O cumprimento das profecias

O cumprimento das profecias AS PROFECIAS DOS ÚLTIMOS TEMPOS
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Disseram que todos CARDIAIS E MADRES Africanos, estão a trair a África e culpados da África não desenvolver e respondi o...
16/04/2026

Disseram que todos CARDIAIS E MADRES Africanos, estão a trair a África e culpados da África não desenvolver e respondi o seguinte:

O Cristianismo não existe só na África, para de culpar o Cristianismo como motivo de atraso da África. O sistema de ensino escolarizado veio do branco, a modernização veio do branco, fatos e gravatas veio do branco, sapatos cabedais veio do branco, o telemóvel e a rede social que vc postou este lixo veio do branco e só atacas o Cristianismo pelo seu próprio ódio e não porque o branco trouxe para a África.

América do Norte EUA, fundamentou-se na base do cristianismo, cerca de 200 mil cristãs existem na Ásia e mais de 700 mil existem nas Américas e a menoria existem na África. Sendo a Ásia o continente que mais o Cristianismo cresce. Pós embora alguns países da Ásia perseguem o Cristianismo, nunca lhes foi o motivo de não desenvolver.

Alguns Motivos de atrasos de um país:

Falta de patriotismo.

Dívidas no exterior.

Concorrência no poder com um património baixo.

Nomeação de colaboradores ou auxiliares que também possuem um património baixo.

Controle extrema no sector privado, para impedir o progresso.

Falta de espansão do sistema de ensino de educação.

Falta de Sistema de ensino totalmente grátis.

Falta de investimentos nas vilas, aldeias, municípios.

Falta de investimentos nas vias de acessos para escoação de produtos de campos.

Corrupção activa.

Falta de educação no amor ao próximo.

Falta de Aplicabilidade de cursos técnicos nas aldeias e vilas.

Falta de oportunidade para todos.

Tudo isto nada haver com o Cristianismo, se um país Africano não tem interesse nestas coisas não haverá desenvolvimentos e a culpa não é do Cristianismo e vcs sabem de quem é a culpa.

Não foi o Cristianismo que mandou mudar de KUITO para Cuito, de Kwando Kubango para Cuando Cubango, Kwanza para Cuanza, de Kuquema para Cuquema, e tantos outros nomes de origem africana mudados e culpa é do Cristianismo? Não.

Tu apontas o cardial e a madre como culpados e traidores dentro do Cristianismo, porque odeias o Cristianismo e porquê não falar de Camavinga que trocou Angola pela França, Benzema Algéria pela França, Mbape Camarões pela França, Florentino Perez Angola pelo Portugal e tantos outros jogadores que preferem a Europa do que a África, a culpa é do Cristianismo? Sem falar dos que estão a emigrar para Europa e América, deixando a África, culpa é do Cristianismo? E porquê não falar dos líderes Africanos que preferem investir as suas fortunas na Europa e América em vêz da África onde saiu, culpa é do Cristianismo? Foi o Cristianismo que lhes ensinou a não serem patriotas? Foi o Cristianismo que q lhes ensinou a desprezar o seu próprio irmão e valorizar o estrangeiro? Foi o Cristianismo que lhes ensinou a se traírem e se perseguirem um ao outro? Foi o Cristianismo que ensinou a mudar os nomes de origem africana para os nomes de origem Europeia e mudar as escritas africanas para as escritas Europeias? Foi o Cristianismo q ensinou não dar comida aos pobres? Foi o Cristianismo que ensinou a vender suas riquezas do solo e benefíciar a menoria?foi o Cristianismo que ensinou para que os líderes Africanos não se unirem? Foi o Cristianismo que ensinou para que o Tomás Sancara e Cadaff fossem traídos e mortos? Foi o Cristianismo que ensinou para os que se dizem profetas falarem e profetizar por causa de dinheiro e exibem luxo em vez Cristo?Não, com toda certeza não! o Cristianismo é o antídoto quando é feito com sinceridade e com o que está escrito, para o Africano, líderes é para o mundo e é o mais desprezado. "Feliz é a nação cujo o Deus é o senhor",

Mas nós seguimos em frente com o Cristianismo porque sempre vence em meio ao ódio.

17/02/2026

Recentemente Uma segunda estátua de “Baal”, mostrada com uma Estrela de David, o número 666 e a bandeira de Israel, foi queimada no Irão 🇮🇷 na cidade de Esfahan 🚨🔥

Baal é uma antiga divindade cananeia, frequentemente utilizada hoje como símbolo de satanismo ou de corrupção das elites.

Em Deuteronômio 12:31, lemos que
“Não farás assim ao Senhor teu Deus… pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses.”

Jeremias 19:5
“…edif**aram os altos de Baal para queimarem seus filhos no fogo…”

O culto a baal representando satanás tem sido restaurador e visível diante do mundo! Aquilo que era oculto se tornou visível.

UMA HORA DECISIVA PARA OS ADVENTISTAS: UM APELO PARA PÔR FIM À ALIANÇA DA IGREJA COM AS NAÇÕES UNIDAS.No dia 9 de janeir...
11/02/2026

UMA HORA DECISIVA PARA OS ADVENTISTAS: UM APELO PARA PÔR FIM À ALIANÇA DA IGREJA COM AS NAÇÕES UNIDAS.

No dia 9 de janeiro de 2026, os adventistas do sétimo dia de todo o mundo enviaram uma carta aberta ao Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, solicitando o término completo de todas as relações formais entre as Nações Unidas e a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, incluindo suas organizações afiliadas, como a ADRA e associações de defesa da liberdade religiosa. A petição insta que nenhuma nova parceria seja estabelecida no futuro.

por Andy Roman
Editor: O cumprimento das profecias

No cerne da petição está a alegação de que a Conferência Geral mantém o status consultivo de ONG junto às Nações Unidas desde 1985, sem o consentimento informado dos membros globais da igreja. Essa relação representa um afastamento fundamental dos princípios históricos adventistas do sétimo dia, particularmente da posição de longa data da igreja contra alianças entre instituições religiosas e poderes políticos.

Essa parceria compromete a independência moral e a identidade profética da igreja, pois os fundamentos filosóficos e ideológicos das Nações Unidas são incompatíveis com os ensinamentos bíblicos essenciais e as crenças adventistas do sétimo dia. Preocupações específ**as são levantadas em relação a questões como criação, liberdade religiosa, saúde, autoridade moral e observância do sábado.

Na petição, os autores questionam especif**amente a forma como a Conferência Geral e sua liderança lidaram com a pandemia de COVID-19 e a questão da vacinação, argumentando que as declarações oficiais da igreja durante esse período revelaram uma concessão às autoridades seculares e uma perda da liberdade religiosa. Eles afirmam que, durante a pandemia, as publicações da Conferência Geral declararam que a recusa de vacinas obrigatórias era inconsistente com as crenças adventistas e, em alguns casos, retrataram os membros que recusaram a vacinação como assassinos.

Os peticionários argumentam que isso representou uma violação indevida da consciência e um abuso de autoridade da igreja. Eles sustentam que o apoio da igreja a mandatos opressivos e sua relutância em defender isenções religiosas demonstraram alinhamento com a abordagem de saúde pública das Nações Unidas e da Organização Mundial da Saúde, em vez de defender firmemente a liberdade de consciência conforme definida nas Escrituras.

Por fim, a petição inclui uma lista crescente de signatários que se alinham publicamente ao apelo pela dissociação. Ao convidar outros a assinarem, o documento busca demonstrar que a oposição à relação com a ONU não é isolada, mas compartilhada por adventistas que acreditam que a fidelidade às Escrituras e à verdade profética exige uma ruptura decisiva com as parcerias institucionais com organismos políticos globais.

quando os sentinelas devem levantar suas vozes e não se calar: https://faithfuladventist.org/ (Foto: Divulgação).

On January 9, 2026, members in good standing of the worldwide Seventh-day Adventist Church sent an open letter to the Secretary-General of the United Nations requesting the immediate disassociation of the General Conference of Seventh-day Adventists with the United Nations. Sign and add your name to...

DONALD TRUMP EXIBE A FORÇA ECONÔMICA E MILITAR DOS ESTADOS UNIDOS NO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL - Em 21 de janeiro de 2026,...
06/02/2026

DONALD TRUMP EXIBE A FORÇA ECONÔMICA E MILITAR DOS ESTADOS UNIDOS NO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL

- Em 21 de janeiro de 2026, o presidente Trump discursou para líderes mundiais na reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Trump usou o fórum para dar uma lição ao mundo, afirmando que a paz, a segurança e a prosperidade dependem inteiramente dos Estados Unidos. O tom e o conteúdo do discurso estão em estreita consonância com a descrição profética encontrada em Apocalipse 13, que descreve a ascensão de uma segunda besta, um poder que exercerá influência mundial, não apenas por meio do poder militar, mas também por meio da persuasão, da influência econômica e da autoridade política. Essa foi precisamente a mensagem que o presidente Trump transmitiu à elite política e econômica mundial: que os Estados Unidos são o pilar indispensável da ordem global e que a paz e a prosperidade, em última análise, dependem do poder, da liderança e da disposição dos EUA em agir em nome do mundo.

Em seu discurso, Donald Trump enfatizou o seguinte:

• “Os EUA são o motor econômico do planeta, e quando a América prospera, o mundo inteiro prospera.”

• “Vocês nos seguem para baixo e nos seguem para cima.”

• “Os Estados Unidos estão mantendo o mundo inteiro à tona.”

• “Queremos trabalhar com os países, não queremos destruí-los.”

• “Sem nós, a maioria dos países nem sequer funciona.”

• “E depois há o fator proteção. Sem as nossas forças armadas, que são de longe as maiores do mundo, sem as nossas forças armadas, vocês enfrentariam ameaças inimagináveis.”

• “Vocês não recebem ameaças por nossa causa.”

Quando um presidente em exercício apresenta os Estados Unidos como indispensáveis para a paz e a prosperidade mundial, ele estabelece as bases psicológicas e políticas para que outras nações aceitem sua liderança, mesmo quando essa liderança posteriormente promove um sistema de culto falso por meio de mandatos políticos. O Apocalipse descreve como apenas um poder político será capaz de compelir “a terra e seus habitantes” a seguirem o sistema da besta, levando, em última instância, as nações a aceitarem a marca.

A mensagem transmitida no Fórum Econômico Mundial foi profética. O discurso de Trump ao mundo serviu como um lembrete de que a ordem global não é governada por consenso, mas sim pela dependência da autoridade americana. Trump enfatizou que as instituições, alianças e mercados internacionais funcionam unicamente graças ao apoio dos Estados Unidos, seja ele militar, financeiro ou político. A mensagem foi inequívoca: quando os Estados Unidos são fortes, o mundo é estável; quando os Estados Unidos se retiram, os sistemas globais vacilam.

A profecia indica que a segunda besta de Apocalipse 13, os Estados Unidos, atuará como o grande executor, usando sua influência para pressionar as nações a adotarem práticas uniformes relacionadas à adoração da primeira besta, Roma. Não se espera que esse processo se desenrole da noite para o dia, mas sim por meio do condicionamento gradual das nações a dependerem de um único poder político para segurança e estabilidade econômica. Apocalipse adverte que o controle econômico — quem pode comprar e vender — será um mecanismo fundamental nesse cenário do fim dos tempos, e as questões centrais serão a observância do domingo e a lealdade à primeira besta (Foto: Ilustração/Divulgação).

COMENTÁRIOS

1. Samuel Kimani Njoroge diz
22 de janeiro de 2026, às 8h27

O Fórum Econômico Mundial é uma organização fundada em 1971 por Klaus Schwab. Sua sede f**a em Genebra, Davos, Suíça. O nome soa bem, não é? O Fórum Econômico Mundial é convocado pelas elites globais para discutir crises mundiais, especialmente as crises políticas e financeiras. O fórum conta com a presença de líderes mundiais de diversos países, sendo os mais notáveis os líderes das nações mais poderosas, como Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido. As elites globais são constituídas por diversas sociedades secretas e instituições poderosas, como as Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, a Organização Mundial da Saúde, etc.

Devemos nos lembrar dos tempos da Covid-19: foram as mesmas elites globais que criaram a farsa global da Covid-19 para gerar uma crise mundial. Essas elites concordaram que o mundo inteiro, sob a égide das Nações Unidas, com seus 193 países membros, deveria impor o lockdown para conter essa doença respiratória mortal.

Qualquer líder que desafiasse o lockdown era severamente punido. Entre os líderes notáveis que desafiaram o lockdown, destacam-se o falecido presidente da Tanzânia, John Pombe Magufuli, e o falecido presidente do Burundi, Pierre Nkurunziza. Esses líderes questionaram as restrições e decidiram permitir que seus cidadãos se concentrassem em métodos tradicionais de cura, utilizando remédios naturais. Por desafiarem a autoridade, esses líderes foram assassinados por agentes dessas elites globais.

As elites globais estão sob a liderança do Vaticano, e é o Vaticano quem dá as cartas no Fórum Econômico Mundial. Qualquer política punitiva usada pelos líderes mundiais em seus respectivos países vem do Vaticano e é endossada pelo FEM.

Qualquer líder mundial que desafie a autoridade do Fórum Econômico Mundial corre o risco de sofrer o mesmo destino que Magufuli e Nkurunziza. O encontro do Fórum Econômico Mundial ocorre em um momento de tensões globais em muitas partes do mundo. Há uma guerra em curso entre Rússia e Ucrânia, e o Oriente Médio está à beira do colapso, especialmente agora que os Estados Unidos e Israel estão em conflito com o Irã sobre o programa nuclear e a produção de mísseis balísticos.

As elites globais decidiram que, a partir de 2025, o mundo nunca mais testemunhará paz e estabilidade, e as nações do mundo enfrentarão instabilidade para satisfazer essas elites. O Papa de Roma está no centro do palco dessa crise mundial fabricada, para que ele possa governar o mundo na agenda da Nova Ordem Mundial que se avizinha.

06/02/2026

OUÇA com atenção 🤷🤷

Não se trata apenas de um músico.TRATA-SE DE UM RETRATO HUMANO.E é precisamente isso que este retrato nos revela: O SER ...
06/02/2026

Não se trata apenas de um músico.
TRATA-SE DE UM RETRATO HUMANO.

E é precisamente isso que este retrato nos revela: O SER HUMANO NÃO CONSEGUE VIVER NO VAZIO ESPIRITUAL.

O ser humano NÃO CONSEGUE viver sem servir algo.
Pode rejeitar Deus, negar a fé, ridicularizar a religião e repetir que é “livre”, mas NUNCA SERÁ NEUTRO.

Por detrás de muitas declarações de autonomia absoluta, existe um coração inquieto, cansado de procurar sentido em tudo e de não encontrar descanso em nada.

Quanto mais o homem grita que é livre, mais revela a sua própria inquietação interior.

Quanto mais insiste que não precisa de Deus, mais procura substitutos para preencher o vazio que permanece.

Não é apenas revolta.
É FOME DE SENTIDO.
Não é apenas afirmação.
É SEDE DE DIREÇÃO.

Por isso, a frase “eu não sirvo ninguém” soa melhor do que é verdadeira. Na prática, quem diz isso apenas TROCOU DE SENHOR.

O homem que não serve a Deus NÃO SE TORNA LIVRE… torna-se servo de substitutos. Serve ideias, símbolos, desejos, identidades, causas. O vazio espiritual não permanece vazio. ELE EXIGE UM CENTRO.

Ao observarmos figuras públicas como C4 Pedro, não estamos apenas a ver um músico em transformação estética. Estamos a ver um homem, como qualquer outro, EM BUSCA DE SENTIDO.

A rejeição explícita de Deus não conduziu à neutralidade, mas a uma nova linguagem espiritual: símbolos ancestrais, gestos ritualizados, retorno à chamada “origem”.

Isto não é apenas cultura ou folclore.
É SIGNIFICADO. É ESPIRITUALIDADE. É SERVIÇO.

Quando Deus é rejeitado, o homem não deixa de adorar… ele passa a adorar OUTRA COISA. A identidade torna-se altar. A ancestralidade transforma-se em refúgio espiritual.

A cultura, que deveria ser herança, começa a ocupar o lugar de divindade. E quando isso acontece, já não falamos apenas de arte ou afirmação cultural, mas de uma RELIGIÃO SEM DEUS.

O apóstolo Paulo não se apresentou como independente. Ele afirmou com clareza:
“Paulo, SERVO de Jesus Cristo” (Romanos 1:1).

Noutra carta, explica a dinâmica de toda existência humana:
“Fostes libertados do pecado e feitos SERVOS da justiça” (Romanos 6:18).

Ou seja, antes, escravos do pecado; agora, SERVOS DE CRISTO.
Não deixou de servir…MUDOU DE SENHOR.

A grande questão nunca foi se o homem servirá, mas A QUEM SERVIRÁ.

O problema nunca foi a cultura africana, nem qualquer herança cultural. O problema surge quando a cultura ocupa o lugar que SÓ DEUS pode ocupar.

Quando a ancestralidade deixa de explicar o passado e passa a GOVERNAR O PRESENTE, o homem não se liberta …apenas muda de prisão.

No fim de todas as buscas humanas, a verdade permanece simples e inegociável:
CRISTO É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA.

Como disse Santo Agostinho:
“Tu nos fizeste para Ti, ó Deus, e o nosso coração anda inquieto ATÉ QUE ENCONTRE DESCANSO EM TI.”

✍🏾Rodrigo Natal
Editado: Ssc

NOS BRAÇOS DE ROMA: QUANDO PASTORES ADVENTISTAS ENCONTRAM CONFORTO NOS BRAÇOS PAPAIS DO CULTO ECUMÊNICO DOMINICAL - No d...
05/02/2026

NOS BRAÇOS DE ROMA: QUANDO PASTORES ADVENTISTAS ENCONTRAM CONFORTO NOS BRAÇOS PAPAIS DO CULTO ECUMÊNICO DOMINICAL - No domingo, 18 de janeiro de 2026, Giovanni Caccamo (foto), um pastor adventista do sétimo dia, abraçou publicamente o bispo católico romano Antonio Napolioni durante um culto ecumênico em comemoração à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. O gesto simbolizou uma unidade visível entre a Igreja Adventista do Sétimo Dia e a Igreja Católica Romana na Itália, em um contexto ecumênico formal. Giovanni Caccamo é o mesmo pastor adventista que assinou anteriormente a Carta Ecumênica — um documento que afirma a fé em “uma só Igreja Católica Apostólica santa” e expressa solidariedade com Roma e as demais igrejas cristãs — levantando sérias preocupações teológicas e proféticas quando examinado à luz da Bíblia e do Espírito de Profecia. [1]

por Andy Roman

A Diocese Católica Romana de Cremona publicou em seu site oficial a notícia do evento ecumênico que reuniu quatro denominações cristãs da região:

• “Escuta e unidade: estes foram os temas da vigília de oração ecumênica realizada em Cremona, na igreja do Seminário, na noite de domingo, 18 de janeiro, dia em que começa todos os anos a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.” [2]

• “A vigília foi presidida por representantes das quatro denominações cristãs presentes na área: o bispo Antonio Napolioni pela Igreja Católica, o padre Constantin Munteanu pela Igreja Ortodoxa Romena, o pastor Nicola Tedoldi pela Igreja Metodista Valdense e o pastor Giovanni Caccamo pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.” [2]

Giovanni Caccamo continua a participar, em nome dos Adventistas do Sétimo Dia, em cultos ecumênicos organizados sob a liderança da Igreja Católica Romana. Isso levanta uma questão séria: como é possível que ele continue a representar nosso povo depois de ter assinado a abominável Carta Ecumênica, que afirma a unidade com Roma? Tais ações eliminam nossas posições doutrinárias e criam confusão sobre a posição da igreja remanescente. Deus nos diz que Roma não muda e que só nos aceitará e nos acolherá quando fizermos concessões, cedermos e abandonarmos as verdades distintivas que nos foram confiadas. A unidade alcançada à custa da verdade não é unidade alguma, mas sim rendição — algo que Deus nunca pediu ao Seu povo.

“Eis a linha divisória entre os adoradores de Deus e aqueles que adoram a besta e recebem a sua marca. O grande conflito se dá entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. É porque os santos guardam todos os dez mandamentos que o dragão lhes faz guerra. Se eles baixarem o estandarte e cederem às peculiaridades da sua fé, o dragão f**ará em paz; mas eles despertam a sua ira porque ousaram erguer o estandarte e desfraldar a sua bandeira em oposição ao mundo protestante, que adora a instituição do papado” (Testemunhos, vol. 1, p. 223).

Quem se beneficia hoje do nosso silêncio e da nossa conivência? Quem ganha quando as Mensagens dos Três Anjos são deixadas de lado? Quem lucra quando a verdade bíblica e a história da Reforma são substituídas pelo ecumenismo e pelo chamado terreno comum com Roma? A resposta é clara: o Vaticano se beneficia e seu objetivo é alcançado.

“Vozes que deveriam ser ouvidas, proclamando a verdade, estão em silêncio. Almas perecem em seus pecados, e ministro, médicos e professores dormem. Despertem os vigias!” (Pacific Union Recorder, 20 de fevereiro de 1908).

Um dos desafios mais aterradores e inexplicáveis que o Adventismo enfrenta hoje é o silêncio absoluto daqueles que deveriam se manifestar com clareza e veemência. É inconcebível e perturbador saber que alguns ministros e atalaias suprimem nossa mensagem para se unirem a Roma em cultos inter-religiosos. Por quê? Porque a Igreja Remanescente da profecia bíblica existe neste período da história da Terra com um único propósito: fazer o último convite de misericórdia ao nosso mundo agonizante.

“O Senhor revela uma verdade especial para o povo em momentos de crise. Quem se atreveria a recusar-se a divulgá-la? Ele ordena aos seus servos que apresentem ao mundo o último convite à misericórdia. Não podem permanecer em silêncio, a não ser sob pena de suas almas.” (O Grande Conflito, 609).

Jesus não se calou — e nós também não podemos. Fomos incumbidos de uma mensagem sobre o fim dos tempos, uma mensagem de verdade presente, ordenada por Deus para ser proclamada a todas as nações, tribos, línguas e povos. Será que nossas vidas se tornaram tão confortáveis e nossas instituições tão prósperas que estamos dispostos a comprar a paz ao preço do silêncio? Deus nos livre!

“O próprio Jesus nunca comprou a paz por meio de concessões. Seu coração transbordava de amor por toda a humanidade, mas Ele nunca foi indulgente com seus pecados. Ele era amigo demais deles para permanecer em silêncio enquanto seguiam um caminho que arruinaria suas almas” (O Desejado de Todas as Nações, 356).

Os objetivos de Roma são diametralmente opostos à missão do povo remanescente de Deus. Para apaziguar Roma e unir-se à sua visão de uma ordem religiosa, econômica e política universal, seria necessário comprometer as Mensagens dos Três Anjos — as próprias mensagens que Deus deu para expor os objetivos e as reivindicações do papado. Por essa razão, Roma não pode se contentar com meias medidas ou um suposto meio-termo. O que se exige de nós, em última instância, é a rendição completa.

É trágico que tantos já tenham se rendido à visão romana de fraternidade universal. Contudo, Deus sempre preservou um remanescente fiel — homens e mulheres que não se curvarão a Baal, que não trocarão a verdade pela aceitação e que permanecerão leais a Ele, custe o que custar.

“Pensam que eu posso permanecer em silêncio quando vejo um esforço sendo feito para destruir os pilares fundamentais da nossa fé?” (3 Mensagens Escolhidas, Vol. 3, p. 38).

Em vez de se tornarem pregadores da justiça, muitos de nossos ministros se tornaram campeões do silêncio. Eles se desviam de nossa missão divinamente designada e, em vez disso, buscam pontos em comum com o mundo em muitas questões sociais e políticas. Vemos líderes religiosos dedicando-se ao ambientalismo, ao ecumenismo, ao catolicismo, ao feminismo e ao movimento LGBT+, em vez de transmitir ao povo os verdadeiros alertas da Palavra de Deus sobre os reais perigos que os ameaçam. E não são apenas alguns no ministério que agem assim; o pecado do silêncio está em toda parte. Está presente em nosso trabalho pela liberdade religiosa, em nosso trabalho humanitário, em nosso trabalho educacional e até mesmo em nosso trabalho médico.

O atual movimento ecumênico apenas confirma o que já sabíamos. Há mais de 100 anos, Deus nos advertiu contra o silêncio diante da nossa mensagem, enquanto buscávamos nos unir àqueles que “se afastavam da fé”. A seguinte declaração revela não a nossa ignorância, mas sim a nossa desobediência à instrução de Deus.

“O mundo sabe muito pouco das verdades em que acreditamos, e a mensagem para este tempo deve ser transmitida a todo o mundo de forma clara e direta. A mensagem que me chega é: 'Despertem os vigias'. Que todos entrem agora em posição de trabalho... Temos uma mensagem decisiva para transmitir, e fui instruído a dizer ao nosso povo: Unam-se, unam-se. Mas não devemos nos unir àqueles que se afastam da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Com nossos corações doces, bondosos e verdadeiros, devemos sair para proclamar a mensagem, sem dar ouvidos àqueles que nos afastam da verdade” (Review and Herald, 19 de abril de 1906).

Na foto 1: Uma demonstração ecumênica de afeto: o pastor adventista abraça o bispo católico romano. Na foto 2, da esquerda para a direita: representantes adventistas, ortodoxos, metodistas e católicos demonstram solidariedade. Na foto 3, o pastor adventista discursando no culto ecumênico (Fotos: Divulgação).

FONTES

[1] https://adventmessenger.org/seventh-day-adventists-roman-catholics-and-evangelicals-sign-a-historic-ecumenical-charter-that-affirms-faith-in-one-holy-catholic-apostolic-church/
[2] https://www.diocesidicremona.it/unita-dei-cristiani-la-settimana-di-preghiera-aperta-in-seminario-con-una-veglia-ecumenica-19-01-2026.html

COMENTÁRIOS
1. Samuel Kimani Njoroge diz
24 de janeiro de 2026, às 6h09

O chamado pastor adventista Giovanni Caccamo não é um pastor genuíno, dedicado a defender a fé adventista. Como pode ele ser pastor em uma igreja adventista e, ao mesmo tempo, participar de encontros ecumênicos? Isso signif**a claramente que ele é um lobo em pele de cordeiro. Se não me engano, ele deve ser membro da ordem jesuíta. Muitos pastores adventistas que ministram em congregações afiliadas à Conferência Geral são, em sua maioria, membros da ordem jesuíta, uma milícia secreta a serviço do Papa, cujo objetivo é exterminar a fé protestante, restaurar a fé católica e colocar o mundo inteiro sob os pés do Vigário de Cristo.

PAPA LEÃO XIV AOS LÍDERES ECUMÊNICOS: “SOMOS UM, VAMOS TORNAR ISSO VISÍVEL” - O ecumenismo está, de fato, cumprindo prof...
05/02/2026

PAPA LEÃO XIV AOS LÍDERES ECUMÊNICOS: “SOMOS UM, VAMOS TORNAR ISSO VISÍVEL” - O ecumenismo está, de fato, cumprindo profecias — mas não as profecias para as quais Deus chama o Seu povo a avançar ou a abraçar. O mundo está sendo atraído para um único corpo religioso e político, como revelado nas Escrituras: “E toda a terra se maravilhou após a besta” (Apocalipse 13:3). Isso não é um reavivamento da piedade; é apostasia universal — um movimento global que, sob a aparência de unidade, paz e amor, está afastando as pessoas da verdade bíblica e levando-as à desobediência à lei de Deus.

por Andy Roman
Editor: Júlio César Prado

No domingo, 25 de janeiro de 2026, o Papa Leão XIV marcou a 59ª Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos com membros de uma delegação ecumênica. Em seu discurso, o Papa exortou os cristãos a prosseguirem na missão ecumênica rumo à unidade plena e visível. A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou o seguinte a respeito das palavras do Papa Leão:

• “Meus queridos amigos, todos os anos a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos nos convida a renovar nosso compromisso com esta grande missão, tendo em mente que as divisões entre nós — embora não impeçam a luz de Cristo de brilhar — tornam, no entanto, menos radiante o rosto que deve refletir essa luz para o mundo.” [1]

• “Somos um! Já somos! Reconheçamos isso, experimentemos isso e tornemos isso visível!” [1]

o Papa Francisco, observou que o percurso sinodal da Igreja Católica é e deve ser ecumênico.” [1]

• “Acredito que este é um caminho para crescermos juntos no conhecimento mútuo das nossas respectivas estruturas e tradições sinodais.” [1]

• “Ao olharmos para o 2000º aniversário da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus em 2033, comprometamo-nos a desenvolver ainda mais as práticas sinodais ecumênicas e a partilhar uns com os outros quem somos, o que fazemos e o que ensinamos.” [1]

• “Oramos para que as sementes do Evangelho continuem a dar frutos neste continente em unidade, justiça e santidade, para benefício da paz entre os povos e nações de todo o mundo.” [1]

A profecia identif**a a unif**ação das igrejas em um único sistema religioso, seguida por sua aliança com o poder civil, como a característica definidora da crise final. Apocalipse 13 retrata a restauração de uma autoridade religiosa unif**ada que recupera a influência global após a cura da ferida mortal. Os recentes apelos do Papa Leão XIV à unidade cristã se encaixam perfeitamente nesse contexto profético, apontando para a restauração da autoridade espiritual e temporal combinada de Roma.
O ponto central desta mensagem é o apelo repetido para tornar a unidade visível.

Declarações como "Já somos um" descrevem implicitamente como a Reforma Protestante terminou e que a separação de Roma não é mais necessária. O Papa está basicamente convidando todas as igrejas a retornarem a Roma. Suas declarações revelam um movimento deliberado em direção à consolidação religiosa em escala global sob a liderança papal.

“Sob uma única liderança — o poder papal — o povo se unirá para se opor a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata. Enquanto ele busca unir seus agentes na guerra contra a verdade, ele trabalhará para dividir e dispersar seus defensores” (Testemunhos, Vol. 7, p. 182) (Foto: Divulgação).

FONTES

[1] https://www.vatican.va/content/leo-xiv/en/homilies/2026/documents/20260125-vespri-unita-cristiani.html

👉 *11   FORAM PRESOS,   E PRESOS POR NÃO APOIAR FESTIVIDADES   NO  * 🇲 🇽Cresce a   religiosa no México: cristãos não cat...
31/01/2026

👉 *11 FORAM PRESOS, E PRESOS POR NÃO APOIAR FESTIVIDADES NO * 🇲 🇽

Cresce a religiosa no México: cristãos não católicos enfrentam detenções, violência e expulsões por recusarem práticas católicas.

Vários episódios recentes voltam a pôr em evidência os graves problemas de religiosa que persistem em algumas regiões do México, especialmente em comunidades onde os chamados “usos e costumes” são usados para impor religiosas católicas e punir aqueles que não se submete a elas. Evangélicos e adventistas foram vítimas de detenções arbitrárias, violência física, ameaças, deslocações forçadas e privação de serviços básicos, apenas por viverem de acordo com suas convicções de fé.

Um dos casos mais alarmantes ocorreu nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, na paragem Pinar Salinas, município de , Chiapas. Nesse dia, 11 pessoas identif**adas de acordo com várias fontes, como adventistas do sétimo dia, foram mantidas, espancadas e presas por autoridades comunitárias e povoadores locais. O “crime” dessas pessoas foi realizar um religioso fora de uma casa, e não participar de celebrações católicas tradicionais.

De acordo com testemunhos de familiares, um grupo de pessoas estranhas invadiu o local do culto e levou à força os onze fiéis para a comunitária. As autoridades exigiam uma multa de 100.000 pesos para libertá-los, argumentando que os detidos não cumpriam os acordos comunitários, entre eles a cooperação e a participação obrigatória em festividades , impostas sob o âmbito de usos e costumes.

Durante a sua prisão, que se prolongou por mais de 15 horas, foram relatados abusos graves, incluindo de morte, tratamentos cruéis e denegrantes. Pelo menos dois dos detidos foram de mãos e pés e exibidos publicamente em uma cúpula, como mecanismo de pressão e escarmento. Finalmente, após um diálogo com a delegação do governo, as onze pessoas foram sem pagar a multa. No entanto, como parte do acordo, católicos tradicionalistas alertaram que manteriam o bloqueio de serviços básicos, como água potável e energia elétrica, às famílias evangélicas.

Este caso, longe de ser isolado, faz parte de um conflito prolongado. Há quatro ou cinco anos, comunidades evangélicas em Salinas, entre outras, sofreram cortes de água e luz, bloqueios de estradas, proibição de acesso a escolas rurais para seus filhos e ameaças constantes, tudo por se recusarem a participar de atividades religiosas católicas. e seus familiares exigiram a intervenção imediata do Governo do Estado para garantir seus direitos fundamentais e o respeito efetivo pela liberdade religiosa.

Situações semelhantes também foram registradas em . Diversos meios documentaram o caso do pastor evangélico Mariano Velásquez Martinez, que foi detido por cinco dias e posteriormente da comunidade de Santiago Malacatepec, município de San Juan , por se recusar a e rezar perante uma católica. O pastor, líder da Igreja Caminho Novo e Vivo, havia aceitado o cargo tradicional de mordomo sob um acordo específico, mas foi punido quando se recusou a praticar atos contrários à sua fé.

Velasquez Martinez foi levado a uma assembleia comunitária, # amarrado com uma corda, e obrigado a assinar um documento que formalizava a sua expulsão, sem receber cópia do mesmo. Hoje, ele, sua esposa e seu bebê de três meses estão e vivendo temporariamente com familiares na cidade de Oaxaca. Organizações defensoras dos direitos humanos e líderes evangélicos denunciaram que este tipo de expulsões constitui deslocamento forçado, um crime definido na legislação estadual desde 2025.

Organizações internacionais como CSW e Portas Abertas alertaram que o México continua apresentando padrões preocupantes de religiosa, especialmente em comunidades indígenas onde as autoridades locais impõem uma fé maioritária. No seu relatório de 2026, coloca o México no 30o lugar da Lista Mundial da , apontando que cristãos evangélicos sofrem assédio, perda de direitos, deslocações e represálias sistemáticas.

Face a este cenário, líderes cristãos e defensores dos direitos humanos concordam que o Estado mexicano tem a obrigação constitucional e internacional de garantir a liberdade religiosa, sem excepções culturais que justifiquem a violência ou a coerção de consciência.

Este cenário de assédio e punição por motivos de fé recorda episódios sombrios da história, como a Santa , quando a união do poder religioso com o poder civil levou à perseguição, prisão e morte de milhões de cristãos cujo único "crime" foi não submeter a sua consciência a um sistema religioso dominante. O que acontece hoje em comunidades isoladas, sob a justif**ação de “usos e costumes”, reflecte o mesmo princípio perigoso: a imposição da religião pela força.

A bíblica alerta que esta dinâmica se repetirá em escala global quando a igreja e o Estado se juntarem novamente, começando — segundo o Apocalipse — com uma potência que promove a criação de uma “imagem da besta”, que usará a lei civil para impor práticas religiosas, restringir liberdades fundamentais, proibir comprar e vender aqueles que não se submeterem e, finalmente, perseguir até com pena de morte os fiéis que permaneçam leais a Deus. Estes fatos não são simples conflitos locais: são sinais precoces de uma crise maior que testa a liberdade religiosa e a fidelidade da consciência humana contra a coerção espiritual.

📖 Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Mateus 5:10.

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