Campo Mourão D

Campo Mourão D Memórias que viram história. Uma linha do tempo afetiva da nossa cidade, lembranças e momentos que marcaram gerações.
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Fanfarra do Colégio Estadual Dom Bosco      (anos 90) Regência : Prof. Isabel📸:Cristiane Vedovato Cavalcanti.
21/08/2026

Fanfarra do Colégio Estadual Dom Bosco (anos 90) Regência : Prof. Isabel
📸:Cristiane Vedovato Cavalcanti.

O Fascínio do Desfile de 7 de SetembroO desfile de 7 de Setembro sempre exerceu um verdadeiro fascínio sobre as pessoas....
21/08/2026

O Fascínio do Desfile de 7 de Setembro

O desfile de 7 de Setembro sempre exerceu um verdadeiro fascínio sobre as pessoas. Não importava se fazia frio, se o sol era forte ou se até mesmo a chuva aparecia: a data trazia consigo uma atmosfera de expectativa e ansiedade.

Era o momento em que a cidade se reunia. Famílias inteiras aguardavam nas calçadas, crianças acompanhavam tudo com os olhos brilhando, enquanto os adultos, muitas vezes, reviviam memórias de outros tempos.

O som marcante das fanfarras ecoava pela avenida, embalando passos firmes e sincronizados. A cada pelotão que passava, o público, sempre numeroso, acompanhava com atenção e emoção cada detalhe.

Assim foi em diferentes épocas. O 7 de Setembro tornou-se uma celebração que reunia civismo, tradição e, acima de tudo, o encanto coletivo de estar presente, lado a lado, vivendo aquele instante que ficaria guardado na memória.

Piscina do AbelardoNos anos 80, a Piscina do Abelardo era um dos pontos mais frequentados nos finais de semana de verão ...
20/08/2026

Piscina do Abelardo

Nos anos 80, a Piscina do Abelardo era um dos pontos mais frequentados nos finais de semana de verão em Campo Mourão. 🌞💦
Com sua piscina de água natural e o ambiente acolhedor próximo ao Barreiro das Frutas, o local reunia famílias e amigos em momentos de lazer e descontração.

Uma lembrança que marcou gerações e ficou na memória dos mourãoenses.

📸: Mario Silveira (acervo).

Nos anos 80, o Clube Mourãoense era o local mais frequentado pelos jovens da cidade de Campo Mourão. Localizado na Rua R...
20/08/2026

Nos anos 80, o Clube Mourãoense era o local mais frequentado pelos jovens da cidade de Campo Mourão. Localizado na Rua Roberto Brzezinski, era o ponto de encontro da Juventude.

O clube era conhecido por suas festas animadas e cheias de energia, onde a música pulsante embalava os passos de dança e as risadas ecoavam pelos salões. As luzes coloridas iluminavam a pista de dança, criando um ambiente vibrante e contagiante.

Hoje em dia, as lembranças daquela época dourada ainda aquecem os corações dos mourãoenses que viveram esses momentos. O Clube Mourãoense é parte integrante da história local, representando uma era de diversão, amizade e celebração que jamais será esquecida.

📷: Formandos da 8ª série (Primeiro Grau) Col. Marechal Rondon (anos 80).

Paquera no Rafa Lanches  (Status Som)(Esquina da Faculdade 1987)
20/08/2026

Paquera no Rafa Lanches (Status Som)
(Esquina da Faculdade 1987)

Grupo de Jovens MOCAM-Mocidade Católica Mourãoense, fundado em 13.06.1973, sob a coordenação de Irmã Lore. (Anos 80).
19/08/2026

Grupo de Jovens MOCAM-Mocidade Católica Mourãoense, fundado em 13.06.1973, sob a coordenação de Irmã Lore. (Anos 80).

Uma vida ao volante, uma história de amor por Campo MourãoAos 88 anos, Job Alves da Silva carrega no olhar as marcas de ...
19/08/2026

Uma vida ao volante, uma história de amor por Campo Mourão

Aos 88 anos, Job Alves da Silva carrega no olhar as marcas de uma vida inteira dedicada ao trabalho, à família e a Campo Mourão.

Ele chegou à cidade no final de 1969 e, por quase quatro décadas, fez do volante o seu companheiro de jornada. Como motorista de táxi, conheceu ruas, pessoas e histórias, tornando-se um velho e querido conhecido de muitas gerações de mourãoenses.

Ao lado da esposa, Aparecida de Faria Silva, construiu uma família de oito filhos, todos criados com muito trabalho e dedicação e que, até hoje, permanecem vivendo na cidade que Job escolheu para construir sua história.

A fotografia registra um desses momentos que o tempo não apaga: seu Job, orgulhoso ao lado do seu táxi, no Ponto nº 1, tendo ao fundo a antiga Rodoviária de Campo Mourão, prédio que hoje abriga a Biblioteca Municipal. Uma imagem que vai muito além de um simples registro: ela guarda um pedaço da história da cidade e da vida de um homem que ajudou a movimentá-la.

Apaixonado por futebol e torcedor do São Paulo, Job também viveu sua paixão pelo esporte de forma especial. Chegou a ter seu próprio time, o Cobra Criada Futebol Clube, reunindo amigos e alimentando, dentro e fora dos campos, o espírito de companheirismo que sempre fez parte de sua vida.

Hoje, olhar para essa fotografia é também reconhecer uma trajetória de quase seis décadas ligada a Campo Mourão. Seu Job não foi apenas motorista de táxi. Foi pai, esposo, apaixonado por futebol e, acima de tudo, um personagem da história cotidiana de uma cidade que ajudou a construir.

Uma vida ao volante. Uma família construída com amor. E uma história que merece ser lembrada.

Piquirivaí completa 60 anos de criação como distrito de Campo Mourão*Nome da localidade foi criado por Nelson Bittencour...
19/08/2026

Piquirivaí completa 60 anos de criação como distrito de Campo Mourão*

Nome da localidade foi criado por Nelson Bittencourt Prado em 1956, a partir da fusão dos nomes dos rios Piquiri e Ivaí

Piquirivaí completa, neste 19 de agosto, 60 anos de criação oficial como distrito de Campo Mourão. A data marca uma importante página da história do município e também permite recuperar a contribuição de Nelson Bittencourt Prado, responsável pela criação do nome que identifica a comunidade há sete décadas.

Antes de se chamar Piquirivaí, a localidade era conhecida como João Maria, em referência a um de seus moradores. Em 1956, diante da perspectiva de abertura de um loteamento pela Produtora Rural Agropecuária do Oeste, surgiu a necessidade de estabelecer uma nova denominação para a comunidade.

Foi então que o vereador Nelson Bittencourt Prado, advogado, jornalista e pesquisador da história regional, propôs o nome Piquirivaí, criado a partir da fusão dos nomes de dois importantes rios paranaenses: Piquiri + Ivaí.

A nova toponímia foi oficializada pela Lei Municipal nº 15, de 13 de agosto de 1956, sancionada pelo prefeito Roberto Brzezinski. Dessa forma, o nome Piquirivaí já estava oficialmente estabelecido dez anos antes da criação do distrito.

Outro momento importante ocorreu em 15 de agosto de 1961, quando foi realizada a fundação solene do povoado. A cerimônia foi marcada pelo lançamento das pedras fundamentais da Igreja de Nossa Senhora do Rocio, do Altar da Pátria e da Escola Primária, instituições que simbolizavam a organização da comunidade naquele período.

Com o crescimento da localidade, teve início o processo para transformá-la em distrito. Em 1965, durante a administração do prefeito Milton Luiz Pereira, foi sancionada a legislação municipal destinada à sua criação.

A oficialização estadual ocorreu em 19 de agosto de 1966, por meio da Lei Estadual nº 5.385, durante o governo de Paulo Pimentel, que criou Piquirivaí como Distrito Administrativo e Judiciário e o anexou ao município de Campo Mourão.

Assim, a trajetória histórica de Piquirivaí pode ser compreendida a partir de três momentos fundamentais: 1956, com a criação e oficialização do nome; 1961, com a fundação solene do povoado; e 1966, com sua criação oficial como distrito.

Ao celebrar seus 60 anos, Piquirivaí também recupera uma parte pouco conhecida de sua história. O nome que atravessou gerações nasceu da iniciativa de Nelson Bittencourt Prado, que reuniu Piquiri e Ivaí em uma única palavra, transformando elementos da geografia paranaense na identidade definitiva de uma comunidade mourãoense.

✍️Museu Municipal Deolinda Mendes Pereira.

Ubiranei Gudeiky: o craque que marcou uma geração do futsalEm 1979, a Associação Tagliari, campeã paranaense de futsal, ...
19/08/2026

Ubiranei Gudeiky: o craque que marcou uma geração do futsal

Em 1979, a Associação Tagliari, campeã paranaense de futsal, foi convidada para disputar uma série de amistosos no Paraguai. A primeira partida aconteceu em Cidade de Leste, que naquela época ainda se chamava Ciudad Presidente Stroessner, contra a seleção de Alto Paraná, departamento paraguaio que faz fronteira com o Brasil.

A equipe mourãoense chegou ao Paraguai embalada pelo título estadual. A confiança, porém, foi colocada à prova antes mesmo da bola rolar.

A partida seria disputada em uma quadra aberta, em um clube local. Enquanto os brasileiros estranhavam as condições do jogo, os paraguaios realizavam um intenso trabalho de preparação física minutos antes da partida. O resultado mostrou a força do adversário: Alto Paraná venceu por 5 a 3.

Entre os destaques da equipe paraguaia estava Ubiranei Gudeiky, o Bira, jogador de enorme habilidade que chamava a atenção pela técnica e pelo domínio da bola.

Aquela seleção de Alto Paraná reunia jogadores que, pouco depois, conquistariam o Campeonato Paraguaio e formariam a base da seleção do Paraguai que chegaria ao vice-campeonato mundial de futebol de salão em 1982, quando a modalidade ainda era conhecida dessa forma.

A partir daquele encontro, Bira passou a fazer parte também da história do futsal da região de Campo Mourão. Em diferentes momentos, defendeu as seleções de Pérola e Moreira Sales. Quando passou a morar em Campo Mourão, vestiu as camisas de equipes tradicionais como Mecânica Marcos, Fertimourão e Retificadora Cometa, entre outras.

Seu talento era tão reconhecido que, nas tradicionais eleições dos melhores jogadores do ano, seu nome aparecia praticamente todos os anos entre os escolhidos. Bira havia se tornado uma referência técnica do futsal regional.

Em 1987, durante a realização dos Jogos Abertos do Paraná em Campo Mourão, Bira integrava a seleção mourãoense. Poucos dias antes da competição, porém, deixou o grupo e acabou desfalcando a equipe, que terminou a competição com o vice-campeonato.

Anos depois, protagonizou outra passagem marcante. Ao lado de Corró, Luiz Carlos Adamo, e Fernandão, Bira ajudou a equipe de Moreira Sales a derrotar Campo Mourão na decisão de um regional dos Jogos Abertos do Paraná, competição que valia a classificação para a fase final.

Campo Mourão havia montado uma equipe considerada uma das mais fortes de sua história recente, com nomes como Flavinho Tagliari, Tanaka, Robson, Dirlei e Sandro Davanço. Na primeira fase, a equipe havia goleado Moreira Sales, mas a decisão reservou uma surpresa.

Na final, Moreira Sales levou a melhor, comandada pela habilidade de Bira, que novamente mostrou por que era considerado um jogador diferenciado.

Para quem acompanhou o futsal de Campo Mourão e região naquela época, Ubiranei Gudeiky foi um dos grandes talentos de sua geração. Sua habilidade com a bola, capacidade de drible e facilidade para decidir partidas fizeram dele um jogador que deixou marca por onde passou.

Não é exagero dizer que, para muitos que viveram aquele período, Bira foi uma espécie de Falcão de sua época: um jogador tecnicamente acima da média, capaz de transformar uma partida com a genialidade de seus pés.

Bira não foi apenas um grande jogador. Foi um dos personagens que ajudaram a construir a história do futsal de Campo Mourão e de toda a região.

Sempre assistia às missas na Catedral nas manhãs de domingo. Nos anos 80, aquele era um tempo especial, o Padre Bruno e ...
19/08/2026

Sempre assistia às missas na Catedral nas manhãs de domingo.

Nos anos 80, aquele era um tempo especial, o Padre Bruno e o Padre Oscar conduziam as celebrações com fé e carisma, e lembro-me também da irmã Aline, sempre dedicada e sorridente.

O grupo de adolescentes era fantástico, animava as missas com músicas e alegria, dando um toque todo especial às manhãs de domingo. Eram tempos de fé viva, de união e de lembranças que permanecem até hoje no coração.

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Campo Mourão, PR

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