Casal Luziumara

Casal Luziumara Em toda minha vida, vou amar você.

19/07/2023

O Africano dança e adora dançando, ele dança enquanto que o Europeu pensa nas tecnologias.

O Africano dança, enquanto que os seus dirigentes desviam os seus fundos, ele dança nas ruas, nas festas e nas Igrejas.

O Africano dança, enquanto que o Europeu e o Americano pensa colonizar outras áreas, ele dança, enquanto que outros continentes pensam nas novas tecnologias para retirar todas as nossas riquezas.

Africano adora dançando e diz estudar muito provoca maluquice, enquanto o Europeu coloca em primeiro lugar os estudos.

O Africano foge da agricultura, e luta para ocupar o seu lugar na função pública, gosta viver de borla sem nenhum sacrifício, enquanto o Asiático explora as nossas terras, o Africano continua dançando e se esquece de si mesmo, o Africano dança, dança e dança.

O Africano adora viajar para o exterior, valorizar o que é do outro, constrói grandes casa, mansõee e emprega o povo de outros continentes, foge embelezar a sua terra querida, e ele continua dançando, mas como o Africano dança?

O Africano dança, tem concorrido em vários concursos Internacionais, ele f**a distraído com a dança, e a sua casa tem outro dono, o Africano se contenta com o racismo, enquanto outros continentes têm União Europeia, União Americana em outros, o Africano continua dançando e impedindo o seu próprio irmão a crescer.

Mas como o Africano dança, dança e dança muito.😰

23/01/2022

Seja um homem cuidador, protetor e amoroso.

21/01/2022

Se Jesus for o primeiro, em toda tua caminhada terás a proteção divina.

20/01/2022

Deus, me dê sabedoria para eu continuar sempre forte e ser bom marido da minha mulher, e bom Pai das minhas filhas.

Entrega o teu relacionamento nas mãos de Deus, e será forte demais.
22/12/2021

Entrega o teu relacionamento nas mãos de Deus, e será forte demais.

Até lá, seja forte.
22/12/2021

Até lá, seja forte.

Em toda minha vida, vou amar você.

22/12/2021

A vida de qualquer objetivo consiste na persistência, a morte de qualquer sonho se chama desistência. Se você não tentar, nunca vai saber se vai dar certo ou não. Não desista.

29/08/2021

Só o homem mais feliz do mundo, por ter a mulher mais bela do universo ao meu lado.

24/02/2020

FUNÇÕES DO VIGILANTE

• O vigilante é a pessoa que vai assegurar a proteção e segurança de empresas e outras entidades, controlando o fluxo de entrada e saída de pessoal, visitantes e automóveis, inspecionando volumes e cargas, fazendo rondas nas instalações, verif**ando o estado de equipamentos, etc.

• Ele vai zelar pela ordem e segurança de pessoas, seja em uma empresa pública ou privada.
• O vigilante atua em caráter preventivo, inibindo e impedindo ações vindas de suspeitos.
• O trabalho de vigilante pode ser desempenhado nos seguintes segmentos: bancos, indústrias, segurança marítima e logística, administração pública, educação e serviços, hotelaria e turismo, multinacionais, entre outros.

• O vigilante deve estar sempre comprometido com a segurança, dignidade da pessoa humana e com a satisfação do usuário final.

• Para isso, ele deve ser organizado e disciplinado em suas funções, nunca se omitindo de fiscalizar, controlar e vigiar.

Diferença entre Vigia e Vigilante

Vigia
• A função do vigia é a guarda e zelo do patrimônio.
• É uma atividade estática, não especializada, e não exige preparação especial.
• A pessoa exerce tarefas de fiscalização e observação de um local.

Vigilante

• O vigilante executa atividade de vigilância patrimonial bem como a segurança de pessoas, realiza transporte de valores ou de qualquer tipo de carga.

• É necessário preparação para ser vigilante.

PERFIL DO VIGILANTE
Para desempenhar essa função, de uma maneira geral, deve ser uma pessoa de confiança e ter sentido de responsabilidade, integridade, espírito de equipe, cortesia, boa capacidade de comunicação, honestidade, iniciativa e capacidade de decisão.

Além da questão moral, a pessoa deve ter boas aptidões físicas, saber lidar com situações de estresse, sentido de observação, dinamismo e boa apresentação.

O conhecimento técnico também é importante, uma vez que o conteúdo programático do seu curso de formação envolve assuntos como segurança, legislação aplicada, primeiros socorros, entre outros.

REQUISITOS

O Departamento de Polícia Angolana exige alguns requisitos para o exercício da profissão:

• Ser Angolano(ou naturalizado);
• Idade mínima de 21 anos;
• Instrução mínima que corresponda à quarta série do ensino fundamental;
• Ser aprovado em exames de saúde mental, física e psicotécnica;
• Não ter antecedentes criminais;
• Estar quite com obrigações militares e eleitorais.
• Além disso, é necessário passar pelo Curso de Formação para Vigilantes.

• A pós a aprovação e expedição do certif**ado, é preciso a Carteira Nacional de Vigilante (CNV).

• A CNV é requerida no Departamento de Polícia Nacional e tem validade de 5 anos.
• Seu uso é obrigatório em serviço.

Dentro da segurança privada, existem quatro modalidades de vigilantes, cada uma com função específ**a:

• Vigilante patrimonial,
• Vigilante em segurança pessoal privada,
• Vigilante de escolta armada,
• Vigilante de transporte de valores.
• O curso de formação capacita a pessoa a exercer a função de vigilante patrimonial.
• Para as outras três modalidades, é necessário um curso de extensão.
• Todos os vigilantes passam por cursos periódicos de reciclagem a cada dois anos.
O conteúdo do curso básico de formação para vigilantes é:
• Noções de Segurança Privada, Legislação Aplicada, Direitos Humanos e Relações Humanas no Trabalho, Sistema de Segurança Pública e Crime Organizado, Prevenção e Combate a Incêndio e Primeiros Socorros, Educação Física, Defesa Pessoal, Armamento e Tiro, Vigilância, Radio Comunicação e Alarmes, Criminalística e Técnica de Entrevista.

Obs: algumas dessas exigências são consideradas muito abaixo do que os contratantes de serviços de segurança privada exigem. Por exemplo, hoje algumas empresas já exigem que candidato possua o 2º grau completo.

DIREITOS E DEVERES DOS VIGILANTES

O Departamento de Polícia Nacional, assegura os direitos e deveres dos vigilantes. Veja quais são:

Direitos

I – O recebimento de uniforme, devidamente autorizado, às expensas do empregador;

II – porte de arma, quando em efetivo exercício;
III – a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de Conservação, Inclusive Armas e Munições;
IV – a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento;
V – treinamento permanente de prática de tiro e de defesa pessoal;
VI – seguro de vida em grupo, feito pelo empregador;
VII – prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade.

Deveres

I – exercer as suas atividades com urbanidade, probidade e denodo;
II – utilizar, adequadamente, o uniforme autorizado, apenas em serviço;
III – portar a Carteira Nacional do Vigilante – CNV;
IV – manter-se adstrito ao local sob vigilância, observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal;
V – comunicar, ao seu superior hierárquico, quaisquer incidentes ocorridos no serviço, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quando ao armamento, munições e coletes à prova de balas, não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.

Obs: Urbanidade: cortesia, civilidade. Probidade – honestidade. Denodo – coragem, bravura.

TIPOS DE ATIVIDADE

Conheça as atividades de Segurança Privada são:
Vigilância patrimonial:
tem como objetivo a proteção de bens patrimoniais.
Transporte de valores:
transporte de bens, valores ou numerários, em veículos comuns ou especiais.
Segurança pessoal:
tem como objetivo garantir a segurança física de pessoas.
Escolta armada:
tem como objetivo garantir o transporte de qualquer tipo de carga.
Curso de formação:
tem como objetivo formar, especializar e reciclar os vigilantes.

TIPOS DE VIGILÂNCIA

Vigilância é uma sensação em que a pessoa ou empresa emprega recursos humanos e equipamentos a fim de produzir um estado de ausência de risco.

É a atividade de monitoramento e acompanhamento de comportamento e atividade de pessoas ou locais, com o objetivo de garantir a segurança e proteção.

1 → Vigilância em Bancos
• As instituições financeiras são obrigadas pela Lei, a possuir sistema de segurança com pessoas devidamente preparadas (os vigilantes).

• Por ser um local de guarda e movimentação de numerários e valores, é um ponto visado por criminosos, o que exige a atuação atenta do vigilante.

• Nestes estabelecimentos o vigilante deve procurar se posicionar em pontos estratégicos, que permitirá maior ângulo de visão, eliminando o fator surpresa.

2 → Vigilância em Shopping Centers

• Por ser um local de maior circulação de pessoas, o vigilante deve f**ar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com discrição.

• Sua atuação é de caráter preventivo.

3 → Vigilância em Hospitais

• O vigilante deve estar atento à toda movimentação interna, especialmente nas dependências em que haja acesso restrito a determinadas pessoas e horários pré-estabelecidos.

• É necessário que o vigilante tenha equilíbrio emocional, por se tratar de um local que em que as pessoas constantemente entram em desespero e demonstram insatisfação em relação ao tratamento, sendo um local propício ao desgaste.

4 → Vigilância em Escolas

• O preparo para atuar em escolas é muito importante, o que refletir desde na postura, no comportamento maduro e atitudes discretas e coerentes por parte do vigilante no relacionamento com os alunos.

• Além de problemas internos, o vigilante deve f**ar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola.

5 → Vigilância em Prédios

• A segurança privada costuma atuar tanto em prédios residenciais quanto comerciais.
• O motivo é que os criminosos têm focado nesses locais em razão da carência de medidas de segurança.

• Em um prédio residencial o objetivo é a segurança e tranquilidade dos moradores.
• Já em um prédio comercial, o objetivo é a proteção e segurança dos funcionários, clientes e visitantes.

Obs: A vigilância patrimonial é uma atividade controlada, fiscalizada e autorizada pelo Departamento de Polícia Nacional. Todas as atividades devem ser exercidas por profissionais credenciados pela Polícia Nacional.
Ao se discutir sobre quando o vigilante pode ou deve agir, é preciso analisar diversos fatores como seus direitos e deveres, suas limitações de espaço e até mesmo a diferença entre segurança pública e segurança privada.

Sabemos o quão difícil é não se preocupar com a crescente onda de violência que se espalha pelo País. As vezes nos pegamos tensos para realizar atividades indispensáveis no dia-a-dia, principalmente quando elas envolvem dinheiro ou bens de grande valor. Ir ao banco, por exemplo.

Para isso, assim como a segurança pública a segurança privada existe para proteger bens e pessoas. Porém, a segurança privada é contratada para agir de forma preventiva em áreas delimitadas de propriedades privadas.

Os direitos e deveres dos vigilantes estão sempre em pauta, para que os mesmos possam exercer suas funções de forma que suas vidas sejam preservadas e colocadas em primeiro lugar.

Quando e como agir?

As principais funções do vigilante são: fiscalizar, controlar e vigiar o patrimônio, fazendo o que for possível para proteger o local e as vidas das pessoas que ali circulam, inclusive a dele.
É muito importante que os vigilantes sejam treinados adequadamente por profissionais experientes e que sejam certif**ados pela Polícia Nacional, para que estejam aptos a agirem de forma correta em todas as situações, mantendo o controle físico e emocional.

Legítima defesa

A legítima defesa não se enquadra como ato antijurídico. Dessa forma, não se trata de um crime cometido quando praticada pelo vigilante. Portanto, nesses casos, o vigilante está autorizado a utilizar força física ou armamento devidamente licenciado.

Voz de prisão

De acordo com a legislação Angolana, qualquer cidadão tem o direito de dar voz de prisão a uma pessoa, caso ela esteja praticando algum crime. Assim sendo, deve manter o meliante no local até que a polícia chegue e realize todos os procedimentos cabíveis.

Portanto, o vigilante pode e deve intervir em situações que demandam a retenção de criminosos. Por exemplo, em um ato de revista, ao detectar objetos como armas, facas e bombas, o vigilante deve agir mantendo o infrator no local até que um profissional da segurança pública esteja lá.

uso sobre segurança patrimonial

Em meados do século XX, o psicólogo norte-americano Abraham Maslow realizou uma série de pesquisas com alguns grupos de pessoas, a fim de identif**ar eventuais áreas de conflitos entre elas. As conclusões a que chegou f**aram conhecidas como a hierarquia de necessidades de Maslow ou simplesmente a pirâmide de Maslow, que estabelece uma escala para os níveis de necessidades humanas, com as mais essenciais na base e as menos essenciais no topo. Está se perguntando por que trouxemos tudo isso à tona? Simples: logo acima das necessidades fisiológicas (aquelas fundamentais para a sobrevivência do homem, como o ato de respirar, matar a sede e se alimentar) estão as necessidades relacionadas à segurança do corpo, do emprego, dos princípios de moralidade, da família, da saúde e da propriedade!
Neste artigo trataremos, portanto, de uma das necessidades primordiais do indivíduo: a garantia da segurança patrimonial. Aqui vamos verif**ar alguns conceitos relacionados ao tema e analisar as formas como a segurança patrimonial pode ser assegurada. Curioso? Então confira!

O que é segurança patrimonial?

Pode-se definir a segurança patrimonial como aquele conjunto de medidas de prevenção, adotado a fim de garantir que as perdas patrimoniais de uma determinada organização sejam evitadas ou reduzidas – isso considerando como organizações as empresas e instituições, assim como os condomínios e as residências. Nesse sentido, cabe ainda ressaltar que essas medidas devem ser pensadas e adotadas de maneira integrada, com o objetivo de assegurar que uma influencie a outra positivamente. É preciso garantir, por exemplo, que se tenha um sistema antifurtos integrado a um bom controle de portaria, de forma a abranger toda a estrutura a ser protegida.

A segurança patrimonial protege, então, todos os interesses da organização no que se refere aos recursos financeiros existentes, a seu patrimônio físico (representado por instalações, estoques, equipamentos, veículos e assim por diante) e também a seus recursos humanos.

Com isso em mente, é possível identif**ar facilmente o grau de importância que ela assume em qualquer circunstância, não concorda? Em algumas situações, essa importância pode até representar a garantia de que a organização cumprirá as funções para as quais foi instituída. Acompanhe o próximo tópico para saber mais!

Qual a importância da segurança patrimonial?

Além de preservar os valores mais evidentes de qualquer organização, representados tanto pelas pessoas como pelos bens materiais, a segurança patrimonial pode até garantir a continuidade dos processos em alguns segmentos empresariais. E esse fator a torna essencial inclusive do ponto de vista da estratégia produtiva. Já pensou, por exemplo, se ocorre um incêndio de grandes proporções ou se diversos veículos são furtados em uma transportadora? Essas fatalidades podem não só prejudicar como até mesmo paralisar as atividades do negócio, além de afetar a credibilidade da organização! E tudo isso pode ser evitado com a implementação de um sistema de segurança bem dimensionado.

Em tantos outros casos, a segurança patrimonial pode ser essencial para viabilizar a própria existência do negócio. Casas de câmbio, que lidam com bastante dinheiro vivo a todo momento, fábricas de joias e joalheria e empresas de equipamentos de tecnologia são alguns desses tipos de empresas que não podem prescindir da adoção de medidas de segurança patrimonial. Surge, então, a necessidade de se pensar nesses quesitos desde o início do projeto de implantação do ponto comercial.

Na prática, todo bom sistema de segurança patrimonial deverá cumprir funções gerais de prevenção, a fim de que possa ser aplicado a qualquer organização. Contudo, algumas dessas funções podem ser mais (ou menos) relevantes para um ou outro caso, avaliação que deve ser feita antes da efetiva implantação. É preciso observar, portanto, as particularidades de cada situação, analisando os riscos e a respectiva necessidade de prevenção contra as seguintes possibilidades de ocorrências:

1. Incêndios;
2. Furtos internos e externos;
3. Assaltos;
4. Atos de espionagem e concorrência desleal;
5. Violação de sistemas informatizados;
6. Atos de terrorismo;
7. Sabotagens e paralisações intencionais de processos;
8. Chantagens;
9. Greves violentas;
10. Uso de álcool e dr**as no ambiente de trabalho;
11. Epidemias e contaminações coletivas;
12. Acidentes, explosões e desabamentos;
13. Sequestros de dirigentes (ou de seus familiares).

COMO GARANTIR A SEGURANÇA PATRIMONIAL?

O dimensionamento correto de um sistema de segurança patrimonial (aquele que será capaz de prevenir riscos e evitar ocorrências) parte de uma análise preliminar que considera todos os fatores expostos e os pontos mais vulneráveis nas rotinas da organização. Só com essa avaliação será possível identif**ar quais medidas precisam ser adotadas, sempre levando em conta as normas estabelecidas, os equipamentos que devem ser instalados e a formação da equipe encarregada da segurança. Nesse sentido, é preciso considerar basicamente os seguintes princípios:

Prevenção: os expedientes de segurança devem ser capazes de prevenir contra tudo o que pode afetar negativamente os processos da organização;

Inibição: o sistema de segurança deve possuir caráter ostensivo de forma a inibir os criminosos de atuarem no local. Analisando externamente o local o sistema de segurança deve demonstrar que quaisquer práticas criminosas no local serão extremamente arriscadas.
Capacidade de reação: Caso a prevenção e a inibição não sejam suficientes para impedir uma ação criminosa, o sistema deve prever a reação para deter os criminosos. Seja reagindo diretamente contra eles, seja alertando os órgãos públicos de segurança.

Treinamento: os procedimentos de rotina e aqueles que precisam ser adotados em casos de ocorrências devem ser realizados de maneira consciente, ágil e precisa, o que só pode ser conquistado a partir do treinamento adequado;

Investimento: deve ser proporcional aos riscos corridos;

Medidas: não devem atrapalhar os processos da organização;

Eficiência: todos os envolvidos da equipe devem estar plenamente habilitados para cumprir as funções delegadas;

Integração: o departamento encarregado pela segurança deve estar completamente integrado aos demais da organização;

Transparência: todo e qualquer procedimento deve ser compreendido, admitido e aprovado por todos os envolvidos internamente no processo.

Sigilo: As informações contidas no Plano de Segurança devem ser restringidas exclusivamente as pessoas envolvidas no processo, limitando-se ao máximo o acesso do mesmo a outras pessoas.

Vamos agora então verif**ar mais detalhadamente os fatores da segurança patrimonial?
Segurança perimetral
Um ponto essencial da segurança patrimonial consiste em garantir a capacidade de proteção contra violações e acessos não autorizados. Na maior parte das vezes, os invasores são pessoas mal-intencionadas, que têm como objetivo praticar furtos, assaltos, sequestros, sabotagens ou outras ações criminosas. É essencial, portanto, conseguir detectar com eficiência a presença de indivíduos ou veículos suspeitos nas áreas próximas da organização ou mesmo em locais onde eles não deveriam estar.

A verdade é que se deve acrescentar o máximo de dificuldade possível entre a área externa e a área interna a ser protegida. Isso deve ser feito projetando sistemas físicos e eletrônicos de barreira perimetral. Muros altos, cercas elétricas, sensores perimetrais, e concertinas, espetos são alguns dos dispositivos a serem considerados analisando-se a particularidade de cada local. Uma boa segurança perimetral deve basicamente considerar dois aspectos: (1) Dificultar ao máximo a transposição das barreiras físicas, o que pode ser feito elevando a altura da barreira ou criando dificuldades de acesso com dispositivos cortantes (concertinas, espetos e cacos de vidros) ou cerca elétrica. (2) No caso da violação da barreira o sistema projetado deverá permitir a pronta identif**ação. No caso da cerca elétrica o rompimento do fio aciona esse alarme ou também através de sensores perimetrais que permitem fazer essa identif**ação. Câmeras inteligentes com Video Analytics poderiam auxiliar nesse processo.
As fechaduras dos portões externos também merecem atenção. De que adianta ter muros altos e cerca elétricas se a fechadura do portão da frente é facilmente arrombada.

A utilização de cães de segurança é outro dispositivo bastante interessante para auxiliar na segurança perimetral. Cães bem treinados além de serem um fator importante de inibição para invasores, identif**am através de latidos qualquer estranho que esteja rondando no local para eventualmente praticar atos delituosos.

CFTV

O sistema de câmeras (CFTV) é um dispositivo fundamental dentro de um sistema de segurança eletrônica. Ele possui basicamente três funções:

1-) Inibição: O fato das pessoas saberem que estão sendo filmadas e eventualmente gravadas diminuem a propensão de praticarem atos delituosos. Estudos demonstram que áreas monitoradas por câmeras possuem incidência criminais menores, mantendo outras variáveis semelhantes.

2-) Detecção: O sistema de CFTV permite detectar ações criminosas. Isso pode ser feito através da Central de Monitoramento que através de seus operadores identif**am eventuais problemas ou até mesmo em sistemas mais modernos, através de ferramentas de Video Analytics, permitem sem a necessidade de um operador a detecção de situações de risco.
3-) Identif**ação: Mesmo que de alguma forma, a detecção no momento do crime ou problema não seja efetivo, seja por questões tecnológicas ou de orçamento, se o sistema possuir gravação local ou remota, é possível identif**ar os criminosos, o modus operandis da ação e corrigir eventuais falhas no sistema de segurança
Nos últimos anos, as câmeras de vigilância têm passado por inovações tecnológicas importantes. A câmera IP, por exemplo, é uma câmera de vídeo que pode ser acessada e controlada via qualquer rede IP, como a LAN, Internet ou Intranet e que tem sido cada vez mais utilizada em projetos de segurança. As câmeras IP não necessitam de softwares ou placas adicionais, tornando fácil sua instalação e manuseio dentro de uma rede, pois ele possui seu próprio endereço de IP.

CONTROLE DE ENTRADA E SAÍDA

Tanto a entrada como a saída de pessoas e veículos deve ser rigorosamente controlada. Em relação aos veículos, o monitoramento pode se dar por meio de câmeras que permitam a identif**ação de placas, enquanto o fluxo de pessoas pode ser controlado por sistemas capazes de fazer reconhecimento facial. O controle biométrico por digital associado a catracas também é bastante útil para agilizar os acessos ao mesmo tempo que garante a devida identif**ação das pessoas. Porteiros físicos, interfones e portarias virtuais também são especialmente ef**azes na realização desse tipo de controle.

Na prática, estacionamentos devem ser continuamente monitorados e, no caso da entrada e da saída de pessoas, deve-se fazer uma distinção cuidadosa entre o próprio pessoal da organização, visitantes e fornecedores, com a adoção de procedimentos específicos para cada caso.

PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

Os riscos contra o patrimônio e contra as pessoas que um incêndio pode oferecer são bastante evidentes, tanto que devem ser analisados de acordo com cada organização, a fim de subsidiar a elaboração de um projeto de prevenção específico. Deve-se, aí, considerar as rotinas e as classes de incêndio existentes, que podem ser sólidos, inflamáveis, eletroeletrônicos e metais. A partir dessa constatação é possível definir os dispositivos de alarmes e agentes extintores que deverão ser instalados, assim como providenciar o devido treinamento para a brigada de incêndio.

ACIDENTES E CRISES EMERGENCIAIS

O grau de risco de acidentes em uma organização está relacionado à finalidade para a qual ela foi constituída. Assim, os riscos de acidentes na construção civil são maiores do que no comércio, por exemplo. Por isso é que as possibilidades de ocorrências devem ser analisadas caso a caso, a fim de que as medidas preventivas possam ser corretamente dimensionadas.
Já as crises emergenciais podem ser desencadeadas por fatores diversos, sejam eles naturais ou não. É o caso de alagamentos, desabamentos, explosões, raios, entre outros, que podem ser fortuitos ou associados à estrutura ou à finalidade da organização. Fato é que, em qualquer situação, mesmo os riscos menos prováveis também devem ser considerados, a fim de direcionar as respectivas reações. Devem existir procedimentos formalizados e amplamente divulgados de forma que todos saibam o que fazer em cada situação de crise.

E ONDE ENTRA O TREINAMENTO DA EQUIPE?

Uma questão de suma importância que deve ser cuidadosamente considerada na implantação de sistemas de segurança patrimonial é a competência da equipe para exercer funções de monitoramento e vigilância. Afinal de contas, de nada vale elaborar um projeto perfeitamente alinhado aos riscos existentes e instalar os equipamentos mais sofisticados disponíveis no mercado se o pessoal responsável pela operação do sistema não estiver devidamente treinado para atuar.

PROCESSO DE SELEÇÃO

E as providências para que a qualidade do time seja compatível com as atividades exercidas começam logo com a seleção do pessoal a ser treinado. Nessa fase, as capacidades físicas, legais e psicológicas necessárias para o exercício das funções de monitoramento e vigilância devem ser avaliadas, dando atenção especial aos candidatos que tiverem capacitação anterior na área. Essa bagagem pode ser representada por experiência policial ou militar ou frequência a cursos de vigilantes credenciados pelo Policia Federal. Aliás, esse credenciamento é fundamental para que o treinamento seja regularizado, o que interfere na qualidade da equipe já que as táticas de segurança devem estar de acordo com rigorosos padrões.

COLABORADORES DA PORTARIA

Assim, as funções de portaria não devem ser exercidas por pessoas inexperientes, que não tenham conhecimento específico sobre o controle de entrada e saída de pessoas, recebimento de correspondência e de mercadorias, monitoramento de área de estacionamento, entre outras tarefas inerentes à função. Também é fundamental que esses funcionários sejam instruídos a respeito de como se comportar cordialmente no trato com o público, sem perder a firmeza necessária para cumprir com as normas estabelecidas.

RESPONSÁVEIS PELA VIGILÂNCIA

Da mesma forma, vigilantes devem compreender todos os passos a serem seguidos no monitoramento das áreas definidas e as responsabilidades que essa tarefa envolve. Se uma vigilância armada se faz necessária, é indispensável que, além de rigoroso treinamento, os vigilantes sejam especif**amente credenciados para a função, inclusive levando em conta a Instrução Normativa 78, de 2014, que estabelece os procedimentos para os exames psicológicos aplicados à categoria (conforme o previsto no Estatuto do Desarmamento.

INSTRUÇÕES PARA TODOS

É essencial, ainda, que os demais funcionários envolvidos com as medidas de segurança conheçam suas funções e tenham aptidão para operar equipamentos e adotar procedimentos. Isso sem contar que, além da capacitação individual dos funcionários e da instrução coletiva da equipe de segurança, também é necessário que todo o quadro da organização conheça as normas, assim como as maneiras de proceder nos casos de ocorrência.

Assim, seja em empresas, instituições e condomínios comerciais, é vital que todos os departamentos e funcionários sejam treinados para cumprir o que for estabelecido e para saber como agir caso haja necessidade. E quando se trata de unidades residenciais e condomínios, além dos funcionários, deve-se incluir também os próprios moradores no treinamento.

Cabe aqui frisar que a eficiência de um sistema de segurança patrimonial está diretamente vinculada a fatores relacionados à identif**ação dos riscos, à elaboração de um projeto consistente, à instalação de equipamentos compatíveis com as necessidades e ao treinamento adequado não só da equipe de segurança como dos demais atores presentes na organização. Todavia, é essencial que todos esses componentes estejam em sintonia, a fim de viabilizar a eficácia dos procedimentos preventivos e os bons resultados caso surja a necessidade de reagir a alguma ocorrência.

VALE A PENA TERCEIRIZAR A SEGURANÇA PATRIMONIAL?

Como já é possível perceber a essa altura da leitura, a segurança patrimonial eficiente inclui uma série de ações que exigem conhecimento específico e que, portanto, não podem ser executadas com base no improviso ou seguindo uma estratégia de tentativa e erro, afinal, é preciso considerar a dimensão dos riscos que a escolha desse caminho admite. É essencial, assim, que toda a análise, o planejamento, a implantação e a execução das medidas de segurança sejam realizados com o devido acompanhamento de um profissional da área.

CONTRATAÇÃO DIRETA

Não restam dúvida de que o mercado oferece excelente profissionais, muitos disponíveis para uma contratação direta por parte da organização. Nesse caso, pode-se transferir ao especialista contratado a responsabilidade pela seleção dos componentes da equipe e por diversas outras medidas necessárias à implantação de qualquer que seja o projeto de segurança. Há sim organizações que optam por essa alternativa (muitas vezes com sucesso, outras nem tanto).

Nesse cenário, contrata-se diretamente os gestores de segurança e os demais profissionais envolvidos com o setor, tais como porteiros e vigilantes. No decorrer da implementação, essas mesmas organizações solicitam aos próprios departamentos de compras que façam as aquisições dos equipamentos, arcando também com a supervisão direta da instalação e da manutenção de tais itens. Da mesma forma, responsabilizam-se pelas despesas com treinamento e por todas as demais geradas pelo time e pela estrutura de segurança.

Muitas vezes, essas organizações agem assim acreditando que não só haverá um melhor controle sobre os expedientes de segurança como será possível economizar na implantação e na operação do sistema. Mas a verdade é que essa escolha pode ser movida por erros de avaliação que precisam ser revistos.

Deve-se primeiramente considerar que, ao contratar profissionais de segurança, uma organização estará alocando recursos de pessoal e de capital em uma atividade que não é aquela para a qual ela foi constituída. Com isso, ela estará desviando recursos de algo que poderia ser bem mais proveitoso para sua atividade-fim. Uma indústria alimentícia que investe na contratação de pessoal de segurança, por exemplo, onera seus processos enquanto poderia contratar mais pessoal capacitado para o desenvolvimento de novos produtos ou para a área de engenharia de alimentos.

Ainda cabe considerar que, por mais que a organização não seja especializada em segurança, eventualmente se tornará uma compradora de equipamentos, certo? Nesse caso, como não é do ramo, quaisquer aquisições provavelmente se darão por preços maiores do que aqueles praticados pelos fornecedores quando vendem para empresas especializadas, que são compradoras habituais.

Também vale ressaltar que a organização que opta pela contratação direta terá que investir em treinamento e reciclagem de seus profissionais, o que exigirá a contratação de cursos especializados, cujos custos costumam ser signif**ativos. Outros inconvenientes que devem ser percebidos em relação à contratação direta dizem respeito às relações de trabalho, uma vez que, em um dado momento, pode ser preciso enfrentar reclamações na Justiça do Trabalho, além de administrar o pessoal, considerando negociações salariais, faltas com necessidade de reposição, demissões, substituições e possíveis incompatibilidades.

Por fim, convém também salientar que, por melhor que seja, uma equipe de segurança própria atuará de maneira restrita aos procedimentos daquela organização específ**a, o que limita a capacidade de aprimoramento de técnicas, o conhecimento de novas tecnologias e a adoção de outros procedimentos eficientes que possam ser desenvolvidos com base em experiências externas.

TERCEIRIZAÇÃO DO SERVIÇO

Em contrapartida, a contratação de um serviço de segurança terceirizado elimina todos esses inconvenientes, ainda trazendo vantagens adicionais. Podemos começar pela economia de recursos financeiros, considerando que a administração de pessoal feita pelas empresas especializadas objetiva o melhor aproveitamento dos funcionários com foco na produtividade, evitando assim contratações desnecessárias.

Ao mesmo tempo, como uma empresa de segurança faz compras constantes, alcança maior capacidade de negociação juntamente aos fornecedores, com a vantagem extra de que esses comerciantes sempre procuram os especialistas da área para apresentar as novidades tecnológicas mais recentes que a indústria oferece.

Em relação ao treinamento, as vantagens que a terceirização dos serviços oferece são simplesmente imbatíveis. Afinal, a capacitação e a reciclagem de pessoal constituem ações contínuas, desenvolvidas por equipes próprias e com base não só nos mais modernos estudos disponíveis para o segmento da segurança como também na própria experiência adquirida no exercício da atividade, em atendimento às mais variadas demandas. Assim, as práticas não f**am estagnadas.

Já no que diz respeito à administração de pessoal, é interessante observar que uma empresa especializada em segurança possui um quadro de funcionários formado especif**amente para atender às demandas do setor, com reserva de pessoal suficiente para atender às necessidades de cobertura de eventuais faltas ou mesmo para substituir qualquer colaborador em caso de necessidade. E tudo isso sem quaisquer implicações trabalhistas ou pessoais para a organização (como as que ocorrem nas relações diretas).

Para maiores informações sobre como escolher uma boa empresa de segurança não deixe de ler o nosso post: Como escolher uma boa empresa de segurança
E então, ainda tem alguma dúvida sobre segurança patrimonial? Deixe aqui seu comentário!
Segurança para empresas: Tudo o que você precisa saber

A proteção do patrimônio de uma empresa envolve diversas práticas e rotinas. Para minimizar os riscos que os ativos de uma companhia sejam danif**ados, roubados ou furtados, as organizações especializadas em segurança para empresas investem em equipamentos e procedimentos diversos de proteção.

Elas auxiliam as companhias a manterem os colaboradores seguros e atuam diariamente para reduzir as vulnerabilidades existentes.

Em um cenário econômico onde a correta alocação de investimentos é indispensável para o sucesso dos negócios, otimizar os gastos com segurança é muito importante para as corporações.

Por meio de processos de terceirização de serviços, é possível melhorar os investimentos com segurança, otimizando o direcionamento dos recursos orçamentários. Além disso, por meio da terceirização, é possível ter acesso aos melhores profissionais do mercado e a equipamentos de alta tecnologia.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre os principais aspectos a serem considerados na segurança de empresas e como a terceirização pode auxiliar nesse processo continue acompanhando o nosso post!
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Segurança patrimonial: protegendo os ativos de uma organização com eficiência
A segurança patrimonial garante, por meio de dispositivos eletrônicos, veículos, vigilantes especializados, cães adestrados e procedimentos, a manutenção do patrimônio de uma corporação. Fazendo uso de diversas medidas, o objetivo é proteger os interesses da empresa ao reduzir a probabilidade de a organização sofrer danos e perturbações dos seus ativos.
Assim, utilizando um plano de segurança patrimonial, os profissionais responsáveis por resguardar os bens de uma empresa irão garantir a estabilidade necessária para a execução das atividades-fim de uma companhia.

Tal qual o plano de segurança de patrimônio, o treinamento dos funcionários deve envolver uma empresa habilitada, estruturada e capacitada para essa atividade. Ela deve ser regulamentada junto ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal para prestar serviços de segurança na indústria, no comércio e em áreas residenciais.

O planejamento de um plano de segurança é fundamental e envolve diversas etapas, devendo ser adaptado para as necessidades de cada local, além de ter o total apoio dos gestores da companhia. Após o levantamento do cenário externo e interno, e dos principias riscos que a organização está submetida, o plano de segurança deve considerar principalmente as três etapas listadas a seguir:

PLANO FÍSICO

Nessa etapa, as instalações da companhia são verif**adas em busca de vulnerabilidades e riscos de invasão ou desvios. Também são levantadas as necessidades de instalação de barreiras físicas/cercas, dispositivos eletrônicos para o monitoramento do local, tais como circuitos fechados de TV (CFTV) com gravação, sistemas de controle de entrada e saída de pessoas, veículos e materiais, leitores biométricos, catracas e sensores de presença. Eles devem estar conectados a uma central que, preferencialmente, deve estar localizada fora da empresa, garantindo a maior confiabilidade dos registros.

É bastante recomendado a existência de uma sala de vigilância blindada dentro da organização com acesso rigorosamente restrito. No caso de uma invasão organizada, essa célula de segurança será fundamental para proteger a empresa e solicitar apoio externo.

PLANO OPERACIONAL

Nesse momento, são definidas as normas operacionais da empresa. Elas regularão o comportamento de funcionários fixos, terceirizados, visitantes, fornecedores e clientes dentro do ambiente corporativo.

Isso é feito por meio de medidas como a diferenciação de cores de crachás de acordo com o perfil da pessoa e a proibição de celulares em áreas que lidam com dados sensíveis (que minimizam as possibilidades de informações importantes saírem de ambientes controlados).
Devem ser definidos, nessa etapa do plano, os horários de funcionamento de cada área da empresa e as pessoas autorizadas a circular em cada uma dessa áreas. Um sistema de controle de acesso eletrônico devidamente parametrizado auxilia muito nesse processo.

As áreas críticas, com circulação de numerários ou cujo risco de desvios internos for maior deve existir um rigoroso processo de controle de acesso, existindo se possível um detector de metais na saída caso exista necessidade pelo tamanho dos materiais e/ou equipamentos. Além disso, essas áreas devem estar sempre monitoradas por câmeras de vigilância.

O controle de acesso de visitantes, veículos, funcionários e fornecedores é fundamental no plano operacional. Deve existir um registro rigoroso de tudo o que entra e sai da organização, inibindo desvios e permitindo uma melhor rastreabilidade no caso de problemas ou sinistros.
As escalas operacionais e o posicionamento da equipe de segurança devem ser contempladas nessa etapa. Trabalhar com escalas adequadas muitas vezes otimiza os recursos e melhora a segurança do local.

A forma de comunicação deve estar sempre muito bem planejada, definindo-se códigos e senhas para as diferentes situações que ocorrem e disciplinando a utilização do rádio HT e/ou telefones. Recomendamos sempre a existência de uma Central de Operações que centralize a comunicação e a coordenação das ações quando necessário

PLANO DE CONTINGÊNCIA

A criação de um plano de contingência é indispensável para garantir que os funcionários saibam como agir caso algo não saia como previamente definido. Ele deve envolver técnicas que darão o suporte necessário para que colaboradores e agentes de segurança possam enfrentar situações críticas com facilidade, diminuindo a possibilidade de prejuízos afetarem o funcionamento dos serviços internos.

No dia a dia, os vigilantes devem estar preparados para identif**ar ameaças ao funcionamento da companhia e também prestar primeiros socorros caso necessário. Caberá ao serviço de segurança patrimonial disponibilizar soluções que aumentam a proteção da empresa e de seus ativos e pessoas. Em função disso, o agente de segurança deve estar bem capacitado para trabalhar com foco na prevenção de incidentes. Entre as boas práticas que um agente de segurança deve ter, podemos destacar:

1- Evitar distrações: celulares, revistas, tablets e livros diminuem a atenção voltada para a salvaguarda do patrimônio corporativo;

2- Manter a arma no coldre: a arma de fogo é um objeto cujo uso sempre deve ser evitado, mesmo para brincadeiras. Diante disso, vigilantes devem trabalhar sempre com a arma no coldre, garantindo a sua segurança e daqueles ao seu redor;

3- Cumprir rigorosamente as normas de segurança: trabalhar seguindo cada detalhe do plano de segurança e as normas internas da companhia reduz o perigo e os fatores de risco durante a atividade dos profissionais de vigilância. As normas são aliadas dos vigilantes e permitem que eles possam efetuar as suas atividades rotineiras sem enfrentar imprevistos;

4- Efetuar uma passagem de serviço e armamento segura: a troca de turnos e de armamentos deve ser feita em local isolado e seguro. A existência de um livro de passagem de serviço, registrando as principais ocorrências é importante para esse processo.

5- Manter os vigilantes bem localizados: ao evitar que agentes de segurança fiquem aglomerados e fora de seus postos de serviço, possibilita maior produtividade do efetivo de segurança. Implantação de bastões de ronda que controlam e direcionam as ações dos vigilantes auxilia o trabalho de segurança.

6- Ter profissionais com boa postura e comportamento: a confiança faz parte do trabalho de todos os profissionais da área. Um time de vigilantes deve sempre procurar ter uma boa postura de trabalho e efetuar suas atividades com discrição. Detalhes técnicos sobre os procedimentos de segurança e as estratégias de ação, por exemplo, jamais devem ser compartilhados com terceiros.

O trabalho dos vigilantes é a peça-chave para a manutenção da segurança patrimonial da companhia. Eles atuarão em todos os ambientes, garantindo que os equipamentos de vigilância estejam funcionando corretamente. Além disso, caberá ao profissional identif**ar vulnerabilidades e pessoas com atitudes suspeitas.

Diante disso, a seleção de profissionais bem preparados permite que os ativos de uma companhia fiquem mais seguros contra-ataques e qualquer tipo de dano. Por lei, eles devem ser formados em cursos autorizados pela Polícia Federal e passar por treinamentos de reciclagem a cada dois anos.

Além disso, uma das principais exigências para esse profissional é a ausência de antecedentes criminais. Caso o uso de armas seja necessário, a empresa deve seguir os procedimentos rigorosos estabelecidos pela Policia Federal.

SEGURANÇA ELETRÔNICA: TECNOLOGIA QUE PROTEGE PESSOAS

A tecnologia tem um papel fundamental no dia a dia de empresas de diversos setores. Para funcionários de marketing, por exemplo, ela permite que peças publicitárias multimídias sejam criadas facilmente. Já para desenvolvedores de software, ela é a chave para a inovação e a oferta de novas soluções em TI. No mundo da segurança não é diferente. Os equipamentos eletrônicos ampliam o poder de vigilância dos humanos por meio de sensores, câmeras e alarmes modernos e confiáveis.

Sistemas de alarme modernos, por exemplo, dão maior segurança a empresas por meio de sensores de presença e sensores de incêndio. Eles também possuem sistemas anti-hacking de alta complexidade, que impedem a quebra dos códigos de segurança mesmo localmente. Já os sistemas de monitoramento (CFTV) compostos por câmeras digitais permitem a transmissão de imagens para qualquer lugar do mundo em alta definição.

Nos últimos anos, as câmeras de vigilância têm passado por inovações tecnológicas importantes. A câmera IP, por exemplo, é uma câmera de vídeo que pode ser acessada e controlada via qualquer rede IP, como a LAN, Internet ou Intranet e que tem sido cada vez mais utilizada em projetos de segurança. As câmeras IP não necessitam de softwares ou placas adicionais, tornando fácil sua instalação e manuseio dentro de uma rede, pois ele possui seu próprio endereço de IP.

Uma outra tecnologia importante que vem ganhando espaço é o sistema de vídeo analítico (Video Analytics) que através de equipamentos e softwares e algorítimos avançados de Inteligência Artificial permite a análise automática das imagens monitoradas, independente do fator humano, permitindo detectar invasões, suspeitos circulando, fluxos de pessoas ou matérias incomuns e etc.

Os botões de pânico e as cercas elétricas auxiliam na ação de agentes de segurança por permitir identif**ar situações de risco facilmente com discrição e reduzem o risco de invasão no local.

Com o uso de tecnologia, as empresas ganham novas ferramentas para incrementar a segurança dos empreendimentos, muitas vezes a um custo menor.
A utilização desses equipamentos deve ser adotada em larga escala por companhias que buscam prevenir ações que explorem vulnerabilidades e falhas de operação. Seja por meio dos circuitos fechados de televisão ou dos sensores de presença, é sempre possível encontrar algum equipamento que possa ser adaptado aos ambientes internos e externos de sua corporação.

A IMPORTÂNCIA DA PORTARIA

A portaria é a conexão da sua empresa com o mundo. Ela é, literalmente, a porta de entrada para seu negócio e é um local que merece toda atenção dos profissionais de segurança. Uma portaria mal gerenciada e mal estruturada pode colocar em risco todo o planeamento de segurança da companhia.

PORTARIA TRADICIONAL

Esse tipo de portaria conta com o controle de entrada feito diretamente por porteiros e guardas. Eles devem atuar identif**ando funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, veículos e visitantes corretamente. Além disso, devem estar preparados para barrar pessoas suspeitas e não autorizadas, além de serem treinados para atuarem com dedicação, cordialidade e eficiência.

Em locais de pequeno e médio porte, pode ser necessário que o porteiro esteja preparado para lidar com equipamentos de vigilância interna da companhia. Esse é um tipo de profissional que sempre deve estar atualizado e pronto para aplicar as rotinas de trabalho mais modernas do mercado. Assim, ele será capaz de tratar corretamente as pessoas que frequentam a empresa diariamente, manusear instrumentos de trabalho como rádios e sistemas eletrônicos e identif**ar situações de perigo.

Contratar um bom profissional de portaria requer cuidados especiais. Para te ajudar, preparamos um manual para a contratação de um porteiro profissional. Baixe agora gratuitamente e encontre o melhor profissional.

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PORTARIA REMOTA

A Portaria Remota é uma solução para companhias que buscam a redução de custos por meio da tecnologia da informação. Nesse sistema, um profissional localizado em uma central de monitoramento remoto é responsável pelo acompanhamento da entrada e saída de pessoas. Normalmente, funcionários fixos e colaboradores possuem uma tag RFID que permite a entrada automática, enquanto visitantes devem entrar em contato com a central para solicitar uma autorização.

Para a utilização dessa solução, é necessário a instalação de uma estrutura auxiliar com alarmes, link de Internet e sistemas de circuito fechado de TV. Bem configurada, ela pode diminuir pela metade o custo de manutenção de sistemas tradicionais. Além disso, a automação garante maior segurança pois normalmente conta com o auxílio de uma empresa especializada em segurança patrimonial. Confira um manual de boas práticas da Portaria Remota.

Esse tipo de solução é recomendada para locais com pequeno fluxo de funcionários e visitantes. Descubra se o seu condomínio pode ter Portaria Remota aqui.
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A terceirização da segurança

A contratação de novos funcionários é uma atividade que consome uma grande quantidade de recursos de qualquer empresa. Uma das principais alternativas aos processos de contratação direta, a terceirização tem sido adotada largamente por companhias no mundo todo.

A parceria com empresas especializadas na execução das chamadas 'atividades meio' (aquelas que não são as principais da empresa) diminui gastos e permite que processos e rotinas internas sejam otimizados.

Na área da segurança corporativa, a terceirização dá acesso a profissionais bem qualif**ados, equipamentos de ponta e menores custos de manutenção. Diante disso, saber escolher uma corporação que siga padrões técnicos e operacionais de alta qualidade é crucial para o sucesso do plano de segurança interno. Neste artigo ensinamos como escolher uma boa empresa de segurança.

Além disso, a terceirização possibilita a vantagem de não precisar se preocupar com toda a burocracia exigida pela Policia Federal. Caso a empresa faça a opção por segurança orgânica a empresa vai precisar contar com uma estrutura para cumprir toda a rigorosa legislação que regulamenta a segurança privada, se desviando da atividade fim de seu negócio.

O serviço de segurança e vigilância corporativo vai além da prevenção contra assaltos, invasões e furtos. Ele também atua dentro da companhia na prevenção de incidentes e no rastreamento de vulnerabilidades. Além disso, o agente de segurança deve estar pronto para prestar suporte em situações atípicas onde a sua presença for necessária.

Nos últimos anos, as empresas de vigilância terceirizada se modernizaram. Com o auxílio de equipamentos de ponta, treinamentos constantes, reciclagem profissional e seleção rigorosa de profissionais (seguindo rígidos critérios de segurança), elas ganharam confiança do mercado.

Diante disso, diversos setores da indústria e do comércio (como shoppings e clubes) optam pela contratação de uma empresa privada para proteger os seus colaboradores, clientes e ativos. Entre os principais motivos por essa escolha, podemos destacar:

1- Contratação simplif**ada: a terceirização diminui a burocracia na contratação de

profissionais de segurança.

2- Diminuição de gastos: por meio da terceirização, as empresas não precisam se preocupar com os custos relacionados aos processos de seleção, contratação e treinamento de profissionais.

3- Maior disponibilidade: a terceirização permite que profissionais estejam, em alguns casos, disponíveis para o trabalho em campo, graças aos modelos de contratação mais flexíveis.

4- Maior flexibilidade: a demanda por vigilantes será planejada de acordo com as necessidades da companhia, o que facilita a gestão dos recursos humanos presentes no campo de trabalho.

4- Aumento da produtividade: ao diminuir a carga dos profissionais responsáveis pela gestão de pessoal e aumentar a sensação de segurança entre os colaboradores, a produtividade dos funcionários aumentará.

5- Melhor preparo técnico: a terceirização é o melhor método para empresas de grande, médio e pequeno porte obterem acesso rápido e simplif**ado a agentes de segurança especializados e com grande preparo técnico. Eles estarão em dia com as melhores técnicas de proteção e gerenciamento de equipamentos, pessoas e instalações corporativas.

Há poucos anos, a terceirização era uma opção disponível apenas para empresas de grande porte. Diante das mudanças do mercado e a adoção de novos modelos de gestão, essa alternativa tornou-se viável para companhias de menor porte, que agora podem contratar os serviços de corporações de segurança sem a necessidade de realizar grandes investimentos.
No ramo da segurança, as empresas especializadas permitem a redução de custos indiretos, do tempo gasto com o gerenciamento de recursos humanos e o treinamento de funcionários.
Por meio do feedback constante dos clientes, as companhias conseguem investir na melhoria dos seus serviços. Isso permite a criação de sistemas de inteligência de informação integrados, de segurança patrimonial e eletrônica mais modernos e eficientes. Assim, as rotinas internas das empresas que contratam serviços de segurança são continuamente aperfeiçoadas.

Se você está interessado em realizar a terceirização, baixe gratuitamente nosso Guia Completo da Terceirização e aprenda como fazer.

LEGISLAÇÃO NACIONAL PARA SEGURANÇA PRIVADA

A contratação de uma empresa de segurança é um processo que deve ser feito com cuidado e planejamento. Apesar de o mercado já efetuar um grande trabalho separando o 'joio do trigo', a escolha de uma companhia deve levar em conta a legislação federal e estadual. Ao contar com uma companhia contratada que trabalha dentro das normas de segurança, o contratante evita contratempos trabalhistas, jurídicos e de segurança.

A partir da década de 1970, a demanda pela regulamentação mais completa das atividades das empresas de segurança aumentou. Para suprir as falhas do então existente Decretos.

Nos anos seguintes, diante das diversas mudanças que ocorreram no mercado, da modernização da economia e da evolução das relações trabalhistas, novas portarias e decretos foram criados para modernizar a legislação
Essas leis e normas foram responsáveis por uma grande melhoria na capacitação das empresas e na qualidade de seus serviços. Entre as principais portarias, normas e leis do setor, podemos destacar:

conjunto de normas que regulamentam as práticas do setor. Para os próximos anos, é esperado a regulamentação de um novo Estatuto da Segurança Privada. Com base em consultas públicas com todos os setores envolvidos com a prestação desses serviços, o Ministério da Justiça e o Governo Federal pretendem aprovar uma legislação moderna e adaptada para os desafios do século XXI.

Entre outras coisas, ela será responsável por regulamentar as empresas de segurança eletrônica, aumentar o controle da Polícia Federal e criminalizar a exploração de serviços de vigilância clandestina. Ao incluir os critérios técnicos mínimos de qualidade para as empresas do setor, o estatuto deverá ampliar a confiabilidade do serviço prestado por empresas que são legalizadas e trabalham dentro dos padrões brasileiros.

Para saber se a empresa é devidamente legalizada e qualif**ada para prestar serviços de segurança, leia este artigo.

Mantendo as pessoas e os ativos mais importantes de sua companhia intactos
Hoje, o país já possui mais seguranças privados do que policiais. Eles são responsáveis pela segurança de bancos, de shoppings, de estádios, de empresas de diversos portes e pelo transporte de valores. Em todo o país, mais de 600 mil profissionais atuam garantindo a segurança de pessoas e empresas com qualidade e confiabilidade.

Segundo a Associação Angolana das Empresas de Vigilância (Abrevis), esse é um mercado que, em 2014, contava com mais de 2 mil empresas movimentando cerca de R$32 bilhões ao ano. Já o ramo de segurança eletrônica, sozinho, movimentou quase R$4 bilhões em 2014. Diante disso, ter um bom conhecimento do funcionamento do setor é indispensável para que gestores saibam selecionar uma empresa de segurança privada para a prestação de serviços de vigilância.

A escolha de uma companhia que trabalhe de acordo com a legislação nacional é o primeiro passo durante o processo de implementação de um serviço de vigilância privado. Também é necessário verif**ar a capacidade técnica e histórico da empresa, sendo a mesma capaz de oferecer profissionais bem treinados e equipamentos de ponta.

A elaboração de um plano de segurança, com normas, rotinas e operações de contingência e gerenciamento de crise é fundamental. Ele será o documento responsável por guiar o trabalho dos agentes de segurança no dia a dia da empresa e em momentos críticos, onde a presença de um profissional bem treinado será indispensável para a qualidade do suporte prestado aos colaboradores.

E você, quer garantir a segurança da sua companhia com o auxílio de especialistas em segurança corporativa? Comente o nosso post ou entre em contato com um de nossos especialistas em segurança para empresas!
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Considerando que os vigilantes devem estar preparados para identif**ar e combater riscos, é de grande importância que esse profissional tenha conhecimento de diversas técnicas para trabalhar de forma eficiente e ef**az.

Por isso, listamos aqui 4 boas práticas que são de grande importância para vigilante de segurança patrimonial. Confira:

1. EVITAR DISTRAÇÕES

O uso de celulares, livros e televisão podem em diversos momentos, tirar a atenção do vigilante. Por isso é importante ter profissionais focados no seu trabalho, visto que, riscos são constantes e muitas coisas podem acontecer em um curto espaço de tempo.

2. CUMPRIR RIGIDAMENTE OS PROCESSOS DE SEGURANÇA

Seguindo as normas do plano de segurança e as normas específ**as de cada companhia, reduz consideravelmente os perigos durante a atuação do vigilante.

3. BOM POSICIONAMENTO

Estar em seu posto de serviço e evitar que os vigilantes fiquem aglomerados, possibilita maior produtividade e garantia de um serviço bem prestado. Assim, é importante ter conhecimento de ferramentas e processos que direcionem as ações dos vigilantes.

4. DISCRIÇÃO

Ser discreto é uma característica de grande importância quando o assunto é segurança, visto que, detalhes técnicos nunca devem ser compartilhados com terceiros. Além disso, a discrição também influencia na confiança das pessoas sobre o vigilante.
Entenda as recomendações de equipamentos para vigilantes
12 de Junho de 2017 | por Security
Segurança Particular
O mercado de vigilância e todas as normas e regulamentações que o regem formam um conjunto complexo. Entre leis e novas tecnologias que surgem o tempo todo, é muito trabalhoso se manter informado, atualizado e regularizado.

É por isso que muitas empresas optam por contratar um serviço de segurança terceirizado. Dessa forma é possível ter um trabalho especializado, sem se preocupar com as regulamentações e especificidades do setor, que demandam muito tempo e atenção.
No caso dos equipamentos usados pelos vigilantes, por exemplo, existem diversas recomendações a serem seguidas. Veja os detalhes abaixo:


Comunicação

Equipamentos de comunicação, como rádios, são essenciais para o trabalho de todo vigilante armado ou não armado. Além de serem úteis em situações adversas, nas quais é preciso se comunicar com o supervisor ou outro vigilante que esteja no mesmo turno, eles também são ferramentas importantes para o dia a dia da atividade.

Antes de definir qual será a tecnologia usada, é necessário determinar a principal interface de comunicação do vigilante: o gestor da empresa contratante ou seu gestor na empresa de segurança



Monitoramento

O bastão de ronda é fundamental para o monitoramento da rota feita pelo vigilante. O bastão real time ainda consegue analisar em tempo real se mais de um vigilante está fazendo a ronda simultaneamente, ou se não realizou a ronda.

Outros recursos também têm ganhado popularidade para acompanhamento dos vigilantes. O vigia alerta, por exemplo, dispara um alarme com uma frequência predeterminada para que o vigilante aproxime seu crachá do dispositivo, comprovando assim que está presente e atento.

Vigilante armado

Para o vigilante armado, é importante levar em consideração o tipo de serviço e ambiente em que estará inserido para fazer a escolha do armamento. As armas passam por controle e fiscalização da Polícia Federal, portanto é preciso que tenham uma rotina de manutenção e limpeza, bem como as munições, que devem estar em perfeito estado. Os coletes a prova de balas – usados tanto por vigilantes armados, quanto desarmados – também passam por fiscalização.

Para rondas e postos desarmados, é possível contar com equipamentos como o cassetete, para que, mesmo sem armas de fogo, os profissionais não estejam sem defesas.


Veículos

Locais amplos exigem um monitoramento mais rápido e ef**az, portanto deve-se considerar o uso de um veículo motorizado. Como existem muitas opções nesse sentido, as necessidades da atividade deverão ser avaliadas: o espaço exige um carro moto ou um 4x4? Ele irá percorrer uma grande quilometragem diariamente? Existe alguma velocidade recomendável? O veículo será caracterizado?

Caso não haja a necessidade de um automóvel e o espaço apresente boa pavimentação, também é possível usar bicicleta. Já em locais mais acidentados, recomenda-se ao menos uma motocicleta. Até o tipo de pneu deve ser estudado – em locais com lama, por exemplo, é aconselhável usar pneu freio ao invés de liso.

Uniforme

Outro detalhe signif**ativo é a definição do uniforme, que será influenciada de acordo com o objetivo e local de trabalho. Geralmente trabalha-se com dois modelos: um social e um guarda ostensivo. Se a segurança for pessoa ou em shopping, por exemplo, é mais indicado que o uniforme seja social. Desde os mais simples até as fardas, todos os uniformes passam por fiscalização da Polícia Nacional Angolana.

São muitas as particularidades e recomendações para que o equipamento dos vigilantes esteja de acordo com os padrões da portaria 3233/12 DG/DPF. E um dos maiores benefícios de quem contrata uma empresa de segurança terceirizada é a garantia de que essas atividades estarão regulamentadas e de acordo com todas as leis.

Apenas assim a empresa f**a livre de preocupações e poderá focar em seu negócio, aumentando sua competitividade e se tornando ainda mais eficiente!

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