem de carregá-la com o corpo inteiro.

*📕TODO MUNDO É MUITO BOM , MAS MEU CASACO SUMIU🧥*_Relançamento da Obra de *José Garcia Caianno* com Pocket show de *Céli...
26/10/2024

*📕TODO MUNDO É MUITO BOM , MAS MEU CASACO SUMIU🧥*
_Relançamento da Obra de *José Garcia Caianno* com Pocket show de *Célia Porto e Rênio Quintas*_

🗓️16 de Novembro (Sábado)
🕖16h
📍Premium Cozinha e Bar - Qd. 44 Shis Leste

Uma novela poética , que tem como contexto a gestão pública e a situação de Brasília , abordando também política, sociologia , filosofia e antropologia.

Assim , o poeta José Garcia Caianno , Dedé para os íntimos, define seu primeiro livro que foi lançado em 2010 e agora vira uma “obra requentada” como br**ca o próprio Dedé.

Já anote na agenda e venha prestigiar esta importante atividade cultural.

*Oferecimento:*
🥘Premium Cozinha e Bar

*Apoio:*
🎨Conselho Regional de Cultura do Gama - CRCG
📚Academia Gamense de Letras - AGL

*Produção:*
🦋Carla Georgia Produções
🌻Juan Ricthelly

Gama Cidadão
carlageorgiaproducoesbasttos
Academia Gamense de Letras
Juan Ricthelly

https://www.instagram.com/p/DBmEpU-uJcq/

Vladimir Carvalho , o homem da alma maior do mundo.Só pelo fato de ser essa alma generosa ele consegue tamanha façanha e...
25/10/2024

Vladimir Carvalho , o homem da alma maior do mundo.
Só pelo fato de ser essa alma generosa ele consegue tamanha façanha em sua obra.
O grande narrador não deixa pedra sobre pedra e rompe as fronteiras do cinema documentário.
Vladimir Carvalho mergulha no subsolo da construção da capital e alumia onde antes havia sombras deixando tudo as claras.
José Garcia Caianno
25/10/2024

https://www.instagram.com/p/DBjF7SCR5hx/

Endereço

Gama, DF
7200000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ato Itapuã pela Arte posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria