Contos históricos de Klerk

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13/10/2022

Abelha Chocolateira.

ERA UMA VEZ, Uma abelha que ñ sabia fazer mel.

👼- Mas vc é uma operária . disse a rainha
👼- Tem que aprender

Na colmeia havia umas 50mil abelhas, e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito msm. Mas nada de mel...🙈

Todos os dias, bem cedinho saía atrás das flores de laranjeira, que f**avam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua lambia as flores e levava o seu néctar na boca. O corpinho miúdo f**ava cheio de pólen que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.

Anita fazia tudo direitinho, chegava a colmeia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.

🐝🐝🐝- Que mel mais espesso e marrom... gritaram suas colegas operárias.

Iac, que nojo! esbravejaram os zangões!
Todo mundo sabe que os zangões se zangam atoa, mais aquela história estava f**ando feia de mais. Em vez Dr mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.

😬- Ela deve ser espulsa da colmeia, gritaram os zangões.
😬- É horrorosa, um desgosto para a raça! - diziam outros ainda.

Todas as abelhas começaram a zumbir e zombar da pobre Anita, a única que ficou do lado dela foi a Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.

Um belo dia um menino👦 viu aquele mel escuro e Grosso, sobre as plantas próximas da colmeia, que Anita tinha receita do de vergonha. Passou o dedo e experimentou e, surpreso, disse:

👦- Que delícia... Esse é o mais saboroso chocolate que já provei na vida!

👼- Chocolate? alguém disse chocolate?
Indagou a rainha, que sabia que o chocolate vinha de uma fruta, o cacau, e ñ de uma abelha.

Era msm um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa porquê ñ...

Nesse momento Anita ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha sido uma ideia brilhante.
No dia seguinte la se foram Anita e Beatriz iniciar uma

21/01/2021

Contos de madrugada
Capítulo 1
Episódio 10

“– Como posso fazer essa vela, espírito?

– ele se dirigiu para a porta da cabana e ficou olhando a floresta iluminada pela a lua cheia. “

– É muito simples – disse-lhe eu

–, mas, porém, é muito arriscado e perigoso para você, meu jovem...

“– ...Me diga! – ele grita diante a floresta

–, Eu não medirei esforços em fazê-la
eu avô entrou na cabana às pressas, foi à sua mesa de experimentos, pegou uma caneta tinteiro, um pedaço de papel acetinado e me clamou:

“– Estou pronto, espírito da floresta! “Ele mal sabia quem eu era e já estava dando-me a sua confiança...”

– ...Nossa!...

– Débora agasalha seu longo vestido e se acomoda mais no piso frio de madeiras do sótão.
A chuva, os raios e trovões não dão trégua lá fora...

O vento frio continua seu “uivo” e estronda os telhados; Débora pôs o candelabro entre eles dois e continua a ouvir o conto...

“ ...Eu comecei a narrar passo a passo a magia simples, porém, muito perigosa para o seu avô: “

– O mais difícil é o mais necessitado:

Mate uma pessoa em noite de lua cheia.
Depois, aquecendo o corpo no fogo, retire uma porção de gorduras.
Mate um gato na mesma noite e retire seus olhos.
Esmague os olhos junto com uma porção de gorduras em um pedaço de pano ou de couro.

Continuar. ...

19/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 9

– ...Os dias se passavam, meses voaram e foi justamente em uma segunda-feira 13 que seu avô recebeu meu chamado...

– ...Como?

– diz Débora frente a frente com Neyvan.
Ele a olha em seus olhos e continuou o conto...

“...seu avô estava deitado sobre uns aglomerados de palhas.
Ele já estava exausto das experiências que ele praticava de livros daquela época, mas nada estava dando certo. Foi quando eu o evoquei:

“– Olá meu jovem?! “
Ele ficou muito assustado com minha evocação; olhou para os dois lados... Para cima e para baixo... Para todos os cantos da cabana de apenas 4 metros cúbicos, mas não me viu.

“Ele sentou-se nos aglomerados de palhas e perguntou:

“– Quem está aí?! “
Eu o respondi:

“– Você nunca vai me ver, meu jovem, a não ser que você faça uma vela com gordura humana e com olhos de gato.

“Fui objetivo e franco com seu avô e mais curioso ele ficou.

Não demonstrou mais medo e nem pavor, apenas uma ansiedade e desejo que logo me rogou:

Continuar. .....

14/01/2021

Contos de madrugada
Capítulo 1
Episódio 8

Ele morava com sua mãe, Maria, seu pai, Paulo e suas duas irmãs – Antônia e Kate. A Antônia era a mais velha das duas. Já Kate, era a caçulinha dos três. Antônia era concentrada nos estudos e na arte:

‘Quero ser uma grande doutora’, dizia ela.
Kate, a menor e a mais trabalhadora, ajudava muito a sua mãe nos deveres de casa enquanto Paulo e seu avô estavam na lavoura.

“Eles eram uma família feliz (na vista de todos da cidade), mas seu avô guardava um segredo bizarro e ambicioso dentro de si...
” No auge do início do conto, Débora vai se sentando enquanto Neyvan a acompanha com olhares...

“Em noites de lua cheia, enquanto seus pais e suas irmãs dormiam; sempre na calada de todos na cidade de Ouro Azul, ele fugia na finura, se embrenhava na floresta das sombras e só retornava nas primeiras horas da matina

Ele passava a madrugada escondido na floresta em uma cabana que ele mesmo a construiu...

Lá, ele começou a explorações do ocultismo.
Ele queria porque queria entrar em contatos com seres místicos e do além...”

Continuar. ..

14/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 7

Nessa hora, Neyvan é clareado pela a vela e pelo flash de raios que vinham do céu constantemente. A chuva não pára de cair. Gotas rolam sobre as vidraças das janelas e o vento “uiva” ao passar pela as brechas e balança as cortinas longas e encardidas.
Débora rebaixa seus olhos de desconfiada e Neyvan apenas sorriu. Ajeitou a sua cartola puxando-a para frente enquanto seus longos cabelos caiam sobre a sua face assustadora.
Ele se aproxima mais dela e começa a narrar o conto: “

– Tudo começou em 1940

Ouro Azul. 1940 (...)

“Era uma época maravilhosa.
Uma época de descobertas e de guerras também.
Havia um grande poderoso que não murmurava e queria a qualquer custo o poder maior sobre todos...

“Mas, diante de todas as guerras, da ignorância do homem, os habitantes do Ouro Azul se isolavam da ignorância, da guerra e mantinham sempre seus olhos virados para a nossa pequena cidade.

A família do seu avô sofria com a miséria da guerra assim como quase todos na cidade.

As famílias viviam mais de plantações e comercializações.
A família do seu avô tinha suas terras mais abundantes...

Havia: frutas, legumes, vegetais, cereais...

Era onde a família do seu avô ganhavam o seu dinheiro de cada dia...

“Seu avô tinha 18 anos de idade nessa época.

Continuar...

13/01/2021

Contos de madrugada
Capítulo 1
Episódio 6

Débora olha curiosa para a vela no candelabro que está em sua mão esquerda sem entender nada.

–Como assim?

– ela torna seu olhar para Neyvan

–, não entendi!

– Débora vai caminhando até ele novamente com passos lentos...

– Essa vela foi feita de gordura humana e com olhos de gato pelo o seu avô

– ela olha para a vela e ele continua:
– A luz dessa vela traz meu espírito para seu mundo; como se fosse um holograma do meu espírito para esse lado.
Débora, como sempre curiosa, chega próximo de Neyvan e o pergunta:

– Por que meu avô hei de fazer essa vela, Neyvan?
Ela pôs o candelabro bem perto da face de Neyvan e a luz da vela o clareou perfeitamente:

“Hã!?”,

Débora se assusta.
Foi quando ela olhou seus olhos negros, seus lábios pálidos e rachados.
Seus cabelos são negros, longos e ondulados.
A sua face é como porcelana aveludada;
não há cicatriz e tampouco marcas de eras...
Seus dentes brilham como cristais e em sua cabeça, descansa uma linda cartola...

Neyvan se aproxima mais um pouco de Débora, inclinou-se um pouco para a frente, a encarou nos olhos e disse:

– Venha cá, menina corajosa – ele se chega mais
–, vou te contar um conto.

– ela esquiva seu corpo para trás “cabreira”...

Continuar...

12/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 5

–...amei o livro, menina!
– Neyvan corta a conversa admirando o livro.
Recolhe sua mão direita e sorriu para Débora enquanto ela diz:

– Meu nome é Débora – ela coloca a mão direita sobre seu livro

–, e não “menina”, entendeu! – ela puxa o livro para trás de si.

– Satisfação, Débora! – Neyvan estende mais uma vez a sua mão para ela, mas, Débora, sempre o ignorando, pega seu livro, o candelabro e se levanta...
Seu vestido preto está todo empoeirado devido ao chão.
Seus cabelos longos e loiros vão balançando no ritmo do seu andar até a prateleira de livros.
Neyvan, ainda de cócoras, a segue com o olhar sorrindo.
Débora guarda seu livro enquanto o interroga:

– O que lhe trouxe aqui, Neyvan?

Neyvan se pôs de pé e responde sem segredos: – Venho através da luz dessa vela, Débora

Estas a gostar
Posso continuar?

12/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 4

Novamente, ela descansa o livro sobre seu ventre bem devagar e vai virando a sua cabeça sutilmente para o seu lado esquerdo.
Ela fixa seu olhar na parede e logo observa um vulto de um homem encostado a te olhar...
Débora, curiosa e encarando o vulto, vai se sentando lentamente e o pergunta:

– Quem é você? – a luz da vela não consegue iluminá-lo tão bem.
Ela fecha seu livro e o coloca no seu lado direito enquanto ele fala com um vozeirão:

– Tudo bem com você, menina? – ele vem em direção a ela

–, Meu nome é Neyvan! Eu moro do outro lado...

– ele estende a sua mão direita para ela. Débora, sem medo, continua sentadinha e o olha dos pés à cabeça. Ele se Pôs de cócoras diante dela enquanto ela o retruca: – Não temos vizinhos!

– ela olha para os lados –, Como você entrou aqui em casa?...

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12/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 3

Débora está deitada de decúbito ventral sobre o chão empoeirado do sótão e vai se aprofundando nas leituras de um livro de anatomia humana.
As horas vão se passando e Débora tranquilamente vai lendo o seu livro. Se vira para o lado direito, vira para o lado esquerdo, se senta, deita, mas não para de ler um segundo...
Seu quarto começa a receber flash de raios ultrapassados pelas vidraças das janelas cobertas nas cortinas...
A corrente de ar frio entra pelas brechas sem ser convidado, o vento forte estremece as janelas... Nessa hora, Débora pôs seu livro sobre seu ventre: “será que vai chover”, diz ela olhando para as janelas, “espero que sim”, concluiu ela tornando as leituras...
Depois de um certo tempo, a chuva começou a cair sobre a cidade (o desejo de Débora concretizou-se). Ela desvia o seu olhar rapidamente para as janelas, deu um largo sorriso e voltou a ler de novo...
A chama da vela começa a dançar feito louca fazendo, assim, sombras dos móveis velhos se balançarem – pra lá e pra cá –...
Flashes de raios acusam as suas quedas sobre a floresta instantâneo. Débora pára de ler um pouco e f**a em silêncio.

12/01/2021

Contos da madrugada
Capítulo 1
Episódio 2

A mansão onde eles residem passou de geração em geração – pai para filhos .
É um casarão com vários cômodos, muito antiga e de uma aparência assustadora. Seus hectares são imenso, quase incalculáveis...
Cercada por várias árvores e montanhas, a mansão dos
Espirfan some na colina diante às copas das árvores gigantescas...

Débora ama livros e as leituras, mas Débora nunca foi ao colégio, pois seu pai diz a todos que não tem o porquê ela frequentar o colegial por devido a sua grande inteligência... Débora não tem namorado – obviamente seu pai jamais iria deixa-la namorar assim tão nova.

Não sai de casa, não tem amigos e nem familiares próximos a eles.

A maior parte do seu tempo ela gasta no seu cantinho, no sótão. Ela f**a lendo livros que seu pai compra sempre quando pode.
Vários gêneros de contos; de estudos, histórias, tudo que é tipo de livro ela ama ler... Já é noite. A data é 31 de agosto de 1991.

O relógio velho de pêndulo da sala marca onze e quarenta da noite.
O céu está nublado; faz muito frio nessa noite, mas não chovia na cidade de Ouro Azul.

Por ser tão distante da cidade, a mansão dos Espirfan é muito silenciosa, tanto dentro como fora o silêncio é predominante...

11/01/2021

Contos da Madrugada

Capítulo 1 episódio 1

– Meu cantinho.

(...) ...Frio...
Faz muito frio no sótão... Um cantinho pouco procurado por todos. É escuro, empoeirado, há teia de aranhas e casas de morcegos; devo insistir que é um lugarzinho pouco amável para muitas pessoas, menos para Débora Espirfan.

Débora Espirfan tem apenas 14 anos de idade. Ela é filha única.
É uma morena linda, carismática, vaidosa e muito calada. Ela mora apenas com seu pai em uma mansão na colina.
Ele se chama Alfred Espirfan. Ele tem 42 anos de idade.
Trabalha de segunda a sábado em uma funerária como legista da pequena cidade de Ouro Azul.

A cidade de Ouro Azul foi fundada em 1908; antigamente era uma pequena vila com poucos habitantes.
É uma cidade muito fria por devido à forte chuva que cai sobre a cidade com frequência.
Às vezes, o sol surge, mas sempre é se intimidado entre as nuvens espaças. Há poucos habitantes na cidade, mas não como antes; são pessoas felizes e muito seletas... Há uma longa estrada que separa o casarão da cidade; cerca de 5km da cidade até a mansão dos Espirfan...

11/01/2021

Introdução

Uma vem em casa, sempre em casa... Todos nós temos um segredo em família. Todos nós temos uma chama que arde e clareia o nosso submundo pessoal e desperta a nossa alma para a vida eterna. Vivemos em nosso mundo real e no mundo sobrenatural... É onde desafogamos as mágoas, as dores, os sentimentos e sempre atento para não se perder no labirinto das almas vivas. Dormimos na realidade e acordamos na ilusão... Na luz estarei. Na luz morrerei. A minha história é simples e assustadora. Estou sempre em busca de desvendar um mistério que envolve a minha própria família desde o início da nossa geração familiar... Quem quiser se juntar a mim e tentar desvendar na longa trilogia os segredos abomináveis da minha família, se prepare e viva na luz da vela... ...com um sopro você some

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