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que felicidade estar ao lado de artistas com trabalhos tão emocionantes, potentes, eloquentes… viva as coletividades, vi...
26/06/2026

que felicidade estar ao lado de artistas com trabalhos tão emocionantes, potentes, eloquentes… viva as coletividades, viva o deboche, viva o drama e a dor!
como diz a música, “la vida es un carnaval, y las p***s se ván cantando!” 🎊💃🏽🕺🏼👯🧑‍🩰🌹🎉

linguagens híbridas convocam a múltiplos olhares. pode ser uma pintura cujo suporte adquire propriedades escultóricas. p...
02/06/2026

linguagens híbridas convocam a múltiplos olhares. pode ser uma pintura cujo suporte adquire propriedades escultóricas. pode ser uma escultura que emula uma pintura. pode ser objeto, pode ser imagem. talvez não sejam linguagens híbridas, mas um acúmulo de processos. há um problema com as nomenclaturas. talvez não seja um problema, mas uma questão. e questões levam a várias respostas. nenhuma delas a certa, pelo menos não a única. certo e errado se desmancham. a incerteza poderia ser não um problema, mas um recurso. eu não tenho nome, temos múltiplos. a palavra nunca basta. sempre conduz à próxima, como uma linha de metrô. é possível desdobrar infinitamente. o acordo ortográfico da língua portuguesa não basta. é preciso desenhar.

o desenho é um gesto, e um gesto é um percurso. é preciso percorrer.

hoje, dia 13 de maio, começa a feira de arte de goiás , e mai uma vez tenho o prazer de estar com .pilastra nesse duplo ...
13/05/2026

hoje, dia 13 de maio, começa a feira de arte de goiás , e mai uma vez tenho o prazer de estar com .pilastra nesse duplo projeto, a exposição “(…) desde antes até quando?” e o estande da feira. nesses momentos, eu queria poder estar em dois lugares ao mesmo tempo. mas acho que é bem por aí.

hoje, dia 13 de maio, é uma data marcada por diversos eventos de relevância histórica. entre eles, a assinatura da lei áurea. é também a data da aparição de nossa senhora de fátima. na mesma data, em 1891, ocorreu a queima dos arquivos sobre a escravidão no Brasil, uma ferida profunda na memória do país.

o que dizer, além disso? o que pensar diante disso? não tenho resposta. a única coisa que f**a evidente é que:

ausências são denúncias.

No dia 12 de maio, a M’ART .arte ocupa a  para a abertura de Coabitações, exposição que aproxima a produção artística co...
11/05/2026

No dia 12 de maio, a M’ART .arte ocupa a para a abertura de Coabitações, exposição que aproxima a produção artística contemporânea do design autoral em um encontro entre diferentes linguagens, artistas e modos de habitar.

Mais do que uma mostra, Coabitações propõe um exercício de aproximação: pensar como a arte contemporânea pode atravessar o cotidiano, ocupar espaços de convivência e ampliar nossa percepção sobre os ambientes que habitamos.

Em um momento em que ainda é um desafio aproximar novos públicos da arte contemporânea, a parceria entre M’ART e Hill House aposta no encontro entre arte, design e arquitetura como possibilidade de acesso, diálogo e experiência.

A programação de abertura conta com um bate-papo sobre os espaços que habitamos e as sensações que eles despertam, com a participação do arquiteto , do artista e de , coordenador da M’ART.

📍 12 de maio, às 15h
📍 Hill House | CasaPark Shopping

A exposição reúne obras de:

André Santangelo .santangelo.art
Belo e Bizarro .e.bizarro
Dalton Camargos
Fernanda Azou
Fernanda Pacca
Isadora Maia
Jeff Duprado
Julia Mazzoni
Julio Lapagesse
Léo Tavares
Leopoldo Wolf
Loreni Schenkel .art
Marianne Nassuno
Patricia Bagniewski
Ralph Gehre
Raquel Nava
Renato Matos
Ricardo Caldeira
Samantha Canovas
Silvie Eidam
Sofia Ramos .at

Curadoria: , e

AMANHÃ | (...) Desde antes, até quando?A Pilastra Galeria-Escola .pilastra convida para a abertura da exposição “(...) D...
08/05/2026

AMANHÃ | (...) Desde antes, até quando?

A Pilastra Galeria-Escola .pilastra convida para a abertura da exposição “(...) Desde antes, até quando?”, no dia 09 de maio, às 16h.

Resultado do grupo de acompanhamento Investigações Poéticas, a mostra acontece simultaneamente à Feira de Arte Goiás — a maior do Centro-Oeste —, reunindo os mesmos artistas e proposta curatorial do estande da galeria.

Com mais de 40 artistas de diferentes estados brasileiros e, mais uma vez, com curadoria de Luisa Günther, a exposição é um convite a pensar as urgências que ainda pautam demandas civis por justiça e direitos sociais.

Passados 138 anos da sanção da Lei Áurea, em 13 de maio, ainda vivemos o dia seguinte mais longo de nossa história recente. Apesar de algumas conquistas oriundas de pautas ativistas dos movimentos sociais, a instabilidade política e a disputa moral, ainda polarizam a opinião pública sobre os fundamentos da cidadania, o respeito à diversidade e a representação social.

(...) Desde antes, até quando?
Abertura | 09 de maio, às 16h
Local | A Pilastra Galeria-Escola — QE 40 rua 09 lote 8, Guará II-DF

Artistas |

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Visite também o estande d’A Pilastra na FARGO!
13 a 17 de maio | Centro Cultural Oscar Niemeyer

“marcas de nascença (e) cavidades”, 2026.as imagens são vivas. dotadas de substância, densidade, poder. as palavras viaj...
07/05/2026

“marcas de nascença (e) cavidades”, 2026.

as imagens são vivas. dotadas de substância, densidade, poder. as palavras viajavam pelo ar, como vírus. a escrita costura o espaço, dobra o tempo. um desenho pode caminhar.

a linguagem nos perpassa, nos marca, contamina. a memória tem vontade própria. o delírio também. são maiores que nós, e nós atravessam. há algo de místico nisso tudo.

mas goto de lembrar que nenhum indivíduo determina a história por si só. são movimentos, coletividades em trânsito, diálogos entre gêneros, entre espécies. ações coordenadas. a pedra não nada contra a maré, mas a maré só ganha corpo ao rolar as pedras. transitar entre correntes. alternar entre fluxos. é preciso retirar-se do próprio centro.

a imagem tem um corpo. ela afeta o mundo: corpo se transfigura em paisagem. produz memória, e memória é ancestralidade. traça caminhos, que reconfiguram rotas. uma figura multifacial provoca no outro seu deslocamento. meus passos reiteram caminhadas já caminhadas.

repetições produzem hábitos. acredito que uma transição está em curso, e precisamos reconfigurar nossas redes. reorganizar a memória da matéria. modelar a linguagem, como se fosse barro. relembrar, sempre. a cura de uma ferida gera a cicatriz. cicatrizes são celebrações.

atravessamentos estão sempre explícitos, ainda que ocultos. proponho olhar para a fenda e enxergar do outro lado, sabendo que a mesa linha que separa é a que repara.

NOVA EXPOSIÇÃO | (...) Desde antes, até quando?A Pilastra Galeria-Escola convida para a abertura da exposição (...) Desd...
04/05/2026

NOVA EXPOSIÇÃO | (...) Desde antes, até quando?
A Pilastra Galeria-Escola convida para a abertura da exposição (...) Desde antes, até quando?, no dia 09 de maio, às 16h.

Resultado do grupo de acompanhamento Investigações Poéticas, a mostra acontece simultaneamente à Feira de Arte Goiás () - a maior do Centro-Oeste -, reunindo os mesmos artistas e proposta curatorial do estande da galeria.

Com mais de 40 artistas de diferentes estados brasileiros e, mais uma vez, com curadoria de Luisa Günther (), a exposição é um convite a pensar as urgências que ainda pautam demandas civis por justiça e direitos sociais.

Passados 138 anos da sanção da Lei Áurea, em 13 de maio, ainda vivemos o dia seguinte mais longo de nossa história recente. Apesar de algumas conquistas oriundas de pautas ativistas dos movimentos sociais, a instabilidade política e a disputa moral, ainda polarizam a opinião pública sobre os fundamentos da cidadania, o respeito à diversidade e a representação social.

(...) Desde antes, até quando?
Abertura | 09 de maio, às 16h
Local | A Pilastra Galeria-Escola — QE 40 rua 09 lote 8,
Guará II-DF

Visite também o estade d’A Pilastra na FARGO!
13 a 17 de maio | Centro Cultural Oscar Niemeyer

há mais ou menos dois anos, eu fiz a pergunta: e se eu fosse uma porta? que porta seria eu? seria barreira ou passagem? ...
02/05/2026

há mais ou menos dois anos, eu fiz a pergunta: e se eu fosse uma porta? que porta seria eu? seria barreira ou passagem? seria uma porta aberta ou fechada? para onde eu seria? o que tem lá dentro? e lá fora? seria possível ver através de mim? uma grade violada? uma passagem secreta? um portal aberto, convidando a entrar? uma janela para outro tempo?

é uma lombra tatuar alguém. é algo que precisa partir de um desejo da pessoa, eu participo quase como cúmplice. é um esforço colaborativo, que exige muito de cada um. é preciso envolver-se, trocar. respeitar o rito, respirar o processo.

a maior satisfação ao terminar uma tatuagem no meu corpo, pra mim, sempre é que eu não vou ter que passar por aquilo de novo, porque foi ali, eu já passei. é como se eu tivesse passado pra uma nova fase da vida.

“metrô/df: obra inacabada (e) cavidades”, 2025-2026.desde a primeira vez que foi exposto, este trabalho já sofreu interf...
20/04/2026

“metrô/df: obra inacabada (e) cavidades”, 2025-2026.

desde a primeira vez que foi exposto, este trabalho já sofreu interferências. isso porque uma exposição envolve uma certa urgência, então algumas coisas são terminadas às pressas e outras f**am mesmo deixadas sem finalizar. isso não é necessariamente um problema. admitir que algo está inacabado é permitir-se completar, aprimorar. é deixar a obra em aberto.

ontem, dia 02/04, ocorreu a abertura da exposição “a invenção do outro em mim”, com curadoria de  . a coletiva reúne tra...
03/04/2026

ontem, dia 02/04, ocorreu a abertura da exposição “a invenção do outro em mim”, com curadoria de . a coletiva reúne trabalhos que atravessam diversas linguagens, propondo como temática a produção e o diálogo com um alterego.

para a exposição, propus um trabalho que constitui o embrião do que veio a se tornar uma pesquisa muito mais ampla de que tenho me ocupado, e que nomeei como “cavidades”.

a produção de um objeto multifacial em torno de uma figura pintada a óleo, neste caso um autorretrato feito por selfie e transferido para o suporte por método de grid, cuja integridade se vê rompida por buracos que atravessam a peça. na face oposta, o suporte sofreu um profundo processo de subtração de material obtido através do desbaste com goivas, instrumento apropriado para a produção de matrizes de xilogravura. o gesto inscreve memória gestual ao objeto na exata medida da matéria retirada. o cavar, aqui, amplia o campo semântico e a própria superfície da obra, produzindo uma situação tridimensional sobre uma construção imagética tipicamente bidimensional como a pintura. o suporte adquire relevo semelhante a um território interior cohabitado por diversas forças, como um cupinzeiro ou tecido miocárdio.

o objeto existe em trânsito. sua completude se dá pelo cambio do olhar e pelo deslocamento do corpo, como se tivesse uma gravidade própria. como se chamasse o público para uma relação íntima. como se fosse um corpo, carente por contato. como se fosse um sujeito e um outro, habitando um só corpo.



a invenção do outro em mim f**a aberta à visitação até o dia 31 de maio, no Museu das Bandeiras (.ibramgo), na cidade de Goiás-GO.

é um prazer imenso participar desse projeto importante para minha trajetória sob coordenação de uma profissional tão competente e amorosa como Suyan. agradeço a ela e a todas as pessoa envolvidas na logística da exposição (montagem, transporte, júri de seleção), à equipe de artistas participantes, ao museu por abrigar esse projeto e, é claro, ao público que tem visitado a exposição. é para vocês.

Endereço

Brasília, DF
71929-540

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