Malta craazy Music

Malta craazy Music Gratuita DX

08/07/2022
23/06/2022

💻 HISTÓRIAS & CONSELHOS💻
______🙏Original🙏______
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❤∞O PODER DO DESTINO∞❤
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✓Gênero: Romance/Drama💏
✓Escritor: Isidro O Tal Wished
✓Tel: 925929458
✓Capítulos: 01 & 02 💻
[EXCLUSIVO £ APRAZÍVEL].
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Antes porém, quero dar as boas vindas aos novos leitores dessa nossa casa de histórias onde as letras ganham vida. Talvez já e talvez nunca ouviram a falar de mim pelo Will, enfim... meu nome é lsidro, eu ñ sou tão bom quanto este porque esse gajo é mesmo mau de escrever. Porr , eu lhe respeito. 💪🏻🙏🏻
Gostaria de delinear mais sobre mim, mas tenho que trabalhar, todavia boa leitura.
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A noite era de lua cheia sem estrelas a contribuirem na iluminação da mesma com as nuvens brancas em volta desta movendo-se vagarosamente.
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Os postes iluminavam as estradas com as suas luzes incandescentes enquanto sobre elas passavam carros em faixas opostas com os faróis acesos.
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As pedestres insoladas estavam aquando as árvores nas laterais dançavam o som do vento a cada momento que nelas batia o que proporcionava a caída de algumas folhas velhas sobre o chão.
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No hospital, lá estavam os parteiros a assistir o parto de uma senhora de cabelos pretos que segurava forte a mão de um senhor de cabelos loiros.
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Os enfermeiros encorajavam ela para ser forte, pois já conseguiam ver a cabeça do bebê e o senhor ao lado dela fazia o mesmo transmitindo confiança nela o que fazia ela gritar forte enquanto exprimia e ejetava o bebê.
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Ela transpirava e chorava de tanta dor que sentia até que por fim acabou tendo dois bebês nos seus braços depois de tanto esforço.
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Os mesmos choravam aquando a senhora acariciava os cabelos loiros e lisos deles com uma tremenda emoção no seu semblante.
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A alegria no rosto do senhor ao lado era profuso pois pra ele parecia ser um belo presente de Deus receber filhos gêmeos com características fenotipicamente iguais.
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VINTE E QUATRO ANOS DEPOIS
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--eu não consigo acreditar que você fez isso comigo, Kiane. (Disse indignado o jovem de cabelos loiros)
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--Kiane: meu amor, por favor me perdoe. (Implorou deixando cair ao chão lágrimas deprimentes)- eu juro que não sabia que era ele. (Jurou com as mãos unidas se aproximando dele)
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--eu não acredito em ti, Kiane. (Negou se afastando dela abandonando o quarto em passos largos)
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-- Amir meu amor, acredita em mim..(disse a Kiane seguindo atrás dele ligeiramente)- Amir, espera. (Acrescentou ao alcançar ele e segurar a mão dele por trás)
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Este abrandou os seus passos suspirando aborrecidamenteao sentir as mãos calorosas dela muito antes desta prosseguir:
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--Amir acredita em mim, eu juro que não sabia que era ele, se soubesse que era ele eu nunca deitaria com este. (Falou angustiada a Kiane olhando os olhos dele com brilhos nos seus de tantas lágrimas que escorriam destes)
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--Amir: já não faz sentido a sua explicação. (Disse calmo num tom plácido)- eu julgava que me conhecias, mas não levarei isso a peito porque você nunca me amou de verdade tal como pensava. (Completou olhando firmemente nos olhos dela)
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--Não, Amir, não diga isso, eu sempre te amei e fui louca por ti, isso foi apenas um erro de identif**ação que nunca mais voltará acontecer. (Disse seriamente a Kiane segurando as duas mãos dele)
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--Não..(abanou a cabeça muito antes de progredir)- você não me ama, Kiane. (Soltou-se dela serenamente o Amir)- se me amasses não deitarias com o meu irmão.
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--então tu achas que em condições normais eu deitaria com o seu irmão?. (Retorquiu curiosa a Kiane)- eu fui pra cama com ele julgando que eras tu, ele é parecido contigo dos pés a cabeça que nunca alguém conseguiria notar alguma diferença, e para piorar ele estava cheirando ao seu perfume e agia igual a ti, como eu poderia conseguir destinguir isso Ham?. Me diga. (Completou enfurecida)
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Ouvindo aquilo, Amir apenas abanou a cabeça em lados fitando ela seriamente muito antes de dá-la as escostas e abandonar aquele quarto numa tremenda decepção.
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Por outro lado, numa mansão de pintura branca, se via o porteiro empurrando o portão de volta após um carro azul ter entrado.
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Este estacionou na lateral do quintal aquando se via a uma vista distanciada uma senhora de cabelos pretos regando as flores no jardim.
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Do carro desceu um jovem de cabelos loiros, com óculos escuros nos olhos, magrelo com altura de modelo, trajado de vestes socias azul e calçados brancos esbanjando a marca da Nike nas laterais.
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A atenção deste foi levada para a senhora que se aproximava dele após soltar a mangueira de água.
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--Akin, meu filho, como foi o seu primeiro dia de serviço?. (Indagou a Dona Zihan ao parar em frente dele)
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--Um seca, mamãe. (Respondeu aborrecido o Akin)- o papai não largava o meu pé, estava sempre me dizendo o que fazer e onde ir. (Acrescentou)
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--Ele é mesmo assim, no seu irmão também fez a mesma coisa, mas ele não demorou adaptar-se. (Sorriu leve a Dona Zihan)- e eu tenho a certeza que logo logo vás adaptar-se também. (Disse confiante ainda com o sorriso nos seus lábios)
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--Se a senhora diz. (Deu de ombros antes de virar para o portão onde acabou vendo um carro preto entrando)- olha só, o seu filho fraco chegou. (Disse o Akin concentrando ele a descer do carro)
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--não fale assim do Amir, ele é seu irmão gêmeo. (Disse séria a Dona Zihan ao virar o pescoço pra o Amir que marcava passos fitando raivosamente o Akin)- mas ele parece estranho não é?. (Deduziu pela aparência que este demonstrava)
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--o Amir nunca foi normal, ele sempre foi estranho pra mim. (Disse tranquilo o Akin ainda com os olhos nele)
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Quanto ao Amir, ele marcava passos rasgados fitando profundamente com os seus olhos azuis o Akin até passar no meio deles após a Dona Zihan afastar-se deixando a faixa para ele que ainda continuava com olhar tenso na pessoa do Akin.
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A dona Zihan ficou olhando e averiguando a fúria que o seu filho espelhava até virar o pescoço para o Akin curiosamente.
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--O que foi que você fez agora, Akin?. (Perguntou curiosa a Dona Zihan ao cruzar os braços e estreitar os olhos enquanto se via o Amir largando o último degrau e alcançava a maçaneta)
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--Ele não pode mais f**ar nervoso com uma outra coisa e a senhora já suspeita de mim?. (Retrucou o Akin muito antes de tirar os seus óculos ilustrando os seus olhos azuis)
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--então queres me explicar porquê ele te olhava daquele modo?. (Acrescentou curiosa a Dona Zihan)
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--Mamãe, eu não sou cigano para mentir a senhora sobre uma explicação que nem sei do que se trata. (Disse o Akin)- eu vou subir. (Acrescentou marcando passos)
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Dona Zihan manteu firme a sua expressão fitando as costas deste enquanto ele escalava os degraus de adentragem muito antes de pôr-se a caminhar atrás dele.
Na medida em que ela alcançava a porta, se via atrás deles os guardas vestidos de ternos rodeando a casa.
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No interior da casa, lá estava o Amir entrando no seu quarto numa expressão cabisbaixa na medida em que tirava a gravata.
Ele alcançou a cama e sentou nela após ter despido o blaise e o pousou na cadeira da escrivaninha.
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Posto lá sentado, este jogou-se de costas e suspirou profundamente concentrando o teto do seu quarto até ouvir a porta batendo e abrindo posteriormente.
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Esta era a Dona Zihan quem entrava.
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--filho..(disse num tom suave fazendo ele levantar pestanejando preguiçosamente)
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--Sim, mamãe. (Respondeu num tom plácido o Amir)
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--Como foi o seu dia de serviço hoje?. (Indagou a Dona Zihan ao marcar passos lentos até alcançar este e sentar ao lado dele)
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--Mamãe, tens a certeza que é esta a pergunta que a senhora queria fazer?. (Retrucou com a testa vincada para cima o Amir)
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--Na verdade não é essa a questão que queria fazer mesmo. (Confessou a Dona Zihan segurando as mãos dela)- é que você chegou com uma expressão nunca vista no seu rosto, e eu fiquei preocupada. (Disse ela olhando nos olhos dele)
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--Então não se preocupa mais porque não aconteceu nada. (Disse o Amir sorrindo forçado para ela ao levar para trás os cabelos frontais dela)
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--Dona Zihan: Amir, vocês podem ser gêmeos de características exteriores extraordinariamente iguais, mas eu sou mãe...(menoscabou)
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--a senhora é mãe e sabe notar quando estamos mentindo ou não, embora sejamos completamente iguais. (Completou o Amir balançando a cabeça na companhia da sua fala)
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--então porquê não conta pra mim o que aconteceu?. (Indagou a Dona Zihan angustiada)-Foi o Akin não é?. (Suspeitou fitando ele abanando a cabeça em lados dessa vez)- ou é por causa do sumiço da Ayana?.
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--não, não foi ele e também não tem nada a ver com ela. (Negou firme muito antes de engolir em seco)- houve um problema no serviço e eu acabei brigando com um colega. (Completou sério)
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--Mas não vejo nenhum arranhão no seu corpo, filho. (Disse confusa a Dona Zihan procurando ferimentos no corpo dele)
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--é..é..é que. (Gaguejou pondo-se em pé e levou a mão direita ao bolso ligeiramente)- não foi uma briga com trocas de socos e bofetadas.
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--E foi qual tipo de briga?. (Indagou novamente com mais curiosidade)
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--a mamãe está sendo um pouco inconveniente e mãe galinha. (Disse o Amir dando as costas nela não conseguindo encarar ela)
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Para o Amir, mentir a sua mãe era como se estivesse apunhalando ela, mas parecia que o que menos queria era ouvir ela gritando com o seu irmão, não por ele não merecer, mas sim por ela já estar numa idade de fácil acesso a Hipertensão arterial.
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Dona Zihan suspirou pondo-se em pé e ajeitou-se muito antes de se pronunciar:
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--eu não vou insistir mais nessa conversa, mas se ele estiver a cometer os mesmos erros do passado, você tem a obrigação de contar-me, entendeu?. (Perguntou a Dona Zihan fitando as costas dele)
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Amir fez sim com a cabeça e parou ao sentir a mão da Dona Zihan nos cabelos loiros dele muito antes de se endereçar para a porta.
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Ela saiu e fechou a porta de volta estando do lado de fora.
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Amir suspirou profundamente ao sentar de volta na cama e deitar nela em seguida.
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--Amir: porquê eu não sou feliz, Deus?. (Monologou num tom comovente virando-se na lateral pousando um pé acima doutro)- quem me dera nunca ter crescido, pelo menos assim eu f**aria com quem me conhecia e sabia distinguir-me do Akin. (Suspirou)- Quanta falta tu fazes, Ayana...
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•ANOS ATRÁS•
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Era um dia de sol sereno em companhia de nuvens azuis quando a ventania batia sobre os uniformes das crianças do colégio Maria Braga que caminhavam com as suas mochilas entre costas abandonado a escola.
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Se via meninos negros de cabelos cacheados e outros de cortes como escovinho e francês caminhando em risos graciosos.
Os meninos brancos também não f**avam de lado com os seus cabelos loiros, pretos, castanhos e lisos com as suas mochilas entre costas enquanto espelhavam risos de alegrias e conversas confabulosas.
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Depois de já muitos terem saído, acabou saindo uma menina de cabelos castanhos e morena com o uniforme cor amarelo, calções azuis escuros e tênis a mesma cor em companhia da meia segurando a sua mochila na mão.
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O seu rosto era uma gracinha, os seus passos eram lentos com um olhar terno afetuoso.
Ela caminhava vagarosamente até parar no último degrau da escola e olhar a direita e posteriormente à esquerda na medida em que ouvia-se passos de alguém se aproximando por trás.
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--bum! (Assustou ela por trás um menino de cabelos loiros)
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--Ai, que susto, Amir. (Bradou a menina ao virar para ele)
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O menino ficou rindo dela graciosamente após ela tomar um susto tremendo.
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--não tem graça, para com isso Amir. (Disse num tom melindroso com uma voz meigo e fino a menina)
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--Calma, Ayana. (A tranquilizou segurando o seu riso o mesmo)
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--Está bem, mas não torna a fazer isso. (Disse séria a Ayana fitando este que fez sim com a cabeça)- e o Akin?. (Indagou ela)
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--não sei, presumo que anda por aí, você sabe o quão traquino e escrupuloso ele é. (Disse o Amir dando de ombros virando para a estrada)
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A Ayana concordou fitando seriamente ele com desconfiança no seu semblante e desviou o olhar após este virar para ela com um sorriso curto.
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Ayana sorriu forçado de volta ao voltar os seus olhos a ele.
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--Olha para o fundo da estrada o nosso carro está vindo já. (Disse o Amir apontando no fundo da estrada)
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--Pois é..(assentiu num tom aborrecido a Ayana)
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--então podemos ir juntos não é?. (indagou o Amir virando o pescoço para ela)
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--se for junto do Akin, sim, podemos ir juntos. (Condicionou a Ayana com a sua voz fina)
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--Não precisamos esperar por ele. (Disse o Amir sorrindo forçado aquando o carro preto já se encontrava estacionando na lateral)
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--Ayana: e porquê não?. (Indagou curiosa cruzando os braços ainda com a sua mochila na mão)
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-- porque ele encontrou uma cabra ferida no campus da escola e a levou na enfermaria. (Disse sério o Amir fitando ela)
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--hãm, está bem.. (assentiu a Ayana com a cabeça)- mas pode ir, eu vou esperar o meu carro, Amir. (Pronunciou o vocábulo AMIR com mais intensidade)
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Amir deu de ombro e subiu no carro com a sua mochila entre costas após o segurança abrir a porta para ele.
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--e o outro menino, menino Amir?. (Indagou o Motorista)
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--Ele mandou dizer para não esperar por ele. (Disse furioso estando nos bancos detrás colocando o cinto de segurança)
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--Está bem. (Assentiu o segurança e fechou a porta de volta e contornou o carro ligeiramente)
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Ayana ficou olhando o carro a fazer as manobras até o motorista pisar fundo no acelerador e se distanciar dela.
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--aquele era o carro que levaria a mim junto ao Akin?. (Perguntou o outro menino de cabelos loiros com uma voz suave e meiga)
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--Sim, Akin, Era o vosso carro. (Respondeu para ele a Ayana ainda fitando o carro se distanciando)
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--e porquê não esperaram por mim?. (Indagou confuso fitando ela)- e o meu nome é Amir e não Akin. (Completou sério)
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--Eu sabia que eras tu, eu nunca me engano de ti. (Sorriu para ele a Ayana)
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--Mas acabaste de confundir-me. (Disse o Amir franzindo a testa dessa vez)
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--fui irônica, é que o seu irmão chegou aqui atribuindo nomes ao suposto Akin que eras tu e acrescentou dizendo que não irias com a gente por estares na enfermaria com um cabra. Mas, por eu conhecer você como a ponta da minha unha, eu neguei ir com ele porque você o trata com nomes decentes mesmo ele sendo o que é, e também por sofreres de blutofobia. (Explicou a Ayana minuciosamente)
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--sério?. Ele passou-se por mim outra vez?. (Indagou o Amir acima de um suspiro de decepção fitando ela fazendo sim com a cabeça)- e mais, na minha concepção, o nome que atribuiste à pessoas que sofrem de medo de cabras não coaduna nada.
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--- se coaduna ou não isso é consigo, eu ouvi assim na TV ontem. A propósito, onde estavas?. (Indagou a Ayana)
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--estava trancado no banheiro. (Respondeu desiludido o Amir)- acho que deve ser a turma de amigos do Noah que trancaram-me.
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--tão ingênuo. (Abanou a cabeça em lados compadecidamente falando consigo mesma ao fitar ele)- nem consegue desconfiar do irmão.
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--enfim. (Suspirou)- talvez Akin tenha uma emergência para me deixar para trás ném?. (Supositou virando para a estrada enquanto chegavam vários carros do turno da tarde)
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--O Akin está com nove anos apenas, qual emergência ele teria, Amir?. (Monologou a Ayana fitando confusamente ele)
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--E agora, como voltaremos?. (Indagou o Amir segurando as duas mãos na cintura fitando os alunos adolescentes do turno da tarde escalando os degraus de adentragem)
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--o meu motorista também está demorando. (Disse a Ayna olhando a direita e esquerda da estrada)- então só nos resta uma opção. (Completou esticando a mão na estrada)
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--Amir: e qual é?.
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--chamar um táxi. (Respondeu a Ayana e um carro de pintura amarela estacionou na lateral após ver a mão dela)
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--mas você tem apenas sete anos para subir num táxi sozinha, Ayana. (Sussurrou o Amir fitando ela abrindo a porta detrás)
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--E qual é o mal disso?. (Indagou adentrando no carro)- virás comigo ou não?. (Acreceu fitando ele todo amedrontado)
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Amir ficou apensando e analisando a gravidade do perigo até que acabou entrando.
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Eles deram o endereço ao jovem taxista que vestia casaco jeans com boné na cabeça, e o mesmo pisou fundo no acelerador pegando a estrada.
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Depois de longo percurso a Ayana se pronunciou:
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--meu caro jovem, a gente vai f**ar naquele posto. (Disse a Ayana indicando o mesmo)
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O motorista fez sim com a cabeça abrandando a velocidade aos poucos.
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--para além de ser um rompimento de regra que é nunca voltar em casa sozinhos, você tem dinheiro para pagar o táxi não é?. (Indagou o Amir fitando ela)
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Ayana ficou perplexa com a questão colocada e o seu coração disparou de medo logo em seguida.
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--como assim eu tenho dinheiro?. eu confiei que tu é quem pagarias. (Retrucou a Ayana com um olhar perplexo sobre ele)
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--ai meu Deus, é hoje que eu serei preso, a mamãe vai me pôr de castigo infinito e nunca mais terei direito a mimos a noite com um lindo copo de leite quentinho. (Disse o Amir com lágrimas a formarem-se nos seus olhos enquanto o motorista estacionava o carro frente ao ferro referido)
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--Ele está chorando?. (Perguntou o motorista fitando eles pelo reflexo de cima)
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--Não, não está. Ele sofre de convintujite. (Sorriu forçado para ele a Ayana)
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--o certo é conjuntivite, e o meus olhos estão sãs sem doença alguma. (Corrigiu com a sua voz suave o Amir ainda a lacrimejar)
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--cala a boca, Amir, e vê se para de chorar porque não está ajudando em nada tal como as suas correções. (Sussurrou a Ayana beliscando o braço dele)
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Amir concentrou-se para não gritar de dor mas converteu o grito em mais lágrimas que começaram a escorrer frequentemente dos seus olhos.
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--muito bem, chegaram aos seus destinos, agora devem pagar. (Disse o motorista virando para eles)
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--a gente vai descer primeiro porque o dinheiro está no bolso pequeno dos calções dele. (Disse a Ayana abrindo a porta do lado do Amir que só lhe ollhava com os olhos acesos aquando o motorista os fitava)- o que está olhando, Amir?. Desce logo para pagar o jovem.
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Amir engoliu em seco olhando ela e desceu em seguida na medida em que a Ayana saía asseguir.
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Após esta descer, fechou a porta de volta e o motorista ficou olhando eles apartir da marcha agora enquanto se via duas jovens passando naquela pedestre com as suas bolsas entre axilas.
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--e então?. (Perguntou o motorista)
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Ayana olhou o motorista enquanto sentia o seu batimento cardíaco acelerado e pôs-se a correr logo em seguida.
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O Amir por ser tão medroso ele acabou f**ando frente ao carro até que a Ayana regressou e segurou a mão dele fugindo daí em corridas.
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O motorista ficou tão passado que por mais que ele tentasse ir atrás deles não daria, pois o carro estava estacionado na lateral da pedestre esquerda aquando a direita dele tinha a estrada que passava carros e atrás dele tinha um carro branco estacionado.
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Quanto ao Amir e a Ayana, corriam ferozmente até ultrapassarem um portão grande de pintura preta ao passo que as paredes eram brancas.
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--Ayana, vamos entrar em minha casa. (Disse o Amir ainda em corridas)
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--não, seu bobo, se entrarmos ele virá conversar com a sua mãe porque ainda não foi embora de onde o deixamos, e está nos controlando para ver onde entraremos. Você quer estar de castigo por acaso?. (Perguntou após curvarem numa esquina)
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-- é claro que não. (Respondeu o Amir seriamente)
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--certo, agora deixa-me limpar as suas lágrimas para não desconfiarem de ti. (Disse a Ayana pousando a sua mochila no chão)
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Amir baixou a sua cabeça e ela foi limpando os seus olhos com a t-shert da escola que vestia...
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• ACTUALMENTE •
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--Ai, Ayana, meu amor do passado, se não estivesses naquele carro talvez ainda estarias comigo agora. (Suspirou o Amir pondo-se em pé após ter terminado com as suas imaginações)- nossa, já escureceu?. (Monologou ao ver a escuridão do lado de fora pela varanda)
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Em seguida sentou de volta na cama descalçando os calçados.
Terminou de descalçar e foi ao banheiro.
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Na sala, já estavam todos sentados em volta da mesa recheada de comidas sobre ela.
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--E o Amir, onde está?. (Perguntou o senhor de cabelos loiros e olhos azuis vestido de social sem o blaise)
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--desde que entrou no seu quarto ainda não desceu. (Disse a Dona Zihan mastigando)
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O senhor assentiu com a cabeça virando a cabeça para o Akin que comia silenciosamente.
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--E você, de onde vinhas a essa hora?. (Indagou o Senhor olhando ele)
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Akin menteveu o seu silêncio comendo cautelosamente como se não lhe ouvisse.
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--eu perguntei-te. (Disse o Senhor num tom exaltado)
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Na placidade do Akin, ele arrastou a cadeira para trás e pôs-se em pé jogando o guardanapo no seu prato.
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A Dona Zihan ficou olhando ele curiosamente a espera que ele responda o seu pai.
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Não obstante a falta de respeito dele ter levantado sem pedir licença diante dos pais, ele deu as costas ao pai e a mãe sem responder a questão colocada na medida em que o Amir descia as escadas furiosamente enquanto entrava um segurança pela porta.
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Ele trajava calções brancos com t-shert preta de marca Dior ilustrada a cor branca em companhia dos calçados preto e branco da mesma estigma.
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--Akin, volta pra mesa, eu fiz uma questão a ti. (Bradou o Senhor furiosamente)
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Akin continuou caminhando numa tremenda seriedade e firmeza até ser parado pelo Amir.
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--Pára aqui, por favor. (Disse o Amir parando ele no peito)
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--Tire as suas patas de mim, id**ta. (Tirou as mãos dele sobre ele o Akin ao parar ao lado dele)- fala sem manter o contacto físico. (Determinou)
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--Está bem. (Entendeu fitando atrás dele)- Mansur, me diga, quem foi que saiu com o meu carro e deixou ele todo borrado de terra e lodo?. (Indagou fitando o mesmo)
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Após isso, o Mansur engoliu em seco ao sentir o olhar frio e cruel do Akin após este ter virado para ele.
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--Vamos, Mansur, diga logo. (Berrou o Amir para ele)
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--foi..foi.. (gaguejou engolindo em seco outra vez)- foi o senhor Akin. (Confessou temendo do Akin que formava punhos fitando ele)
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--Obrigado, Mansur. (Agradeceu e o Mansur fez sim com a cabeça se retirando em seguida)- agora, quanto a ti...(virou calmamente para o Akin muito de prosseguir)- por favor, vá lavar o meu carro se sabes que o sujaste. (Completou humildemente)
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--sério?. (Indagou confuso rindo irônico o Akin)- achas mesmo que eu, Akin, vou lavar o seu carro?. (Acrescentou sumindo com a risada)- vai sonhando seu lerdo. (Completou dando-lhe as costas)
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--A...(travou o senhor fitando perplexamente ele)
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--e o senhor mantenha-se calado porque eu já estou cansado de vocês. (Bradou para ele que calou em seguida o Akin)
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--eu estou avisando, vai lavar o meu carro. (Advertiu num tom brando o Amir segurando forte o braço dele)
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--e o que farás se eu não lavar?. (indagou com sarcasmo o Akin)- tu és fraco, Amir, mesmo depois de ter deitado com a sua namorada nem sequer um soco conseguiste dar-me, agora, vê se larga o meu braço e vai lavar o seu carro.
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Amir ficou totalmente deprimido e soltou o braço dele vagarosamente enquanto o Akin abanava a cabeça em lados muito antes de se pronunciar:
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--viu só, já quer chorar. (Disse o Akin fitando ele)- mas a culpa não é sua, acho que deves resolver essa questão do seu ser com o Pai Celestial, porque ele exagerou na sua humildade. (Completou)
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--pára com isso, Akin. (Berrou a Dona Zihan pondo-se no meio deles)
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O Amir olhou fixamente os olhos do seu irmão muito antes de abandonar aquela sala tristemente.
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--parar com quê?. A senhora junto do seu marido Hugo é quem deveriam parar de dar mimo a ele. (Falou o Akin fitando ela aquando o Amir já fechava a porta do lado de fora)
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--Filho, respeita o seu pai. (Solicitou a Dona Zihan)
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--Como eu vou respeitar se ele não me respeita?. (Retrucou furioso o Akin fitando ela)- mesmo a senhora também não merece o meu respeito porque ambos se preocupam mais com o Amir do que comigo.
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--não diz isso, filho, a gente se preocupa sim contigo. (Disse a Dona Zihan tentando segurar as mãos dele)
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--pára de ser hipócrita, mamãe, vocês só me tratam bem quando o Amir não se faz presente, basta ele aparecer e ele já f**a logo o centro das atenções. (Falou friamente o Akin vendo a sua a lacrimejar pelas suas palavras)
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--Não fale assim com a sua mãe. (Bradou o Senhor Hugo para ele)
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--eu falo assim com qualquer um e ponha bem na sua nuca que eu não sou mais criança para ser investigado de onde venho. Quer br**car de papai atencioso, br**ca com o seu filho que acabou de sair. (Bradou para ele de volta muito antes de lhes dar as costas e subir as escadas ligeiramente)
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O Senhor Hugo alcançou a sua mulher e abraçou ela fortemente fitando o filho a largar o último degrau em passos largos.
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No lado do Amir, ele estacionou o carro frente a um restaurante.
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Os carros na estrada frente ao restaurante passavam e paravam a cada momento que o semáforo mudava de cor.
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Nos degraus do mesmo restaurante escalava várias pessoas acompandos do seus parceiros em risos e confabulações.
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A porta do carro do Amir abriu e este desceu em seguida suspirando profundamente ao fechar a porta de volta e virar para o restaurante.
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Prestes ele a marcar o primeiro passo foi surpeendido por uma jovem que esbarrou sobre ele e ambos caíram ao chão.
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A jovem de olhos castanhos e cabelos a mesma cor perdeu a noção ao f**ar deitada no corpo do Amir e fitando os olhos azuis dele.
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--volta aqui sua ladra. (Berrou um jovem atrás deles em corridas)
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--me desculpa, me desculpe, eu tenho que ir. (Levantou ligeiramente de cima dele a jovem)
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--Espera... (travou ela segurando a mão dela o Amir)- e tu também páre. (Travou o jovem que ia atrás dela)
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--como eu vou parar se ela é uma ladra?. (Berrou o jovem vestido de camisa xadrez e calças pretas)
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--calma calma, o que foi que ela fez?. (Perguntou o Amir num tom plácido segurando a mão da jovem que se escondia atrás dele)
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--ela subiu no meu táxi e não pagou. (Disse o jovem furiosamente)
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--Não tem problema, eu pago pra ela. (Disse o Amir tirando alguns valores do seu bolso e os entregou a ele)- pode f**ar com o troco.
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O jovem recebeu os mesmos e olhou fixamente na jovem atrás dele muito antes de voltar para o seu carro.
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--muito obrigada, muito obrigada, não sei como agradecer você. (Disse congratulada a jovem de cabelos castanhos)
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--Não tem de quê. (Sorriu leve o Amir)- já agora, o meu nome é Amir. (Completou entregando a sua mão)
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A jovem ficou perplexa pestanejando delicadamente ao fitar as mãos dele após ouvir ele se apresentando pelo seu nome...
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CONTINUA...
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POR: Isidro O Tal Wished 😉😘
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O que achou da estreia?.
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FAÇA O SEU DEVER, CONVIDA TODOS OS SEUS AMIGOS PRA CURTIREM A PÁGINA E PARTILHE EM GRUPOS.
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DEIXE O SEU COMENTÁRIO PARA O RAIINHO WILL CONTINUAR AMANHÃ.

08/04/2022

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