Coletivo Feminista Flor de Mandacaru

Coletivo Feminista Flor de Mandacaru Vamos florescer em todo lugar que o machismo, o sexismo e o patriarcado estiverem presentes!

O coletivo flor de mandacaru e o coletivo tua dor nossa luta, preparou para essa quinta-feira uma live sobre O trabalho ...
16/06/2020

O coletivo flor de mandacaru e o coletivo tua dor nossa luta, preparou para essa quinta-feira uma live sobre O trabalho infantil, deixa aqui nos comentários suas dúvidas e pensamentos para discutimos no dia e até lá!! ✊🏼✊🏽✊🏾✊🏻✊🏿

Estão Preparadas(os)?!É isso aí, Quinta-feira nós temos live aqui na página do flor com essas mulheres incríveis  &   co...
13/05/2020

Estão Preparadas(os)?!

É isso aí, Quinta-feira nós temos live aqui na página do flor com essas mulheres incríveis & com o tema: Aspectos Gerais da Maternidade, iaí vai perder ?!

Marca aquela amiga e amigo que não pode perder essa live, esperamos por você!!!

Venham nos ajudar a confeccionar cartazes e fazer intervenções contra os casos de assédio moral que aconteceram na UNEB....
06/06/2017

Venham nos ajudar a confeccionar cartazes e fazer intervenções contra os casos de assédio moral que aconteceram na UNEB. Não podemos deixar que esse tipo de violência seja cada vez mais naturalizada em nosso ambiente acadêmico e que estes casos não tenham notoriedade e não sejam combatidos dentro nossa Universidade.

Na Universidade nem tudo são flores!
04/06/2017

Na Universidade nem tudo são flores!

Não passarão!!!
12/04/2017

Não passarão!!!

12/04/2017

11 de abril de 2017
Camaçari/ Ba

NOTA DE REPÚDIO

Nós do Coletivo Feminista Flor de Mandacaru, alertamos toda a comunidade acadêmica e manifestamos nosso repúdio aos comportamentos ameaçadores e agressivos que tem sido praticado pelo estudante Luís Rios Santana, (turma do 2º semestre,2016.1, do curso de Direito, turno vespertino) contra colegas mulheres - estudantes e funcionárias de diversos turnos e dos dois cursos de graduação do CAMPUS XIX-UNEB.

O indivíduo desde que adentrou a universidade vem apresentando condutas ameaçadoras, exclusivamente contra mulheres, que aumentam cada dia mais - em quantidade, intensidade e número de vítimas- desferindo fortes cotoveladas, chutes, perseguindo incessantemente dentro e fora do campus, constrangendo, intimidando e constantemente utilizando, inclusive, o capacete de sua moto para violenta-las fisicamente.

Hoje, dia 11/04, houve outro acontecimento inaceitável e bárbaro, quando o mesmo indivíduo que já havia demonstrado condutas violentas e desenfreadas, bateu o capacete de sua moto com força contra a cabeça da estudante Gabriela Abreu, do 2º semestre, turno vespertino, durante uma apresentação e com a presença da turma e com professora em sala de aula. Ao ser questionado sobre seu comportamento, ele se descontrolou e foi para cima da colega novamente com o capacete. Felizmente, foi segurado impedido por um colega de agredi-la ainda mais. No dia anterior a este, também intimidou, perseguiu e chutou o calcanhar da mesma colega.

Vale ressaltar que este NÃO é um caso isolado. Ocorreu em variados turnos, nos dois cursos do Campus XIX e contra diversas vítimas.

Entendemos que essa postura não é condizente com a proposta da Universidade do Estado da Bahia e de nenhum outro ambiente, e por essa razão não podemos tolerar atitudes como os lamentáveis episódios que vem ocorrendo contra muitas colegas do campus.

O machismo mata mulheres todos os dias e essa falsa sensação de superioridade que, infelizmente, ainda é reproduzida, conduz a diversos tipos de violência contra as mulheres, desde violência psicológica, moral, sexual, física, e inclusive leva ao feminicídio.

Contamos com a Direção, os Colegiados, a reitoria da UNEB e todos os órgãos e recursos competentes, para agirmos de modo a não permitir que comportamentos como esses continuem a ocorrer em nosso campus. A situação é séria e precisa ser combatida veementemente.

Assim, reafirmamos nosso compromisso enquanto Coletivo Feminista e estudantes: Repudiamos todas as formas de violência contra a mulher, bem como toda e qualquer prática que ameace a nossa dignidade. Não toleraremos, em hipótese alguma, o machismo e todos os comportamentos afins. E não vamos nos calar.

Por isso, o Coletivo manifesta total apoio e solidariedade às vítimas e oferece todo auxílio necessário.

Vocês não estão sozinhas.
Coletivo Flor de Mandacaru

Assinam essa nota:
- Diretoria de Combate ao Machismo e Homofobia do DCE - Diretório Central dos e das Estudante- UNEB
- Centro Acadêmico Lucas Paciole - CALP Contábeis Campus XIX.
- Coletivo Dandara
- Coletivo Quilombo Bahia

05/04/2017

Mulher, se não for a gente quem vai nos proteger?

08/03/2017

Hoje não é apenas 8 de março, dia da mulher intitulada como s**o frágil, que merece receber flores e ser parabenizada por ser uma mulher boa e exemplar. Hoje é o dia da mulher batalhadora, que se divide em duas jornadas de trabalho seja na cidade ou no campo, mais uma em casa cuidando dos filhos. Hoje é dia das mulheres que foram estupradas e culpadas por terem sido vitimas da violência sexual, e enfrentam um Estado que quer mandar no seu corpo. É dia de todas as mulheres que foram traficadas e obrigadas a se prostituírem, daquelas que apanham de seus maridos e sentem todo dia o peso da mão dos mesmos e gritam apenas dentro de si, pedindo silenciosamente socorro e que tenham piedade delas. Dia das mulheres que sustentam a casa, trabalham como uma escrava e mesmo assim recebem menos que seu colega de trabalho homem. Dia das meninas que sofrem por não se encaixarem no padrão de estética imposto pela sociedade. Dia das mulheres negras que sofrem duplamente por serem mulheres e negras. Dia das mulheres que foram vitimas da falta de caráter dos seus namorados que divulgaram vídeos íntimos. Dia das mulheres que são rotuladas e rejeitadas por não serem “femininas” ou por não se comportarem como a sociedade acha que devem se comportar, como se elas fossem menos mulher por isso. Dia da mulher trans* que além de sofrerem com o patriarcado, também são desconsideradas com componentes da sociedade. Hoje é meu dia, seu dia o nosso dia. Dia de quem levanta todos os dias para encarar o machismo de cada dia. É dia de luta, de lembrar aquelas que lutaram e conquistaram por nós, de se empoderar e mostrar que nenhuma de nós caminha sozinha. E que luta continue, como disse Rosa Luxemburgo, “Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.” VIVA O DIA DA MULHER! VIVA O FEMINISMO!

- Isa Oliveira e Clara Lavigne

Todo 8 de março é a mesma coisa: canso de ouvir frases como: “Mas dia da mulher é todo dia”, “Se tem um dia da mulher, p...
08/03/2017

Todo 8 de março é a mesma coisa: canso de ouvir frases como: “Mas dia da mulher é todo dia”, “Se tem um dia da mulher, por que não tem um dia do homem?”, ou ainda “Parabéns pelo seu dia”. É preciso entender o sentido da data. Esse não é um dia de celebração, mas de exigir direitos. Tentar transformá-lo em uma data comemorativa como o Dia dos Namorados e encher as mulheres de flores e bombons é esvaziar seu significado e destitui-lo de importância.

O Dia Internacional da Mulher serve para lembrar as desigualdades de gênero, tão comuns no Brasil e no mundo e para aproveitar espaços e discutir essas disparidades. A data foi reconhecida pela ONU na década de 1970, mas avançamos pouco desde então, no que diz respeito a direitos.

Embora nem todas as mulheres concordem sempre, algumas reivindicações são compartilhadas por quase todas as mulheres que desejam viver em uma sociedade mais igualitária:

1) FIM DAS VIOLÊNCIAS A cada 1:30 hora, uma mulher morre de causa violenta no país (IPEA). Pelo menos 4 mulheres foram assassinadas por dia pelos parceiros ou ex-parceiros em 2013 (Mapa da Violência 2015). Em 2014, 405 mulheres sofreram violência por dia e precisaram de atendimento no SUS (MdV), sendo que quase 68% dos casos foram cometidos por parentes imediatos ou parceiros/ex-parceiros.
Os dados servem para ilustrar aquilo que já sabemos: as mulheres são as principais vítimas de violência doméstica. Além desse tipo de agressão, somos assediadas nas ruas, no trabalho, nos meios de transporte, em locais públicos e privados. Foram 47 mil ocorrências de estupro denunciadas (atenção para isso, pois sabemos que esse é um dos crimes em que há mais subnotificações) apenas em 2014 (Fórum Bras. de Segurança Pública).
Ainda estamos engatinhando na prevenção e na punição dos casos de violência contra a mulher e no acolhimento e tratamento, quando é o caso, das vítimas. Hoje o sentimento mais comum quando se conversa com as mulheres sobre violência é um só: medo.

2) GARANTIA DOS DIREITOS SE***IS E REPRODUTIVOS Queremos direitos que nos permitam viver a própria sexualidade com prazer e liberdade. Para isso, precisamos de educação sexual nas escolas, acesso a métodos contraceptivos, orientação sexual e cuidados com a saúde em postos, unidades de saúde e hospitais. Queremos ter direito ao planejamento familiar, que inclui a descriminalização do ab**to. A mulher que decide abortar precisa ser amparada. Uma em cada cinco mulheres já ab**tou (PNA). É correto deixar milhares de mulheres abandonadas à própria sorte? Até quando vamos ignorar o fato de que são as mulheres pobres que morrem em procedimentos mal feitos?

3) EQUIDADE SALARIAL E DIVISÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO Mulheres ganham 68% do salário dos homens (Fórum Econômico Mundial); 90% das mulheres realizam tarefas domésticas, que incluem o cuidado com os filhos, enquanto 40% dos homens desempenham as mesmas atividades (Unicamp). Elas dedicam 25 hs semanais à casa e à família; eles, 9 hs por semana. Há 5,5 milhões de crianças que não foram sequer registradas pelos pais. Isso sem contar as milhares de mães que criam os filhos sozinhas.
Reivindicamos salários iguais e maior participação dos homens no cuidado com a casa e os filhos, que, afinal, são tanto deles quanto nossos. Os cuidados diários com as crianças e a responsabilidade pela sua educação devem ser atribuições de ambos.

4) Por fim, é importante lembrar que não existe uma categoria hegemônica chamada “mulheres”. Somos muitas, e somos diferentes, com demandas distintas. É preciso sempre levar em conta a classe social, a raça, a orientação sexual e outros fatores quando discutimos direitos das mulheres. Mas se é verdade que somos várias e diversas, também é fato que juntas somos mais fortes. E que ainda há muito trabalho a fazer.


Mariana Varella, faz o blog Chorumelas - Por Mariana Varella. Escreve às terças no Quebrando o Tabu.

COMO PARTICIPAR DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER 💪🏾💪🏽💪🏿💪🏻🌸🌵
08/03/2017

COMO PARTICIPAR DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER 💪🏾💪🏽💪🏿💪🏻🌸🌵

O Coletivo Feminista Flor de Mandacaru , junto ao DACOF estará promovendo a primeira edição do "BATE PAPO EM FOCO", traz...
03/03/2017

O Coletivo Feminista Flor de Mandacaru , junto ao DACOF estará promovendo a primeira edição do "BATE PAPO EM FOCO", trazendo uma Homenagem ao Dia Internacional das Mulheres.

O evento contará com palestras, atos e diversas homenagens.

Contamos com sua presença!!!

Endereço

Camaçari, BA

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