06/10/2022
A importância da alimentação saudável
A alimentação saudável propicia ao organismo bons nutrientes, para que ele se mantenha funcionando de forma equilibrada. É a partir do que ingerimos que criamos energia para a realização de nossas atividades diárias.
1. Tenha uma alimentação diversificada
A dieta deve ser diversificada para ganhos mais otimizados. Alimentos de origem vegetal são excelentes fontes de fibras, vitaminas e minerais. Já os alimentos de origem animal, como carne e ovos, são boas fontes de proteínas. Os laticínios, em especial o leite, são a principal fonte de cálcio.
Claro que quem tem intolerância e alergias precisa seguir restrições. No entanto é comum pessoas retirarem algum nutriente, a exemplo do glúten, com o objetivo de emagrecer. Isso não costuma trazer resultados duráveis.
De modo geral, as refeições devem abranger todos os grupos alimentares, pois nenhum alimento sozinho proporciona tudo que o organismo precisa.
2. Mantenha a boa hidratação
A água é indispensável para o bom funcionamento do corpo. Ela mantém a hidratação, auxilia na regulação da temperatura corporal, ajuda no funcionamento intestinal e favorece diversos processos fisiológicos. Já o baixo consumo pode levar à desidratação e até prejudicar a regulação hormonal.
A recomendação, para a maioria das pessoas, é de ingerir 35ml por quilo corporal, o que dá uma média de 2 litros para um adulto. No entanto, as necessidades podem ser diferentes, de acordo, por exemplo, com o clima da cidade e a prática de atividades físicas.
3. Evite refeições apressadas
Ansiedade, pressa, preocupação e distrações no momento da refeição podem nos fazer comer em maior quantidade da que necessitamos. Não é preciso contar o número de mastigações, mas é importante comer com calma e mastigar bem o alimento, pois, além de facilitar a digestão, favorece a saciedade.
A plena atenção na refeição nos faz sentir melhor o aroma, o visual e o sabor dos alimentos. Isso também nos ajuda a identificar o momento em que já estamos satisfeitos. Uma boa dica é ficar longe de televisão e celular. Também vale descansar os talheres no prato, enquanto mastiga. Um bom tempo para finalizar um almoço ou jantar é 20 ou 30 minutos.
4. Valorize o fracionamento alimentar, mas não se prenda a ele
O fracionamento alimentar auxilia no controle do apetite. Por isso, recomenda-se não ficar longos períodos sem ingerir um alimento. É comum a recomendação de não ultrapassar 3 ou 4 horas sem um alimento, pois, assim evitamos excessos e destemperos na nossa ingestão (pessoas com muita fome podem acabar comendo grandes quantidades de gordura, sal ou açúcar que depois poderão fazer mal).
No entanto, não existem regras rígidas quanto a isso. Se você é saudável e se sente bem e sem fome entre o almoço e o jantar, por exemplo, pode seguir assim! Se suas refeições estão balanceadas e sem exagero, um prazo maior que 3 ou 4 horas pode ser viável para o seu organismo. Confira sempre com o profissional que te acompanha.
Tomar café da manhã, por exemplo, não chega a ser uma obrigação. Existem muitos pacientes que relatam não sentir fome nesse período e, como já dissemos, não há uma regra absoluta para isso. Se a pessoa usufruir de boa saúde dessa maneira, tudo bem pular essa refeição. Porém, a disciplina do café da manhã pode ajudar a criar uma rotina saudável de alimentação e até de preparo do alimento.
Em relação ao jejum intermitente, prática comum hoje, não existem evidências científicas suficientes provenientes de estudos controlados envolvendo humanos.