20/03/2026
Estamos em Guerra, Só vāo acordar quando aqui começarem a bombardear🤐🙄
🌍 Duas guerras pouco comentadas que estão gerando enormes crises humanitárias
Enquanto a atenção global muitas vezes se concentra em outros lugares, dois dos conflitos mais devastadores do mundo estão ocorrendo no Sudão e na República Democrática do Congo (RDC) — deixando milhões de pessoas deslocadas e comunidades destruídas.
🇸🇩 Sudão: uma guerra civil e a maior crise de deslocamento do mundo
O Sudão está mergulhado em uma brutal guerra civil desde abril de 2023, quando os combates começaram entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF), lideradas pelo general Abdel Fattah al-Burhan, e as forças paramilitares Rapid Support Forces (RSF), lideradas por Mohamed Hamdan “Hemedti” Dagalo.
As consequências humanitárias são catastróficas:
• Mais de 13 milhões de pessoas foram deslocadas pela guerra.
• Quase 34 milhões de pessoas devem precisar de assistência humanitária em 2026.
• Mais de 20 milhões enfrentam grave insegurança alimentar, com condições de fome surgindo em algumas regiões.
• Hospitais, mercados e infraestrutura foram amplamente destruídos, levando o sistema de saúde do país à beira do colapso.
Relatórios recentes também alertam para ataques com drones e aumento da violência contra civis, destacando a deterioração da segurança em regiões como Darfur e Kordofan.
🇨🇩 Leste da República Democrática do Congo: uma guerra de longa duração que se intensifica
No leste da RDC, novos combates entre o exército congolês e o grupo rebelde M23 reacenderam um dos conflitos mais longos do mundo.
A região enfrenta décadas de instabilidade desde meados da década de 1990, com grupos armados disputando território e controle de recursos naturais valiosos, como ouro, cobalto e coltan.
Entre os principais impactos estão:
• Milhões de pessoas deslocadas internamente
• Violência generalizada contra civis
• Recrutamento de crianças-soldado por grupos armados
• Tensões regionais envolvendo países vizinhos
Estimativas indicam que o conflito no Congo desde o final dos anos 1990 contribuiu